Cidadania Alagoas

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Solo da mina 18 afunda 12,5 cm nas últimas 24h; Defesa Civil mantém alerta

Foto: Paulo Nemezio/Reprodução Um novo boletim divulgado na manhã deste domingo (10), a Defesa Civil informou que o afundamento do solo da mina no Mutange chegou a 12,5 centímetros nas últimas 24 horas. O deslocamento total é de 2,35 metros. Veja, abaixo, as últimas atualizações sobre a mina 18. De acordo com o boletim divulgado às 09h deste domingo (10), a velocidade vertical é de 0,52 cm por hora. No boletim anterior, divulgado às 17h do sábado (09), a velocidade chegou a 0,54 cm/h; Estado de alerta para risco de colapso. A Defesa Civil mantém o nível operacional e orienta que moradores não transitem na área desocupada. “Medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, ressalta o órgão; Lagoa avança sobre a mina. Nova imagem registrada por Paulo Nemezio mostra a dimensão do avanço das águas da laguna Mundaú diante do afundamento da mina da Braskem. Foto: Paulo Nemezio/Reprodução A Defesa Civil considera que o peso da água sobre a área não deve fazer a mina ruir, mas que pode potencializar o problema. O trecho em que o colapso é iminente equivaleria ao tamanho de uma piscina olímpica e meia, compreendendo o local onde funcionava o antigo campo de treinamento do CSA, e parte da Lagoa Mundaú, beirando a Avenida Major Cícero de Góes Monteiro. A Braskem tem licença suspensa para demolir imóveis. O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas suspendeu a licença que a Braskem possui para demolir aproximadamente 14 mil imóveis desocupados em Maceió. Advocacia-geral da União vai revisar acordos feitos com a Braskem em Alagoas. A AGU enviará a Maceió (AL), até a próxima terça-feira (12), uma equipe de advogados públicos da Procuradoria-Geral da União (PGU) para avaliar a possibilidade de repactuação de acordos já firmados com a empresa Braskem. Fonte: ANH/AL

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Velocidade de afundamento de mina aumenta nas últimas 24 horas

© UFAL Defesa Civil mantém alerta de risco de colapso no bairro Mutange   Uma atualização da Defesa Civil de Maceió, divulgada na manhã deste sábado (9), informa que o afundamento da mina nº 18, que era operada pela mineradora Braskem, atingiu 2,16 metros (m), a uma velocidade de 0,35 centímetros por hora (cm/h). No acumulado das últimas 24 horas, o solo cedeu 8,6 centímetros na região, segundo o órgão. No boletim anterior, divulgado na tarde de sexta-feira (8), a velocidade de afundamento da mina era menor, de 0,21 cm por hora, apresentando um movimento de 5,2 cm ao longo de 24 horas. Por causa disso, a Defesa Civil mantém o nível de alerta para o risco de colapso da mina, que fica na região do antigo campo do CSA, no bairro Mutange, região oeste da capital. “Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo”, alerta a nota. Uma nota conjunta divulgada pelas coordenações de Defesa Civil municipal, estadual e federal, na sexta-feira, e reproduzida pela Braskem, concluiu que o risco de colapso do solo “atinge restritamente uma área com diâmetro aproximado de 78 metros, correspondente a três vezes o raio da cavidade 18. A mesma nota conclui que o trecho em que o colapso poderia ocorrer equivale ao tamanho de uma piscina olímpica e meia”. “A Braskem continua mobilizada e informa que a área de serviço na região está isolada. A desocupação completa dessa área – chamada “área de resguardo”- foi concluída em abril de 2020. O monitoramento sísmico prossegue, com todos os dados compartilhados com as autoridades em tempo real”, informa a empresa. Entenda O desastre na capital alagoana foi causado pela exploração de sal-gema, em jazidas no subsolo abertas pela Braskem. O sal-gema é um tipo de sal usado na indústria química. Falhas graves no processo de mineração causaram instabilidade no solo. Ao menos três bairros da capital alagoana tiveram que ser completamente evacuados em 2020, por causa de tremores de terra que abalaram a estrutura dos imóveis. Nas últimas semanas, o risco iminente de colapso do solo tem mobilizado autoridades. Fonte: Agência Brasil    

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Aprovado PL que assegura gratuidade na renovação e 2ª via da CNH para maiores de 60 anos

