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Em apenas 4 meses, chegada de turistas ao Brasil em 2025 atinge marca dos 8 primeiros meses de 2024

Dados divulgados pela Embratur, MTur e Polícia Federal mostram que 4,4 milhões de visitantes internacionais estiveram no país de janeiro a abril, o maior volume já registrado na história para o período Divulgação O volume representa, ainda, 64% da meta anual prevista pelo Plano Nacional de Turismo (PNT), que projeta a chegada de 6,9 milhões de estrangeiros até o fim de 2025 15/05/2025 – De janeiro a abril de 2025, o Brasil registrou a entrada de 4.425.888 turistas internacionais, o que representa o maior valor da história para o período. Para se ter uma ideia de como o país está em alta em 2025, no ano passado, essa mesma marca só foi alcançada no mês de agosto. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (15) em parceria do Ministério do Turismo, da Embratur e da Polícia Federal. O volume representa, ainda, 64% da meta anual prevista pelo Plano Nacional de Turismo (PNT), que projeta a chegada de 6,9 milhões de estrangeiros até o fim de 2025. O total de visitantes internacionais neste início de ano também  corresponde a 65% de todo o fluxo registrado ao longo do ano passado, indicando um avanço expressivo no setor. O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, avalia o bom resultado do quadrimestre a partir dos esforços que vêm sendo aplicados pela agência na promoção internacional do Brasil. “A imagem positiva que o Brasil constrói no mundo é responsável direto por esse resultado. Recuperamos nossa reputação e credibilidade como um país democrático, aliado da humanidade, que tem compromisso com o futuro do planeta. Aliado a isso, nosso trabalho na Embratur tem conseguido ampliar a nossa conectividade área em patamares muito superiores ao observado no resto do mundo”, disse. “Lançaremos o Plano Internacional de Marketing Turístico do Brasil, um novo marco, que torna política de estado o trabalho que estruturamos de organizar a promoção do Brasil com inteligência de dados e estratégias segmentadas para cada perfil de turista. Quanto mais visitantes internacionais, mais movimentação na nossa economia, mais receita gerada, mais emprego e renda”, reforça Freixo. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 51% no fluxo internacional, o que demonstra o efeito direto das ações de promoção e articulação realizadas em conjunto pelos setores público e privado. Somente no mês de abril, o Brasil recebeu 686.239 turistas estrangeiros, um aumento de 72% em relação a abril de 2024, o equivalente a quase 288 mil visitantes a mais. “Alcançar mais da metade da nossa meta anual já nos primeiros quatro meses do ano é um sinal claro de que estamos no caminho certo. O Plano Nacional de Turismo traçou metas ambiciosas e ver esse avanço reforça nosso compromisso em fazer do Brasil um líder do turismo na América Latina, firmando o desenvolvimento do setor, a geração de empregos e a promoção do Brasil como um destino de referência mundial”, diz o ministro do Turismo, Celso Sabino. Quando observado o mesmo período de 2024, a entrada de turistas internacionais cresceu 51% nos primeiros quatro meses de 2025. “O crescimento de mais de 50% na entrada de turistas internacionais é um reflexo direto do esforço que o governo federal tem feito para posicionar o Brasil como um destino competitivo e desejado no cenário global. Esses números mostram que o mundo quer conhecer o Brasil, e estamos prontos para receber cada vez mais visitantes”, complementou o ministro. Principais emissores A Argentina segue como principal país emissor, com mais de 2,1 milhões de turistas no primeiro quadrimestre, o que corresponde a um aumento de 96% em relação ao mesmo período do ano passado (1,07 milhão). Em seguida está o Chile, com 333.592 visitantes, 29% a mais do que de janeiro a abril de 2024. Na terceira posição, os Estados Unidos, com 305.932, um acréscimo de 21,68%. Entre os países europeus, os destaques são Portugal, França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Espanha, que juntos somam 481.986 visitantes no período. Com esse ritmo de crescimento, o Brasil reafirma seu protagonismo no cenário turístico da América Latina e amplia sua visibilidade no mercado internacional. Principais destinos Entre os destinos brasileiros que mais receberam turistas internacionais no primeiro quadrimestre de 2025, o Rio Grande do Sul lidera com 1.144.558 visitantes, um crescimento expressivo de 93,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em seguida, aparecem São Paulo, com 1.020.851 turistas (+24,7%), e o Rio de Janeiro, que recebeu 901.991 visitantes, registrando alta de 51,9%. Também se destacam o Paraná, com 531.192 turistas (+28,8%), Santa Catarina, com 492.960 (+67,5%) e a Bahia, que atraiu 83.914 visitantes internacionais, um aumento de 61,4%. Fonte: Embratur

