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John Textor volta a criticar CBF após polêmicas entre Flamengo x Palmeiras: ‘Ridículo’

noticiasaominuto.com.br Após mais uma rodada de Campeonato Brasileiro marcada por polêmica envolvendo a arbitragem e o VAR, o dono da SAF do Botafogo, John Textor, fez mais uma publicação criticando a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e afirmou que a única solução é a criação de uma liga de clubes no País. A postagem foi feita através do seu Instagram oficial. Textor compartilhou um vídeo que mostra um comparativo de dois lances, um com cartão vermelho e o outro não. O primeiro foi a expulsão de Gregore, do Botafogo, contra o Bahia na Copa do Brasil. O segundo lance é a não expulsão de Eric Pulgar, do Flamengo, em duelo contra o Palmeiras, que aconteceu no último fim de semana.   Além dos lances, o vídeo compartilhado pelo empresário americano destaca a fala de Abel Ferreira em coletiva após o jogo, quando chamou o VAR usado pela CBF de “arcaico” e que ele não acredita nas decisões tomadas pela arbitragem a partir da análise de vídeo. “Ridículo. Nos dois casos. A CBF não é capaz de gerenciar o nosso Brasileirão. Nós precisamos da criação de uma liga de clubes”, diz a legenda da publicação. O episódio é mais um para a conta de Textor contra a CBF e a arbitragem brasileira. O tema já virou caso de Justiça. A pedido do próprio dono da SAF botafoguense, uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi criada no Senado Federal para avaliar as denúncias do empresário. Fonte: ANH/AL

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Vinícius Júnior rejeita proposta do futebol saudita; multa do Real de R$ 6 bilhões

noticiasaominuto.com.br   Candidato à Bola de Ouro e ao prêmio de melhor jogador do mundo na última temporada, Vinícius Júnior recebeu proposta bilionária do futebol saudita para se tornar o maior nome da liga e da Copa do Mundo de 2034, que acontecerá no país árabe. O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) sinalizou com a oferta, mas o atacante do Real Madrid rejeitou nesse primeiro momento.   Segundo informações do site The Athletic, o fundo procurou os representantes do atleta para apresentar a proposta, que o transformaria no embaixador do Mundial da Arábia Saudita e no atleta mais bem pago do mundo. A oficialização do país saudita como sede da Copa só acontecerá em dezembro, no congresso da Fifa, mas a candidatura da Arábia Saudita concorre sozinha até o momento.   Nem Real Madrid e nem Vini Jr. se mostraram interessados na transferência neste momento. Por parte do clube, uma negociação só ocorreria caso o PIF estivesse disposto a arcar com a multa rescisória de 1 bilhão de euros (cerca de RS 6 bilhões). Do lado do jogador, ele entende que, em Madri e no Campeonato Espanhol, ele teria chances de conquistar a Bola de Ouro e vive o melhor momento da carreira até agora.   As conversas entre o fundo saudita e os representantes do atleta devem continuar no futuro. Aos 24 anos, Vini Jr. tem contrato com o Real Madrid até 2028 e poderá formar um poderoso quarteto com Jude Bellingham, Kylian Mbappé e Rodrygo a partir da nova temporada europeia, que começa neste mês.   Ao longo dos últimos meses, o governo saudita também chegou a ventilar a contratação de Kevin de Bruyne, do Manchester City, mas o negócio não avançou. Para reforçar o campeonato local e sediar a Copa do Mundo de 2034, a Arábia Saudita trouxe Cristiano Ronaldo, Karim Benzema, Neymar, entre outros atletas, para reforçar times como Al-Ahli, Al-Hilal, Al-Nassr e Al-Ittihad.   Se fosse contratado pelo valor da multa rescisória, Vini Jr. se tornaria a contratação da história do futebol, ultrapassando os 222 milhões de euros (cerca de R$ 880 milhões) pagos pelo Paris Saint-Germain ao Barcelona por Neymar, em 2017. Desde então, nenhuma outra negociação ultrapassou a casa dos 220 milhões de euros.   Vini Jr. chegou ao Real Madrid em 2018, contratado junto ao Flamengo por 45 milhões de euros (cerca de R$ 180 milhões à época). Em 2024, é o favorito para a conquista da Bola de Ouro, premiação entregue pela revista France Football, em outubro deste ano. Fonte: ANH/AL