Alagoas tem mais de 109 mil idosos aptos a dirigir | Foto: Fellipe Yuri /Ascom Detran Para que o idoso tenha direito a essa isenção deverá apresentar documento pessoal que comprove a idade.   Foi aprovado em 1º turno, por unanimidade, nesta quinta-feira (07), na Assembleia Legislativa de Alagoas, o Projeto de Lei (PL) que isenta de taxas e tarifas do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL), as pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. De acordo com o projeto, de autoria do deputado estadual Mesaque Padilha (União Brasil), a isenção seria para o serviço de emissão de 2ª via e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). E Projeto é de autoria do deputado estadual Mesaque Padilha. Foto: Assessoria Ainda de acordo com o projeto, para que o idoso tenha direito a essa isenção deverá apresentar documento pessoal que comprove a idade. O Estatuto do Idoso garante diversos benefícios e direitos, mas há algumas lacunas normativas quanto alguns benefícios, razão pela qual o projeto foi apresentado.  “No Estado de Alagoas já é realidade a gratuidade dos transportes coletivos públicos urbanos assegurada aos idosos, contudo, aqueles que ainda dirigem não foram contemplados”, afirmou o deputado Mesaque.  O projeto será discutido e votado em 2º turno na próxima semana.

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fundamento do solo de mina em Maceió já passa de 2 m de profundidade

© Cibele Tenório/Agência Brasil Alerta de risco continua válido, segundo a Defesa Civil O solo da Mina 18 da petroquímica Braskem, no bairro do Mutange, em Maceió, já afundou mais de 2 metros (m) desde o último dia 29, quando a Defesa Civil municipal emitiu um alerta, apontando o “risco iminente de colapso” da estrutura, e recomendou o bloqueio do acesso de pessoas à região. Em nota divulgada nesta sexta-feira (8), a Defesa Civil municipal informou que, entre a tarde de quarta-feira (6) e a desta quinta-feira (7), o solo afundou a 0,23 centímetro (cm) por hora, tendo se movimentado verticalmente 5,7 cm. Com isso, a profundidade atingiu 2,06 m no fim da tarde de ontem. Ainda segundo o órgão municipal, o alerta de risco da mina de onde a Braskem extraía sal-gema segue válido, pois o solo continua afundando, conforme indicam análises sísmicas do terreno. “Por precaução, a recomendação é clara: a população não deve transitar na área desocupada até uma nova atualização da Defesa Civil, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo.” Em uma nota divulgada hoje, a Braskem assegura que “a movimentação do solo registrada nos últimos dias, em um local específico do bairro do Mutange […] se dá em um trecho da área 100% desocupada desde abril de 2020 e que segue sob monitoramento constante”. De acordo com a empresa, cerca de 40 mil moradores de áreas identificadas como de risco já foram realocados desde 2019, quando a extração de sal-gema foi paralisada. Os últimos 23 imóveis que permaneciam ocupados foram desocupados na semana passada. Na nota, a empresa ainda reafirma o compromisso de garantir a integridade “de todos os moradores da cidade de Maceió”. “Nossa prioridade continua sendo a segurança das pessoas”, afirma a Braskem ao elencar uma série de ações que afirma ter realizado, incluindo a paralisação definitiva da extração de sal na região, em maio de 2019. Nesta terça-feira (5), o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA-AL) autuou a Braskem em mais de R$ 72 milhões por omissão de informações, danos ambientais e pelo risco de colapso e desabamento da Mina 18. Esta foi a 20º multa que o instituto aplicou à empresa. Fonte: Agência Brasil

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Casa do Empreendedor Sebastião Bezerra ganha Selo Ouro de Referência em Atendimento

Na última terça-feira (05/12), a Casa do Empreendedor Sebastião Bezerra, de Delmiro Gouveia, recebeu o Selo Ouro de Referência em Atendimento do SEBRAE. A solenidade de entrega do reconhecimento ocorreu na capital Maceió com a presença da prefeita Ziane Costa. O Selo SEBRAE Referência em Atendimento é uma metodologia de avaliação para reconhecer, em nome do Sebrae, a qualidade dos atendimentos e serviços prestados pelas Salas do Empreendedor e parceiros da rede parceira de atendimento aos empreendedores locais. Por meio de uma metodologia de avaliação baseada em critérios qualitativos e quantitativos, são geradas pontuações com o objetivo de atribuir categorias de qualidade aos parceiros participantes, sendo levadas em consideração a prospecção, atendimento e pós-atendimento, tanto nas interações presenciais, quanto remotas. “O alcance do Selo Ouro demonstra ainda mais nosso apoio, compromisso e parceria com os empreendedores e a população de Delmiro Gouveia. Essa é mais uma conquista de grande importância para o nosso município. Meus agradecimentos a toda equipe da Casa do Empreendedor”, realçou a prefeita Ziane Costa. A Casa do Empreendedor Sebastião Bezerra é um ponto exclusivo de apoio aos empreendedores delmirenses. No local, são oferecidos mais de 18 serviços com orientações, informações e capacitações, além da oferta de linhas de crédito e ponto de atendimento presencial da Receita Federal do Brasil. Fonte: SECOM Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia