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Tchau, cansaço: 5 estratégias comprovadas pela ciência para aumentar a energia

A fadiga cerebral é um problema comum na rotina de muita gente, especialmente no ambiente de trabalho, onde a necessidade de concentração intensa por longos períodos pode ser desgastante. Embora muitas pessoas recorram ao café como uma solução rápida, existem outras abordagens científicas que podem ser mais eficazes para restaurar sua energia mental. Aqui estão cinco maneiras comprovadas de combater a fadiga cerebral e recuperar o foco: 1. Mexa-se para descansar a mente Quando o cérebro começa a se sentir sobrecarregado, a solução muitas vezes não é continuar pensando mais, mas sim mover o corpo. O exercício físico é uma maneira poderosa de reverter a fadiga mental. A atividade física aumenta o fluxo sanguíneo, levando oxigênio ao cérebro, essencial após longos períodos de inatividade. Simples ações, como uma caminhada de 10 minutos ou até alongamentos rápidos ao lado da mesa, podem fornecer a energia necessária para continuar o trabalho com mais clareza e foco. 2. Entre em ‘modo gratidão’ A prática de gratidão pode ser uma ferramenta surpreendentemente eficaz para recarregar sua energia mental. Pesquisas mostram que expressar gratidão pode melhorar a química do cérebro, promovendo sentimentos positivos que combatem o estresse. Tente listar três coisas pelas quais você é grato no momento, como um bom relacionamento com colegas de trabalho ou até o clima ensolarado. Mesmo pequenas expressões de gratidão podem transformar seu estado mental e trazer uma sensação de renovação. 3. Encontre o ‘botão da alegria’ Quando a energia mental estiver baixa, buscar uma fonte de alegria instantânea pode ser tudo o que você precisa para dar um impulso ao seu cérebro. Isso pode ser algo simples como assistir a vídeos engraçados, jogar um pouco de música ou até mesmo se permitir uma pausa para atividades que proporcionem prazer. Esse tipo de emoção positiva não só melhora o estado de espírito, mas também pode aprimorar suas habilidades cognitivas e combater a fadiga cerebral, quebrando a perspectiva estreita causada pelo estresse. 4. Conecte-se com o que realmente importa Quando você se vê preso em tarefas repetitivas e monótonas, como planilhas ou leitura de textos longos, tente encontrar o significado pessoal por trás delas. Pergunte-se: “Como essa tarefa se conecta com meus objetivos de vida e trabalho?” Quando você encontra um propósito maior nas atividades cotidianas, a motivação é ativada de maneira que nenhum café poderia imitar. Ao entender a relevância do que está fazendo, você recupera energia mental e consegue prosseguir com mais motivação. 5. Estabeleça limites para reduzir a fadiga mental A cultura de estar “sempre disponível” é um desafio comum no mundo corporativo, mas ela é uma das maiores culpadas pela exaustão mental. Estabelecer limites autênticos, como definir uma hora para desligar o computador e se desconectar do trabalho, pode ser essencial para preservar sua energia mental. A prática de criar “rituais de desligamento”, como um passeio ao ar livre ou uma noite sem verificar e-mails, ajuda a restaurar a criatividade e a clareza mental. Esse tempo de descanso é vital para que o cérebro resolva problemas subconscientemente, permitindo que você acorde no dia seguinte com energia renovada. Fonte: Exame