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Como a CazéTV se tornou a preferida do público jovem e bateu recordes na Olimpíada

noticiasaominuto.com.br Os Jogos Olímpicos de Paris-2024 se encerram neste domingo. No Brasil, a briga por medalhas veio acompanhada por disputas por audiência. A tradicional transmissão dos canais SporTV, do grupo Rede Globo, teve um concorrente inédito neste ano: o CazéTV, do streamer Casimiro Miguel, que não apenas trouxe uma alternativa para quem quisesse assistir à Olimpíada como também apresentou resultados bastantes expressivos. A inclusão da CazéTV como opção para acompanhar a Olimpíada de Paris-2024 ocorreu graças à uma parceria com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Olímpico do Brasil (COB). Além da transmissão dos eventos, o canal do YouTube também contou com programas específicos, como resumo das competições do dia, vídeos que podem ser acessados a qualquer momento via internet. Além de se tornar uma alternativa, a CazéTV proporcionou ao espectador o consumo do conteúdo olímpico de uma forma mais descontraída, com linguagem informal e bem-humorada. Diversos foram os convidados que participaram das transmissões. Dentre eles, o comediante Hélio de la Peña, o surfista Pedro Scooby e a jornalista Fernanda Gentil, elogiada nas redes sociais por sua crônica no dia em que Rebeca Andrade venceu Simone Biles na disputa pelo ouro do solo da ginástica. O sucesso da CazéTV tem fundamento em números. Segundo levantamento da própria plataforma, 82% das pessoas que acompanharam os Jogos Olímpicos no canal têm menos de 44 anos. Isso foi um dos motivos que fez com que COI e COB fizessem a parceria com Casimiro Miguel: levar a tradição da Olimpíada a um público mais jovem de uma forma que os eventos pudessem dialogar com o público em questão. Levando em consideração os números da CazéTV como um todo, 8 dos 10 melhores dias de audiência do canal ocorreram em dia de eventos em Paris. Em 10 dias de Olimpíada, a CazéTV somou 2,5 vezes mais visualizações em comparação à Copa do Mundo do Catar, disputada entre novembro e dezembro de 2022. O pico de espectadores acompanhando o evento ao vivo chegou a bater 4 milhões de visualizações simultâneas. Foi a maior transmissão ao vivo de um evento olímpico de todo o mundo, que contou com a participação da ex-atleta Laís Souza. Até o fechamento deste texto, a live atingiu 13 milhões de visualizações. O canal também mostrou engajamento em outras frentes. Durante as transmissões, num movimento de estreitar a relação com os espectadores, foram feitos ‘desafios’ a fim de ajudar perfis de redes sociais, de forma a elevar o número de seguidores. Por exemplo, a página do COB no Instagram (@timebrasil) se tornou a maior dentre todas as contas oficias das delegações do mundo. A medalhista de ouro e bronze no judô Beatriz Souza alcançou 3,3 milhões de seguidores na rede social e superou simplesmente todos os atletas da modalidade no mundo, inclusive o lendário francês Teddy Riner. POLÊMICAS A simplicidade nas transmissões, acompanhada de uma linguagem mais informal e bem-humorada também veio acompanhada de polêmicas. Alguns dos alvos de críticas à CazéTV foram as críticas do nado artístico a um comentário de cunho sexual de um dos comentaristas e as especulações sobre o fim do relacionamento entre Sheila e Gabi, do vôlei. Um comentário sobre a polêmica envolvendo a jogadora da seleção feminina de vôlei, Gabi Guimarães e a ex-jogadora Sheilla, gerou constrangimento na transmissão no canal durante a cerimônia de abertura. A influenciadora Nathaly Dias tentou questionar a comentarista Adenízia, ex-jogadora da seleção e campeã olímpica em 2012, sobre o ocorrido. Visivelmente incomodada, Adenízia tentou contornar a situação. “Isso aqui é um programa de família, não é para colocar esses casos tão obscuros assim no ar. Então, vamos falar apenas de coisas alegres”, disse Adenízia. A resposta foi à pergunta de Nathaly, que queria saber mais detalhes sobre a relação de Gabi e Sheilla, afirmando que, “sempre que tem uma fofoca, a gente ganha”. A influenciadora continuou a insistir na questão, mas foi cortada por Adenízia. “Não compactuo com fofoca”, afirmou a campeã olímpica. Após o episódio, Nathaly sofreu ataques nas redes sociais e se pronunciou falando que era para ser um momento alegre. Em outro caso, após comentários da medalhista pan-americana Gabi Regly levantarem um debate sobre machismo em uma “fala infeliz” feita durante programa da CazéTV, foi a vez da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) se pronunciar. A entidade emitiu uma nota de repúdio pedindo “responsabilidade aos veículos de comunicação ao tratar tanto da vida profissional, quanto pessoal dos atletas do esporte aquático”. Fonte: ANH/AL