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Prefeita Ziane Costa anuncia distribuição de quatro mil cestas de Natal em Delmiro Gouveia

A prefeita de Delmiro Gouveia, Ziane Costa, anunciou, nesta quarta-feira, (6), a distribuição de 4 mil cestas natalinas. “Pessoal, muito feliz em dar essa notícia, que vai beneficiar principalmente os que mais precisam. Com recursos próprios do município, estamos garantindo a distribuição de 4 mil cestas natalinas, que irão garantir a ceia das famílias que mais precisam. Está é a nossa missão, trabalhar para melhorar a vida das pessoas”, destacou Ziane Costa. Fonte: ASCOM Prefeitura de Delmiro Gouveia

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Senado aprova empréstimo de US$ 40 milhões para Maceió

Itawi Albuquerque/SECOM   Recursos serão captados junto a banco de desenvolvimento internacional O Senado aprovou nesta terça-feira (5) uma autorização de empréstimos para a cidade de Maceió no valor de US$ 40 milhões junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Alguns bairros da capital alagoana sofrem com o afundamento do solo e risco de colapso de uma mina em razão da exploração de sal-gema pela indústria petroquímica Braskem. O Projeto de Resolução do Senado vai à promulgação. O Fonplata é um banco de desenvolvimento internacional formado por Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. De acordo com o relator do projeto, o senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL), os recursos serão utilizados para a prevenção de catástrofes e para a estabilização de encostas, o que reduzirá o número de habitantes expostos ao risco de deslizamento. Pescadores O governador de Alagoas, Paulo Dantas, esteve em Brasília nesta terça-feira para discutir formas de ajudar a população afetada pela desocupação de vários bairros sob risco de desabamento. Após reunião com o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, ele anunciou o pagamento de um auxílio de R$ 2.640 para cerca de 6 mil pescadores e marisqueiras de Alagoas afetados pelo risco de colapso e desabamento da mina 18 da Braskem. Outro pedido foi a criação de uma mesa de acompanhamento, coordenada pela Advocacia-Geral da União (AGU), para garantir que a Braskem faça o pagamento de uma “indenização justa às famílias”. Segundo o governador Paulo Dantas, a empresa comprou os imóveis da região e também pagou R$ 40 mil em indenização por imóvel. Para o governador, as vítimas não foram “plenamente indenizadas”. Fonte: Agência Brasil

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Prefeito JHC alinha plano de trabalho no Ministério de Desenvolvimento para reduzir danos causados pela Braskem

Prefeito JHC cumpriu agenda ao lado do senador Rodrigo Cunha. Foto: Cortesia Gestor também buscou apoio da Caixa Econômica para diminuir déficit habitacional em Maceió O prefeito de Maceió, JHC, alinhou planos de trabalho com o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) com o intuito de diminuir os danos causados pela Braskem, em Maceió. A reunião com o ministro Waldez Góes fez parte de extensa agenda que o prefeito cumpriu nesta segunda-feira (04), em Brasília. “Nossa vinda a Brasília foi para dar continuidade ao trabalho emergencial que está sendo feito e também planejarmos a nossa cidade para o futuro. A emergência, claro, é cuidar de pessoas, é assegurar a vida das pessoas, a segurança alimentar dessas famílias e depois reconstruirmos o futuro da nossa cidade. E para isso nós precisamos de apoio, de unidade e de união”, disse JHC. Na sexta-feira (01), o Ministério reconheceu a situação de emergência da capital alagoana. Com esta reunião de alinhamento no Ministério, a Prefeitura de Maceió terá acesso a diversas políticas públicas também em outros ministérios. Nesta segunda-feira JHC também se reuniu com representantes da Caixa Econômica Federal para buscar parceria, e através do Programa Minha Casa, Minha Vida, reduzir o déficit habitacional em Maceió. Com o afundamento dos bairros provocado pela Braskem, a capital alagoana teve mais de 20 mil imóveis desocupados e muitos maceioenses precisaram se mudar para outras cidades. JHC cumpriu a agenda ao lado do senador Rodrigo Cunha. Fonte: https://maceio.al.gov.br/