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Câmara entrega certificados aos novos servidores após jornada de capacitação da Escola do Legislativo

 foto: Dicom/CMM  Escola do Legislativo promoveu uma série de encontros, palestras e visitas institucionais para qualificação dos servidores Os novos servidores da Câmara de Maceió receberam, na manhã desta sexta-feira (16), o certificado de formação após a conclusão da Jornada de Integração promovida pela Escola do Legislativo. O presidente da Câmara, Chico Filho, conduziu a sessão de entrega ao lado da vice-presidente, vereadora Silvania Barbosa, e do vereador David Empregos. Para Chico Filho, a certeza é de que os servidores estão prontos para escrever uma nova história no Poder Legislativo. “O desafio de estar aqui na Câmara de Maceió é grande e vocês se dedicaram, se comprometeram, se entregaram aos estudos para assumir os respectivos cargos que hoje vocês ocupam. Tenho a certeza de que os novos servidores estão com a responsabilidade de reescrever a história da Câmara Municipal. Tive a oportunidade de junto à Escola do Legislativo propor esse momento de formação para ampliar o conhecimento de vocês aqui na Casa. Esta dinâmica de apresentar aos servidores o Tribunal de Contas, Ministério Público, Tribunal de Justiça e Prefeitura de Maceió reforça o conhecimento de que os poderes são independentes e agem harmoniosamente. Portanto, escrevam uma história bonita aqui na Câmara de Maceió”, declarou Chico Filho. A vereadora Silvania Barbosa parabenizou os novos servidores e disse ter a certeza de que “todos estão à vontade para trabalhar e produzir em benefício da Câmara”. O vereador David Empregos comentou que já esteve no lugar dos servidores, foi concurseiro, e a chegada deles é uma demonstração de que as oportunidades não foram desperdiçadas. Receberam os certificados: Elvis Silveira (procurador legislativo); Bruna Camerino, Clara Maria Remígio, Thais Nobre, Felipe Otávio, Karen Cezário, Leonardo Miranda, Paulo Roberto Calheiros e Rodrigo Henrique Oliveira, aprovados no concurso para analista legislativo; Juliana Santos, Layne de Souza, Lucas Henrique e Marques Venâncio; do apoio administrativo; e Carlos Eduardo dos Santos, Felipe Marques, Maria Clara Mendes; e Yury da Silva, do apoio legislativo. Os servidores Clara Maria, Felipe Otávio, Bruna Camerino, Elvis Silveira e Leonardo Miranda usaram a palavra em plenário para endossar o compromisso da Mesa Diretora da Câmara e da Escola do Legislativo na promoção de atividades de integração, qualificação e conhecimento sobre os desafios no âmbito do Poder Legislativo. A Jornada de Integração e Formação foi conduzida pelo coordenador-geral da Escola do Legislativo, Rodolfo Barros, com atenção do superintendente da Câmara, Gustavo Rodrigues, e apoio e acompanhamento da Diretoria de Comunicação, coordenada pelo jornalista Alexandre Lino.  Álbum de Imagens

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Pesquisa analisa DNA do brasileiro e descobre que país tem a maior diversidade genética do mundo; veja na sua região