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Brasil cai diante dos EUA de novo e fica com a prata em possível adeus de Marta em Paris

noticiasaominuto.com.br A seleção brasileira feminina de futebol perdeu, neste sábado, a decisão da medalha de ouro para os Estados Unidos, nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, por 1 a 0. Atuando no Parque dos Príncipes, a equipe do técnico Arthur Elias teve grandes oportunidades para sair de campo com o título, mas desperdiçou uma série de lances claros de gol e viu as norte-americanas anotarem uma única vez para subir no lugar mais alto do pódio. Independentemente do resultado da final olímpica, a seleção brasileira já teria muito o que comemorar. O resultado inesperado fortalece o futebol feminino no País e traz a motivação necessária para a construção de um time e de uma energia positiva para a Copa do Mundo de 2027, que terá o Brasil como sede. É a terceira vez que o Brasil perde para os Estados Unidos uma final olímpica. O mesmo panorama foi visto em Atenas-2004 e Pequim-2008. A partida na capital francesa também pode ter colocado um ponto final da carreira de Marta junto à seleção brasileira e em torneios olímpicos. A maior estrela do País na modalidade está com 38 anos. Logo no primeiro minuto de jogo, Ludmila desperdiçou uma grande chance brasileira ao ficar frente a frente com a goleira dos EUA. Pouco tempo depois, foi a vez de Jheniffer perder o tempo da bola e furar em lance claro na área. Os Estados Unidos passaram a ficar mais com a bola e deixaram o Brasil preso ao campo de defesa, tentando explorar algum contragolpe. Aos 15 minutos, Ludmila tramou linda jogada pela esquerda, invadiu a área e marcou, mas a arbitragem assinalou impedimento no momento do passe em profundidade para a atacante brasileira e anulou o gol. A seleção brasileira criava os lances mais perigosos, especialmente quando apostava nos duelos mano a mano pelas laterais. A arbitragem foi tema de recorrentes reclamações por decisões favoráveis às norte-americanas ao longo da etapa inicial. Vaias ecoaram pelo estádio do Paris Saint-Germain. Depois da parada técnica para hidratação das atletas, o jogo ficou mais morno, o que ajudou as norte-americanas. A seleção brasileira valorizava as jogadas mais agudas e verticais, ou seja, aqueles lances que contam com mais velocidade e em direção ao gol. Já nos acréscimos, Gabi Portilho teve ótima oportunidade que parou na goleira Naeher. O Brasil foi muito superior aos Estados Unidos ao longo do primeiro tempo. Uma imposição técnica que já assistimos em outras finais olímpicas diante das norte-americanas. O grande pecado foi não ir para o intervalo com ao menos um gol de vantagem. Chances não faltaram, mas a precipitação e a falta de um pouco mais de capricho impediam o zero de sair do placar na capital francesa. No início da segunda parte, a seleção brasileira mudou um pouco seu estilo, preferindo ficar mais tempo com a posse de bola e articulando de forma mais paciente as jogadas. Essa alteração prejudicou a fluidez do jogo brasileiro. Não demorou para a consequência bater à porta, com os EUA usando a principal arma do Brasil durante o primeiro tempo. Swanson arrancou em velocidade pela esquerda, invadiu a área e marcou o gol para os Estados Unidos, aos 11 minutos. Com o placar adverso, Arthur Elias promoveu alterações. Marta entrou em campo, e Ludmila, que fora a melhor atleta na final, deixou o gramado. A ansiedade contribuiu para o desequilíbrio entre defesa e ataque do Brasil. Os Estados Unidos ficaram próximos de ampliar o placar. Problemas físicos foram sentidos pelas atletas brasileiras, casos de Vitória Yaya e Tarciane. No restante do duelo, o Brasil persistiu na luta pelo gol de empate, sem sucesso, ficando amarrado pela estratégia conservadora montada pelos EUA. COMO FOI A CAMPANHA DO BRASIL EM PARIS-2024 A campanha da seleção brasileira nesse Jogos Olímpicos começou com vitória magra sobre a Nigéria por 1 a 0. Na segunda rodada da fase de grupos, a vitória e consequente classificação antecipada para as quartas de final parecia encaminhada sobre o Japão, mas nos acréscimos do segundo tempo, as adversárias viraram a partida: 2 a 1. No jogo derradeiro, diante da Espanha, atual campeã mundial, Marta foi expulsa e o Brasil foi derrotado por 2 a 0. Graças ao formato da competição, o Brasil avançou para a próxima etapa como o segundo melhor terceiro colocado, representando a pior campanha entre as oito seleções das quartas de final. A adversária dessa fase foi a França, dona da casa. Na parte final do jogo, Gabi Portilho marcou o gol da vitória brasileira. O duelo ficou marcado pelo tempo dado de acréscimos pela arbitragem, que totalizou 25 minutos. O cenário se repetiu na semifinal, 24 minutos de acréscimo somando as duas partes do jogo. Sem poder contar com Marta, que pegou dois jogos de suspensão, o Brasil mediu forças novamente com as espanholas e foi muito superior durante toda a partida. A vitória por 4 a 2 garantiu a seleção de volta à final olímpica após 16 anos. Fonte: ANH/AL

