No X (antigo Twitter), usuários do banco Bradesco relataram problemas para fazer login e pagamentos. O nome do banco está no trends tops da rede social (Crédito: Reprodução)
O apagão cibernético global que ocorreu nesta sexta-feira (18/7) afetou diversos países e teve repercussões nas operações bancárias no Brasil. Nos primeiros momentos do dia, vários bancos e fintechs brasileiros enfrentaram problemas de instabilidade em seus aplicativos.
De acordo com as queixas registradas no Downdetector, ao menos quatro instituições financeiras — Banco Pan, Bradesco, Neon e Next — enfrentaram dificuldades em seus canais digitais.
No X (anteriormente Twitter), clientes do Bradesco relataram problemas ao tentar fazer login e realizar pagamentos. O banco se tornou um dos tópicos mais discutidos na rede social. Em resposta, o Bradesco informou ao Correio que suas equipes estão trabalhando para resolver a situação rapidamente e que os terminais de autoatendimento continuam funcionando normalmente.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) declarou que a maioria das instituições financeiras já recuperou seus serviços, e as que ainda estão enfrentando problemas estão em processo avançado de normalização para restabelecer o funcionamento total (veja a nota completa abaixo).
Os bancos do Brasil, Caixa Econômica e Itaú confirmaram que seus aplicativos estão operando normalmente. O Nubank também afirmou que seus serviços seguem funcionando, mas mencionou que houve um aumento no tempo de resposta dos canais de atendimento ao cliente.
Nota da Febraban:
“A maioria das instituições financeiras brasileiras já regularizou seus serviços, e as que ainda estão enfrentando dificuldades estão avançando para garantir a normalização rápida. Alguns sistemas foram temporariamente afetados por uma atualização do antivírus Crowstrike, mas isso não comprometeu significativamente a prestação de serviços.”
Apagão Global:
Na manhã desta sexta-feira (19/7), problemas técnicos foram registrados em vários países, afetando companhias aéreas, empresas ferroviárias, telecomunicações e serviços de saúde e bancários.
George Kurtz, CEO da CrowdStrike, informou que a causa do apagão já foi identificada e está sendo solucionada. A empresa, responsável por um antivírus utilizado em sistemas Microsoft, enfrentou um problema após uma atualização do software, que impactou sistemas globalmente.
Redação ANH/DF