Pesquisa é o primeiro sequenciamento completo de larga escala no país. Foram encontrados 8,7 milhões de variações genéticas que nunca tinham sido catalogadas, resultado de miscigenação de negro, índio e europeu. Variações encontradas também estão ligadas a doenças. O Brasil começou com índios, foi invadido por europeus que forçaram a vinda de povos africanos sob a condição de escravos. Essa é a história que está nos livros, mas uma pesquisa inédita revelou que é mais do que isso: está no nosso DNA. O estudo mostra que o Brasil é o país com a maior diversidade genética do mundo. A pesquisa realizou, pela primeira vez, o sequenciamento completo e em larga escala do genoma da população brasileira. Foram analisados 2,7 mil brasileiros de todas as regiões do país, incluindo comunidades urbanas, rurais, ribeirinhas e indígenas. Para entender: o DNA humano é 99,9% idêntico entre todas as pessoas. É no 0,1% restante que estão as pequenas variações que nos tornam únicos. O genoma, que é o conjunto completo do DNA de uma pessoa, é formado por 3 bilhões de bases. A pesquisa, publicada nesta quinta-feira (15) na revista Science, analisou todas as bilhões de bases de cada uma das 2,7 mil pessoas. O resultado mostrou que o DNA do brasileiro é como um mosaico por causa das ancestralidades e, por isso, o mais diverso do mundo. Além disso, o estudo descobriu que o DNA conta a história: Foram encontrados registros de povos indígenas exterminados na colonização, mas que ainda seguem vivos no DNA. Combinações de genomas africanos não encontrados na África porque só se misturaram no Brasil, onde foram trazidos como escravos. E rastros que mostram que o cromossomo paterno tem descendência europeia, enquanto as linhas maternas são africana ou indígena – resultado da violência sexual na colonização. Pela primeira vez uma pesquisa se debruça de forma tão detalhada para entender essa identidade e o que descobrimos é que a a história do brasileiro está no seu DNA. — Kelly Nunes, pesquisadora que liderou o estudo. Brasil é uma mistura de descendências africana, indígena e europeia — Foto: Fabio Tito/g1 Mas é mais do que isso. O estudo pode acabar com o apagão de dados sobre o país e trazer esperança. A descoberta de doenças raras, estudos sobre por que algumas doenças são mais comuns que outras e até tratamentos são feitos com a ajuda de pesquisas que olham a genética. Só que toda a referência era europeia e americana, formada, majoritariamente, por pessoas brancas – um retrato bem diferente do Brasil. Para se ter uma ideia, os pesquisadores encontraram 8,7 milhões de variações genéticas que nunca tinham sido catalogadas. Entre elas, genes associados a doenças como pressão alta, colesterol alto, obesidade, malária, hepatite, gripe, tuberculose, salmonelose e leishmaniose. Os mais de 500 anos de miscigenação dessas populações ancestrais deram origem ao brasileiro de hoje que é um mosaico de diversas frações desse genoma. A partir dessa pesquisa, vamos poder estudar a saúde da nossa população. — Lygia da Veiga Pereira, uma das autoras da pesquisa. No país, com base no estudo, 60% das pessoas têm ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena. A ancestralidade varia por região no país. (Veja no mapa abaixo) Veja predominância genética por região — Foto: Arte/g1 A miscigenação na história e no DNA do brasileiro Os dados genéticos revelam a complexa rede social e étnica que se formou no Brasil ao longo dos últimos 500 anos. A nossa história, agora comprovada também pelo DNA, é marcada por encontros forçados, violência e apagamentos. O país se forma a partir dos povos indígenas, nossos ancestrais originários. Com a chegada dos portugueses no século XVI, tem início a invasão do território, que abre espaço para a entrada de outros grupos europeus. Esse processo resultou no extermínio de boa parte das comunidades indígenas da época. Durante a colonização, milhões de africanos de diferentes regiões do continente foram trazidos ao Brasil sob a condição de escravizados. O que a pesquisa mostra é que essa história não está só nos livros, mas no traço do DNA que nos faz únicos e que é justamente essa história que nos faz tão miscigenados. A pesquisa descobriu, por exemplo, que apesar de 90% dos povos originários terem sido extintos com a vinda dos europeus, eles seguem vivos nos brasileiros atuais, na forma de fragmentos de seus genomas. Um outro achado é que foram encontradas combinações de genomas africanos não encontrados naquele continente por serem povos geograficamente distantes. Retirados à força da África, eles acabaram se encontrando no Brasil e se misturaram. Além disso, o estudo trás um retrato da violência sexual no processo de colonização e que, até agora, está em nosso DNA. O estudo apontou que a maioria das linhagens do cromossomo Y, que é herdado dos homens, era vindo de europeus (71%), enquanto a maioria das linhagens mitocondriais, que são herdadas das mulheres, era africana (42%) ou indígena (35%). Isso é resultado de um cruzamento que não é natural, reflexo da violência que indígenas e mulheres escravas sofreram. É o DNA confirmando aquilo que a história já contava. Uma cicatriz de violência do nosso país. — Lygia Pereira, pesquisadora e uma das autoras. Recorte por região A pesquisa é a mais abrangente já feita no país porque, justamente, colheu dados de moradores de Norte a Sul do Brasil. O estudo mostra que o processo de miscigenação se intensificou entre 1750 e 1785, com a corrida do ouro, que trouxe milhares de portugueses ao país em busca de riqueza. Depois, com a expansão dos bandeirantes pelo interior do país. As primeiras misturas começaram nas regiões Nordeste e Sudeste. Depois, se expandem para o sul do Brasil e por último no Norte. A pesquisa organizou os dados por macrorregião, criando perfis genéticos com base na ancestralidade local e mostra que: O Norte tem a maior proporção de ancestralidade indígena. O Nordeste se destaca pela presença mais expressiva da ancestralidade africana. O Sul tem uma predominância maior de origem europeia, principalmente do sul da Europa. O Centro-Oeste e Sudeste apresentam maior diversidade e mistura das três origens.   Apesar disso, as proporções variam inclusive dentro das regiões. A nossa análise aborda de norte