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LeBron leva quatro pontos no supercílio após cotovelada de Georginho

noticiasaominuto.com.br Em um lance acidental durante a partida entre Brasil e Estados Unidos nas quartas de final do basquete masculino nos Jogos Olímpicos de Paris, LeBron James foi atingido no rosto por uma cotovelada de Georginho. O astro norte-americano precisou de atendimento médico e levou quatro pontos no supercílio. O incidente ocorreu no terceiro quarto, quando Georginho, ao tentar converter uma cesta, acertou o rosto de LeBron com o cotovelo. Após receber atendimento médico, LeBron não retornou mais à partida. Apesar do susto, a equipe médica americana informou que a participação de LeBron na sequência dos Jogos não está comprometida. Os Estados Unidos venceram o Brasil por 122 a 87 e avançaram para as semifinais. Fonte: ANH/AL

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‘Minha filha é menina, foi criada como menina’, diz pai de boxeadora argerlina

noticiasaominuto.com.br (UOL/FOLHAPRESS) – O pai da boxeadora argelina Imane Khelif falou sobre a polêmica envolvendo o gênero de sua filha durante as Olimpíadas de Paris e disse que ela foi criada como menina. “Minha filha é uma menina. Nós a criamos como uma menina. É uma menina forte. Eu a eduquei para que trabalhasse e fosse corajosa”, disse Omar Khelif em entrevista à AFP. “Ela tem uma força de vontade para o trabalho e para o treino. Sua paixão pelo esporte vem desde pequena. Ela era sempre a melhor em todos os outros esportes, no atletismo e no futebol.” O QUE ACONTECEU Imane Khelif tem lidado com suspeitas sobre seu gênero desde 2023. Ela voltou a afirmar que é mulher logo após garantir ao menos a medalha de bronze ao vencer a húngara Anna Luca Hamori, pelas quartas de final da categoria até 66kg do boxe feminino, no sábado (3). “Quero dizer ao mundo inteiro que sou mulher e continuarei mulher. Eu dedico esta medalha ao mundo e a todos os árabes, e digo a vocês, vida longa à Argélia”, disse. A argelina buscará a vaga na final nesta terça-feira (6). Ela enfrentará a tailandesa Janjaem Suwwannapheng a partir das 17h34 (de Brasília). POLÊMICA SOBRE GÊNERO DE KHELIF A polêmica sobre o gênero de Imane Khelif começou em 2023. Ela participaria do Mundial de Boxe, organizado pela Associação Internacional de Boxe (IBA, sigla em inglês), mas foi desclassificada após não passar em um “teste de gênero” feito pela organização. Outra lutadora lida com a polêmica quanto ao teste de gênero feito pela IBA. A taiwanesa Lin Yu-ting, que participa das Olimpíadas e também já garantiu o bronze ao se classificar à semifinal da categoria até 57kg, também foi reprovada. A IBA não explica em seu site o método do teste, que diz ser “confidencial”, mas afirma que elas “têm vantagens comparadas com as outras competidoras”. Imane Khelif conseguiu vaga nas Olimpíadas de Paris-2024. A polêmica sobre ela ganhou força na última quinta-feira (1°), quando ela venceu Angela Carini. A atleta italiana desistiu da luta após 46 segundos, depois de levar golpes na altura do nariz. O porta-voz do COI explicou por que um teste de testosterona não é adequado. “O teste de testosterona não é um teste perfeito. Muitas mulheres podem ter níveis de testosterona iguais ou semelhantes aos dos homens, embora ainda sejam mulheres”, disse Mark Adams, porta-voz do COI, sobre o caso. O COI diz que a IBA, que organizou o Campeonato Mundial, não é mais um órgão reconhecido como competente pelo comitê desde 2023. Um documento oficial cita que a organização de boxe apresentou falhas recorrentes relacionadas à integridade e transparência da associação, que foi acusada de manipulação de resultados e corrupção. Não há qualquer confirmação que Imane Khelif não seja uma mulher cisgênero. A imprensa internacional chegou a levantar possibilidade -sem comprovação- de que a boxeadora argelina seja uma pessoa intersexo (que nasce com características sexuais não binárias). Fonte: ANH/AL