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Escolas são desocupadas e Prefeitura monta base de acolhimento para famílias no Bom Parto

Arquivo/ Ascom Semed O Gabinete para o Enfrentamento da Crise gerada pela possibilidade de colapso da mina 18 determinou o retorno das atividades normais nas escolas e em todas as demais secretarias municipais. Em paralelo, a Prefeitura segue em estado de alerta e irá montar uma base de acolhimento e proteção dos moradores no campo do Bom Parto. Nesta segunda-feira (04), as seis escolas que estavam estruturadas para receber as famílias dos bairros mais próximos da mina da Braskem passam por reorganização para a retomada das aulas na terça. Os colchões, kits de higiene e outros itens de necessidade básica que estão nas salas permanecem no local de forma preventiva. As 15 pessoas recebidas na Escola Pompeu Sarmento serão encaminhadas para a Casa de Passagem Familiar. E dos 50 ônibus escolares que estavam em regime de sobreaviso para o atendimento da população, 48 retomam as atividades de transporte dos estudantes. Maceió manterá duas ambulâncias para situação emergencial relacionada ao afundamento, e irá devolver cinco veículos disponibilizados pelos Municípios de Maragogi, Pilar e Campo Alegre. Também ficam no regime de plantão duas equipes do Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (DMTT), duas da Guarda Municipal, dois carros-pipas para o caso de desabastecimento de água nos bairros e duas caçambas. “Maceió volta parcialmente à normalidade porque os indicadores técnicos mostram que é possível fazer esse trabalho, mas vamos manter as equipes em estado de atenção. A desocupação das áreas de risco está mantida e o decreto de emergência também está mantido pelo período de 180 dias”, destacou o coordenador do Gabinete, Claydson Mourinha. Base de acolhimento Os moradores da região próxima à mina 18 terão à disposição a partir desta semana uma base de acolhimento e proteção no espaço conhecido como campo do Bom Parto. A estrutura irá funcionar enquanto estiver em vigor o decreto de emergência publicado pelo prefeito JHC e validado pelo governo federal. O atendimento será das 8h às 20h, de segunda a sexta, com ações de assistência social, saúde, assistência psicológica, biblioteca móvel, saúde animal, atendimento à mulher e orientações da Defesa Civil. A Autarquia de Limpeza Urbana também irá manter equipes na região durante o horário de funcionamento da base, bem como haverá segurança e orientação de trânsito pelo DMTT e Guarda Municipal. O atendimento também irá contar com a atuação de voluntários da Cruz Vermelha em Maceió. Fonte: TNH1

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Defesa Civil: água avança contra rachaduras da mina 18, mas desastre deve ser menor que o especulado

Foto: Charles Northrup e Bruno Protasio Com o afundamento do solo e o risco iminente de colapso, a água da Lagoa Mundaú avançou e já cobre algumas rachaduras na região da mina 18 no Mutange, próxima ao antigo Centro de Treinamento do CSA. A informação foi repassada pelo coordenador da Defesa Civil de Alagoas, coronel Moisés Melo. Desde o início da semana, a área sofre com essa possibilidade por conta da extração de sal-gema, feita pela Braskem. Entenda o que está acontecendo no solo de Maceió. O órgão estadual também está em alerta e realiza o monitoramento com fotos do local, em média, três vezes por dia, sempre com foco no poço, o qual uma parte está dentro da lagoa e outra, até então, fora. As imagens abaixo, que mostram o estreitamento visível, foram registradas na manhã deste domingo, 03, por volta das 7h30. Segundo o coronel Moisés, o dolineamento chega à superfície em forma de cone. Mesmo com um ritmo mais lento, cerca de 0,7 cm por hora atualmente, o afundamento continua avançando. “Isso pode ser que a situação esteja se acomodando. Se houver ruptura brusca, a água da lagoa vai preencher toda a caverna”. Moisés ainda disse que, provavelmente, o desastre deve ter proporções menores do que o que foi inicialmente especulado. “Não temos previsão de hora, mas o local é pontual, é na lagoa. Não vai atingir a cidade, não vai ter terremoto, não vai ter tsunami”, finalizou. Por: ANH/AL

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