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Câmara aprova moção coletiva de pesar pela morte do empresário Enaldo Marques

Foto: Dicom/CMM Proprietário da Grafmarques e vice-presidente da Associação Comercial de Maceió faleceu nesta quinta-feira (15) A Câmara Municipal de Maceió aprovou, na sessão desta quinta-feira (15), uma moção coletiva de pesar pela morte do empresário Enaldo Marques. Proprietário da Grafmarques e vice-presidente da Associação Comercial de Maceió e da Federalagoas, ele faleceu na madrugada, em decorrência de um câncer. O presidente Chico Filho lembrou que Enaldo era paranaense e possuía o título de cidadão maceioense, concedido pela Câmara, ao qual fez jus em sua trajetória de vida. Ele começou a empreender em Santana do Ipanema em meados dos anos 1980 e passou a ser um incentivador do comércio e do desenvolvimento econômico do Estado, vindo em seguida morar e trabalhar na capital. “Enaldo recebeu o título de cidadão, de autoria do vereador Eduardo Canuto, por ser um maceioense de coração. Ele foi um ser humano fantástico, um homem bom, cortês. Todos conheceram o caráter do Enaldo. Sinto muito por essa perda e desejo meus sinceros sentimentos à família. Ele deixa um legado de quem só fez o bem”, destacou Chico. O empresário era apaixonado pelo CRB. Foi presidente do Conselho Deliberativo e do Comitê Gestor, além de ser um dos responsáveis pelo resgate do clube, coroando com uma sequência histórica de títulos e conquistas. O vereador Galba Netto também prestou a última homenagem ao empresário, que considerou como uma figura humana fantástica. “Um grande empresário, gerador de empregos, amigo dos amigos, que infelizmente nos deixou. Ele realizou brilhantes serviços e deu uma contribuição fantástica a nossa sociedade”, afirmou. As falas foram reforçadas pelos vereadores Eduardo Canuto, Milton Ronalsa, Rui Palmeira, Kelman Vieira e Teca Nelma.

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Centro Epecializado em Reabilitação Auditiva entrega mais de 200 aparelhos auditivos em Delmiro Gouveia

Mais de 200 próteses já foram entregues desde a implantação do programa, reforçando o compromisso com a saúde auditiva no Alto Sertão Alagoano.   O Centro Especializado em Reabilitação Auditiva e Física (CER), localizado em Delmiro Gouveia, realizou a entrega de 61 pares de aparelhos auditivos para pacientes que aguardavam ansiosamente pela oportunidade de voltar a ouvir com qualidade. Referência em toda a região do Alto Sertão Alagoano, o CER conta com exames de última geração para um diagnóstico preciso da deficiência auditiva, além de atuar na reabilitação dos pacientes que necessitam desse cuidado. Desde a implantação do programa de aquisição de próteses auditivas, mais de 200 aparelhos já foram entregues à população. “A cada entrega, renovamos o compromisso de fazer cada vez melhor pela saúde da nossa população”, destacou o fonoaudiólogo Daniel Coutinho. O CER oferece serviços nas modalidades auditiva e física, com equipe multiprofissional e uma estrutura completa. Entre os atendimentos realizados estão consultas especializadas em ortopedia, exames como BERA, audiometria vocal e tonal, imitanciometria, avaliação comportamental e teste da orelhinha. A unidade, que fica localizada no Bairro Eldorado, funciona, de segunda à sexta, sob a direção de Juliana Neório Gonzaga Freire, que tem conduzido os trabalhos com dedicação e excelência, garantindo o acesso da população a serviços de saúde de qualidade. Com iniciativas como essa, o CER segue fazendo a diferença na vida de quem mais precisa, proporcionando escuta, dignidade e qualidade de vida. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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Mesmo com 900 mil autistas em salas comuns, escolas não têm protocolo seguro para lidar com episódios de agressividade