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Australiano vence 50m livre das Olimpíadas, mas recorde de Cielo sobrevive

noticiasaominuto.com.br   PARIS, FRANÇA (UOL/FOLHAPRESS) – O recorde de Cesar Cielo sobreviveu a mais uma edição de Jogos Olímpicos. Nesta sexta-feira, na grande final dos 50m livre das Olimpíadas de Paris, o australiano Cameron McEvoy conquistou a medalha de ouro ao nadar em 21s25, bem longe da marca do brasileiro, que é de 20s91.     O pódio teve ainda Benjamin Proud, da Grã-Bretanha, com a prata, que nadou em 21s30, e Florent Manaudou, da França, com o bronze, que fez em 21s56. Não bateram (o recorde), mas foi muito legal assistir à prova de hoje. O francês chamou a arquibancada antes da prova, a galera começou a bater palma, coisa que a gente não está acostumado na piscina. Não quebrou a regra, está valendo. ‘A casa é minha, a piscina é minha, o país é meu’. E por fora, na raia 1, ele conquistou medalha de bronze   RECORDE DO BRASILEIRO   Em 18 de dezembro de 2009, Cielo fez 20s91 durante o Campeonato Brasileiro Sênior de Natação, disputado em São Paulo, quebrando, naquele dia, o recorde mundial de 20s94, então pertencente ao francês Frederick Bousquet. É importante destacar que a marca do campeão olímpico foi conquistada na época dos super trajes da natação, hoje proibidos.   Em uma entrevista em junho, Cesar Cielo comentou sobre a possibilidade da queda do recorde, mas confessou que preferia manter sua marca até que um brasileiro consiga alcança-la.   “A possibilidade da quebra do recorde faz parte do processo. Os recordes foram feitos para serem quebrados. E eu sei que a minha hora vai chegar, né? Eu já fui um cara que teve por muito tempo muito mais do que eu imaginei. Eu nunca imaginei estar falando de manter um recorde por mais de 10 anos”, disse.   “A minha torcida é para que os atletas façam ótimas performances. Se tivesse um brasileiro, ia ser mais fácil torcer pelo brasileiro. Eu não quero ficar torcendo para gringo”, brincou Cielo. Espero que eles consigam o melhor para a carreira deles. Mas a torcida pela linha vermelha, ela fica um pouquinho. Ela vai ficar mais contida, mais escondida. Mas ela sempre está ali”, completou.   Até o momento, durante as Olimpíadas em Paris, somente um nadador bateu recorde mundial. Na final dos 100m livre, o chinês Zhanle Pan nadou em 46s40 e quebrou sua própria marca alcançada neste ano, no Mundial de Esportes Aquáticos em Doha, no Qatar.   Foi o primeiro e único recorde mundial das provas de natação de Paris, que já estão no sétimo dia de competição. O brasileiro Cesar Cielo já foi dono da marca, quando nadou os 100m livre em 46s91, no ano de 2009, quando ainda era permitido o uso de trajes tecnológicos. O romeno Davi Popovici foi o primeiro a superar a marca do brasileiro, em agosto de 2022, ao fazer 46s86. Fonte: ANH/AL

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Federações enviam arquivos de candidatura à Fifa para as edições de 2030 e 2034 da Copa do Mundo