Em apenas dois anos, entre 2022 e 2024, o número de alunos com autismo matriculados em escolas comuns mais do que dobrou no Brasil: saltou de 405 mil para 884,4 mil, mostram os dados do Censo Escolar, divulgados em abril pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O avanço da inclusão, previsto em lei, obviamente tem de ser celebrado: a convivência de estudantes com e sem deficiência traz benefícios sociais e cognitivos a todos da turma. Mas é preciso lembrar que não basta garantir a presença de uma criança autista na sala de aula comum — é dever das redes de ensino e das escolas fazer adaptações no currículo, no espaço físico e nas avaliações, além de dar suporte aos professores e formá-los adequadamente. Notícias como estas a seguir, publicadas no g1 neste ano, evidenciam um dos muitos obstáculos para que a educação seja, de fato, inclusiva: instituições de ensino, em geral, não sabem lidar com episódios de agressividade que alguns indivíduos com TEA podem apresentar. Veja: Quando a rede de ensino e o colégio não proporcionam a formação adequada aos funcionários, os dois cenários possíveis tornam-se arriscados: se ninguém intervir, o aluno com TEA pode bater a cabeça na parede, por exemplo, e se ferir gravemente; caso alguém use força física para segurar o estudante, pode machucá-lo e desestabilizá-lo ainda mais.   ➡️Todos ficam inseguros: os pais do aluno autista temem que ele se machuque, os familiares dos coleguinhas podem desenvolver uma resistência à presença de pessoas com deficiência na sala de aula, e os professores trabalham sob (mais uma) condição de estresse. Por isso, especialistas defendem a urgência em preparar toda a comunidade escolar para agir da maneira correta e no momento certo, de forma a evitar o início de possíveis crises. “Os alunos que estão hoje na escola estariam institucionalizados nos anos 1980. Felizmente, conseguimos sair do modelo segregado”, afirma Meca Andrade, psicóloga que é referência internacional em intervenção comportamental. “Se formos incluir uma pessoa que tem dificuldades comportamentais que trazem risco para ela mesma e para as outras, sem médicos por perto, precisaremos de habilidades de manejo. Essa é uma nova realidade, que vai chegar também ao mercado de trabalho.”   Alcinda Castor, professora da rede pública de São Paulo, é mãe de um homem autista de 28 anos. “Quando ele era menor, precisava de até 3 adultos para contê-lo na escola. Ninguém recebeu preparo para lidar com isso”, diz. “Ele ficou afastado por 6 meses, porque ninguém mais conseguia segurá-lo.” Como docente, ela afirma também que nunca recebeu a devida capacitação para lidar com crises de estudantes. “Os cuidadores trocam fraldas, as estagiárias preparam as atividades, mas é raro algum profissional ter especialização para saber agir nessas horas. Até hoje, quando meu filho fica assim, eu mesma me tranco no banheiro e espero passar.”   Nesta reportagem, veja: qual é a conduta mais indicada diante das crises; que atitudes podem evitar o agravamento desses episódios; como a união entre família e escola pode ser fundamental na prevenção dos picos de agressividade; que tipo de formação precisa ser oferecida aos professores e demais funcionários.   Atenção: o espectro de sintomas do autismo é amplo e não permite generalizações. Há comportamentos mais comuns, como dificuldades de interação social, problemas na comunicação e alteração nos interesses (como resistência a mudanças de rotinas ou maneiras diferentes de brincar). O “guarda-chuva” do transtorno é amplo: pode abarcar uma criança com nível de suporte 1, por exemplo, que é independente e oralizada, mas que sofre em ambientes ruidosos, e outra de nível 3, que não desenvolveu a fala e que não deixou de usar fraldas. Os episódios de agressividade nem sempre são manifestados: estudos científicos, sem chegar a um consenso, citam prevalências que vão de 8% a 68% na infância. A causa dessas crises também varia — pode ser desencadeada por um distúrbio sensorial, por exemplo, ou pela impossibilidade de comunicar um sentimento. E não é nada relacionado a “caráter”: é preciso combater o estigma de que autistas são agressivos. O fato de entrarem em crise, seja com qual frequência for, não significa que sejam insensíveis ou incapazes de amar. O que diz o MEC? Ao g1, o Ministério da Educação afirma que os cursos de formação oferecidos aos professores focam nas questões pedagógicas, sem priorizar linhas terapêuticas específicas. Diz também que “não cabe nem é desejável uma orientação geral para todos os estudantes com determinada condição diagnóstica” e que o indicado é fazer estudos de caso individuais. O foco, segundo a pasta, deve ser eliminar as barreiras escolares que possam contribuir para as situações de crise.   Qual é a postura correta?   O vídeo abaixo, gravado em 26 de março, em uma escola particular de Campinas (SP), mostra uma professora sentada em cima de um aluno autista para imobilizá-lo. Duas semanas depois, em 11 de abril, a família da criança registrou um boletim de ocorrência contra a docente. Segundo o colégio, não houve agressão, e a contenção exercida estava “em conformidade com procedimento padrão”. Na mesma semana, o Fantástico mostrou outro caso, desta vez, no Rio de Janeiro: um aluno autista de 11 anos, após chutar um equipamento no tatame da escola, levou uma rasteira do professor de capoeira. A mãe denunciou o caso como agressão, enquanto a defesa do docente alegou que “a intervenção consistiu em uma técnica de imobilização, com o único objetivo de impedir novas agressões” e que foi isso o que “garantiu que a criança não sofresse qualquer tipo de lesão”. E é aí que entra um problema jurídico comum nessas situações: no Brasil, não existe nenhuma regulamentação sobre técnicas de contenção em escolas. “É um grande desafio: equilibrar a garantia de que ninguém atente contra a segurança de si próprio e dos demais e, ao mesmo tempo, preservar o direito da criança de não ter seu espaço invadido nem de ser submetida a um tratamento degradante ou desumano. É muito difícil”, explica a defensora pública Renata Tibyriça.   ➡️Meca Andrade, especialista em manejo não segregado, afirma que não existe manobra de contenção adequada quando não há uma normatização no

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Vereadores discutem ações para tratar dependência química e problema das ‘cracolândias’

Parlamentares reforçaram importância de medidas conjuntas entre Município, Estado e União para lidar com a situação Foto: Pedro Sant   A existência das chamadas cracolândias, que se multiplicam pelas cidades brasileiras, e as ações necessárias para tratar a dependência química foram os temas discutidos na sessão desta quarta-feira (14), na Câmara Municipal de Maceió.   O assunto entrou em debate por conta do esvaziamento da cracolândia de São Paulo, noticiado pela imprensa durante todo o dia, resultado de medidas da Prefeitura Municipal e do Estado, segundo apontaram os vereadores Leonardo Dias e Thiago Prado.   O vereador Leonardo Dias lembrou que Maceió possui áreas similares, como a Praça Sinimbu, no Centro, onde pessoas em situação de rua se reúnem em torno do consumo de álcool e outras drogas. Ele disse que fará uma visita a São Paulo ainda este mês para conhecer as ações que podem ser replicadas na capital alagoana.   “Estamos fazendo um trabalho na Praça Sinimbu para buscar entender as dificuldades que as pessoas enfrentam. E São Paulo tem tido uma abordagem interessante, humana, de dar a possibilidade de as pessoas reconquistarem sua autonomia. Aqui em Maceió, tenho conversado com o secretário de Saúde, Mourinha, sobre o planejamento para conduzir esse trabalho”, explanou.   O vereador Thiago Prado anunciou que o Município de Maceió pretende criar o segundo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD), para se somar a outras estratégias de enfrentamento à dependência química.   Ele reforçou a importância do trabalho conjunto entre Município, Estado e União para resolver o problema das drogas e das regiões que se tornaram cracolândias. “Temos que enfrentar com estratégia. Em São Paulo, não foi o ponto final, talvez em ruas adjacentes ainda tenham usuários, mas o fato é que um braço da segurança pública agiu muito bem, junto a um braço da assistência social com a saúde pública. A solução parte da união de todos os entes federativos”, defendeu.   O anúncio do novo Caps AD recebeu uma observação da vereadora Teca Nelma, que cobrou mais investimentos no setor. Ela disse que o equipamento conta com um orçamento baixo e pediu aos vereadores que direcionem mais recursos para saúde e assistência social no orçamento do Município para o próximo ano. Fonte: Câmara Municipal de Maceió