gazetaesportiva.com Dando continuidade aos processos de licitação para as edições de 2030 e 2034 da Copa do Mundo, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, junto de seu secretário-geral, Mattias Grafstrom, recebeu as candidaturas das associações-membro da entidade, em Paris. Duas chapas se candidatam para receber o Mundial de 2030. De um lado, foram entregues os documentos de inscrição pelos presidentes das federações Marroquina e Portuguesa de Futebol, além do Secretário-Geral da Real Federação Espanhola de Futebol, para que os três países tenham uma candidatura tripla para sediar o evento. Do outro lado, os presidentes das Associações de Futebol da Argentina, Paraguai e Uruguai, juntamente do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, entregaram a documentação para o que promete ser uma comemoração digna do centenário do maior torneio de futebol do mundo, repetindo em parte a primeira edição do Mundial, sediada no Uruguai, em 1930. Para disputar a Copa de 2034, só houve apresentação de documentos pela Federação Saudita de Futebol, realizada pelo ministro dos Esportes da Arábia Saudita, juntamente do presidente e do chefe da unidade de candidaturas da entidade. “A entrega dos livros de candidatura representa um marco importante nos processos de candidatura para as edições de 2030 e 2034 da Copa do Mundo da Fifa, pois pretendemos organizar celebrações icônicas do futebol e da humanidade”, disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino. “Os sete países candidatos de quatro confederações já deram muito ao futebol, países com grande paixão pelo jogo, grandes habilidades organizacionais e uma visão compartilhada do que o futebol e seus valores devem ser. Igualmente, esses processos de candidatura provam que o futebol une o mundo”, completou. Após o prazo oficial de envio em 31 de julho de 2024, os livros de candidatura e os documentos que os acompanham serão publicados no site da Fifa. Após avaliar os requisitos de hospedagem relevantes, o congresso extraordinário da federação tomará uma decisão sobre a nomeação dos anfitriões para as edições do Mundial. Fonte: ANH/AL

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Gabriel Medina brilha em Teahupoo e chega às quartas de final no surfe

© William Lucas/COB/Direitos Reservados Tricampeão mundial e João Chianca protagonizarão confronto brasileiro   O Brasil já tem presença confirmada na semifinal do torneio masculino de surfe dos Jogos Olímpicos de Paris, isso porque Gabriel Medina e João Chianca brilharam nesta segunda-feira (29) nas ondas de Teahupoo, no Taiti, para se garantirem nas quartas de final da competição, etapa na qual protagonizarão um confronto brasileiro. O grande protagonista das oitavas de final foi o tricampeão mundial Gabriel Medina, que bateu o japonês Kanoa Igarashi, algoz do brasileiro na última edição dos Jogos Olímpicos (que foram realizados no Japão) por 17,40 a 7,04. Para ficar com a vitória, o surfista de São Sebastião mostrou parte de seu repertório de grandes manobras, incluindo um tubo que lhe garantiu uma nota 9,90. “É um sonho disputar as Olimpíadas nessas condições. Nunca imaginei que estaríamos mostrando para o mundo esse tipo de surfe, pois não é sempre que encontramos condições como essas. Vivo um sonho hoje. Estou feliz em ter a oportunidade de representar o meu país”, disse Medina. O outro brasileiro avançar na competição foi João Chianca, que superou o marroquino Ramzi Boukhiam por 18,10 a 17,80 em uma bateria muito disputada. Desta forma Chumbinho e Medina farão um confronto brasileiro em busca de uma vaga nas semifinais do torneio olímpico. “Acredito que o melhor surfista [entre eu e Medina] vai vencer e fico na torcida para a gente honrar esta bandeira [brasileira]”, declarou Chianca. Quem deu adeus à competição foi o atual campeão mundial Filipe Toledo, que foi derrotado pelo japonês Reo Inaba por 2,46 a 6,00. Fonte: Agência Brasil

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Paris 2024: Juliana Viana faz história no badminton feminino

© Luiza Moraes/COB/Direitos Reservados Piauiense soma 1ª vitória brasileira na modalidade em Jogos Olímpicos A brasileira Juliana Viana fez história, nesta segunda-feira (29) na Arena La Chapelle, ao garantir a primeira vitória do Brasil no badminton feminino em uma edição dos Jogos Olímpicos. A piauiense de 19 anos de idade derrotou Lo Sin Yan Happy, de Hong Kong, por 2 sets a 0 (21/19 e 21/14). “Tô em choque ainda. Acho que a ficha vai cair quando eu esfriar mais o corpo. Estou muito emocionada, muito feliz por ter feito história, por representar meu país. Desde pequena, meu sonho era representar o Brasil internacionalmente, ainda mais no maior evento esportivo, os Jogos Olímpicos”, declarou a jovem atleta. Porém, Juliana ainda não tem presença confirmada na próxima etapa do torneio de badminton, pois foi derrotada em sua primeira partida no torneio olímpico de badminton feminino pela tailandesa Supanida Katethong por 2 sets a 0 (21/16 e 21/19). Para saber se seguirá viva na competição a piauiense aguarda o confronto entre a atleta de Hong Kong e a da Tailândia, que será realizado na próxima terça-feira (30). Fonte: Agência Brasil  

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