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Ziane Costa concede reajuste acima do piso nacional para profissionais da educação de Delmiro Gouveia

Projeto de lei será enviado à Câmara ainda nesta terça-feira; reajuste municipal ultrapassa os 6,27% estabelecidos pelo Governo Federal.   A prefeita de Delmiro Gouveia, Ziane Costa, anunciou nesta terça-feira, 13, o envio de um projeto de lei à Câmara de Vereadores que concede um reajuste salarial de 11% aos profissionais da educação, concursados, da rede municipal de ensino. A proposta será votada na próxima quinta-feira, 15, e representa um passo importante na valorização dos profissionais da educação no município. O índice anunciado pela prefeita é maior do que o reajuste de 6,27% definido pelo Ministério da Educação (MEC) para o piso nacional do magistério em 2025. Durante o anúncio feito nas redes sociais, Ziane Costa destacou que a medida reforça o compromisso da gestão com os profissionais da educação e com a qualidade do ensino no município: “É com muita alegria que estou aqui para dizer a todos que fazem a educação do nosso município que estarei encaminhando à Câmara dos Vereadores um projeto de lei com reajuste salarial de 11%. Continuaremos juntos, de mãos dadas, fortalecendo cada vez mais a educação do nosso município.” A expectativa é de que o projeto seja aprovado pelos vereadores, garantindo que o novo reajuste seja aplicado o mais rápido possível. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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Prefeitura de Maceió oferece tratamento contínuo a pacientes em domicílio

Sem folga: equipe de saúde atende acamados todos os dias. Foto: Cortesia   Atendimento domiciliar garante cuidados especializados a pacientes acamados em Maceió Pacientes do SUS que tiveram alta hospitalar, mas ainda precisam de acompanhamento médico e cuidados específicos em casa, podem contar com o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), ofertado pela Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. O programa segue as diretrizes do “Melhor em Casa”, do Ministério da Saúde, e visa oferecer suporte a pessoas com condições como AVC, feridas de difícil cicatrização e outras doenças crônicas agravadas, promovendo reabilitação e evitando internações prolongadas. As equipes do SAD realizam visitas diárias, inclusive aos domingos, com o objetivo de garantir continuidade ao tratamento iniciado no hospital e melhorar a qualidade de vida dos pacientes em casa. A iniciativa assegura uma transição segura do hospital para o ambiente domiciliar, especialmente para pessoas acamadas. De acordo com a coordenadora geral do SAD, Júlia de Carvalho, o atendimento é temporário e mantido até que o paciente apresente melhora clínica. Durante esse período, os cuidadores também recebem treinamento especializado da equipe de saúde. “O cuidador passa a integrar a nossa equipe. Com orientação e capacitação, garantimos um cuidado seguro, confortável e eficaz dentro do lar, evitando complicações e reduzindo a permanência em hospitais e UPAs”, explica Júlia. Atualmente, dez equipes do SAD atuam em todas as regiões de Maceió. Nove delas são compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, que fazem o primeiro contato e acompanham semanalmente os casos. Já a equipe de apoio multidisciplinar (EMAP) reúne profissionais como assistente social, psicólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, odontólogo e fonoaudiólogo, oferecendo suporte a pacientes com dificuldades motoras severas, feridas complexas, ou que usam aparelhos respiratórios e medicamentos injetáveis. Além do atendimento direto, o SAD mantém articulação com hospitais e UPAs da capital. Os profissionais identificam, dentro das unidades, pacientes com alta prevista e agendam visitas para avaliar as condições e iniciar o acompanhamento em casa. Quando necessário, também recebem encaminhamentos da Atenção Primária à Saúde. O serviço é aberto à população, desde que o paciente atenda aos critérios exigidos. A solicitação pode ser feita presencialmente na sede do SAD, localizada na Rua Barão de Alagoas, 311, Centro, ou pelos telefones (82) 3315-5464 e (82) 99612-6579. Para o cadastro, é necessário apresentar documentos pessoais, cartão SUS, comprovante de residência e ter um cuidador responsável. Caso o paciente não se enquadre nos critérios, será redirecionado para outra unidade de atendimento, garantindo o cuidado adequado por meio da Rede de Atenção à Saúde. Redação: ANH/AL

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