Cidadania Alagoas

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Casal é assassinado a tiros a caminho de igreja no bairro do Vergel; mulher estava grávida

Foto: Reprodução O casal de jovens identificado como John Lenon, 18, e Débora Vitória, 20, foi assassinado a tiros a caminho de uma igreja evangélica, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió, na noite dessa segunda-feira, 18. Segundo a Polícia Militar, a mulher estava grávida. Testemunhas disseram que o casal foi surpreendido por criminosos armados em um carro de modelo e de placa não identificados. Um dos assassinos teria dito: “é esse mesmo”, antes dos disparos. John foi atingido na cabeça, enquanto Débora foi baleada no abdômen. O 1º Batalhão da PM informou que a rua é iluminada e movimentada. O crime teria acontecido próximo das 19h, horário em que ainda há um considerável fluxo de pessoas, porém isso não foi suficiente para afastar os criminosos. Câmeras de segurança de estabelecimentos próximos do local podem ajudar na investigação policial. Quem tiver informações sobre identificação ou paradeiro dos assassinos pode entrar em contato pelo Disque Denúncia, de número, 181. Fonte: ANH/AL

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Horário da Rua Fechada na orla da Ponta Verde será expandido até a meia-noite nos fins de semana

Foto: Ascom DMTT Consolidada como ponto de diversão e lazer nos domingos de Maceió, a “Rua Fechada” da orla de Ponta Verde terá seu funcionamento expandido neste fim de ano. A medida tem como objetivo dar mais opção para os moradores de Maceió e visitantes de aproveitar a decoração natalina e desfrutar das belezas da cidade, com um passeio á beira mar. O funcionamento para o final de ano começa já nesta terça-feira (19) e segue até o dia 6 de janeiro de 2024. “Maceió é um dos destinos mais procurados do País para essa época. Estamos com a cidade cheia de turistas e tanto os visitantes como os moradores daqui e de cidades vizinhas ganham com a Rua Aberta um espaço ampliado para poderem aproveitar nossas belezas naturais”, destacou André Costa, diretor-presidente do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT). De segunda à sexta-feira, teremos o fechamento das 20h às 23h. Já aos sábados, a proibição para o tráfego de veículos começa às 17h e vai até às 00h. Aos domingos, o funcionamento da Rua Aberta será das 8h às 00h. Nos feriados de Natal e Ano Novo, respectivamente 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2024, o funcionamento também será das 17h até a meia-noite. Desvios Para os dias de Rua Aberta, os desvios serão os mesmo dos dias de Domingo de Lazer. Os motoristas que seguem para o litoral Norte podem acessar a via interna da Av. Silvio Carlos Viana. Outra opção é seguir pela Rua Engenheiro Mário de Gusmão. Já os condutores que vão sentido Pajuçara podem seguir pela Rua Durval Guimarães. Fonte: ANH/AL

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John Kennedy decide contra o Al-Ahli e garante Fluminense na final do Mundial de Clubes

Divulgação / Fluminense O Fluminense superou o clima hostil do estádio King Abdullah, em Jeddah, onde a torcida adversária era maioria, e manteve vivo o sonho de conquistar o Mundial de Clubes ao vencer o Al-Ahly, do Egito, por 2 a 0, nesta segunda-feira. Diante de um público de quase 35 mil pessoas, entre elas tricolores que enfrentaram os valores altíssimos de viagem e ingresso, o time comandado por Fernando Diniz se colocou na decisão graças a um pênalti convertido por Jhon Arias e a um chute preciso de John Kennedy, o herói da Libertadores, aos 45 do segundo tempo. A expectativa é a de decidir o título de campeão do mundo com o Manchester City de Pep Guardiola, que joga contra o Urawa Reds, do Japão, às 15 horas, também no King Abdullah, para definir o outro classificado para a grande decisão, marcada para as 15 horas de sexta-feira. O time inglês está disputando o torneio pela primeira vez na história, depois de vencer sua primeira Liga dos Campeões, assim como ocorreu com o Fluminense e a Libertadores deste ano. O Urawa está em sua terceira participação, mas nunca chegou à final. No jogo desta segunda, o time carioca enfrentou o segundo time que mais disputou Mundiais na história. Conhecido como “Real Madrid da África”, o Al-Ahly também nunca foi finalista, mas estava em sua nona edição do campeonato. Além disso, chegou ao duelo em alta após bater um Al-Ittihad financiado pelo governo da Arábia Saudita e com nomes como Benzema e Kanté em seu elenco. O Fluminense começou o jogo em desacordo com uma de suas principais características e deixou a bola no pé dos adversários Mesmo assim, enquanto a partida ainda apresentava tal configuração, conseguiu colocar uma bola na trave com Jhon Arias, após cruzamento de Keno. Passados os primeiros 15 minutos de jogo, o time de Diniz começou a controlar a posse, o que não significa que estava controlando o jogo. Quando tomava a bola, o Al-Ahly mostrava muita competência para construir em velocidade, especialmente nas investidas pela direita realizadas por El Sahat, eventualmente equivocado na hora de tomar decisões, para a sorte da equipe brasileira. Houve um momento de pressão, perto dos 20 minutos transcorridos, em que os egípcios invadiram a área com perigo, primeiro parando em um carrinho preciso de Felipe Melo e depois falhando em finalizar uma bola viva que passou por três jogadores de ataque na área. Ao colocar em prática sua paciente troca de passes, o Fluminense provocava vaias nas arquibancadas, ocupadas majoritariamente por apoiadores do time do Egito. Embora tenha conseguido criar mais lances de perigo, como uma nova bola na trave após finalização de Arias, não chegou a ter longos períodos de domínio e passou sufoco na defesa. Não fosse uma excelente defesa à queima-roupa de Fábio, para interceptar cabeceio Kahraba, iria ao intervalo em desvantagem. O início do segundo tempo mostrou um Fluminense mais confortável Com Ganso mais participativo, o time carioca encaixou seu jogo mais cadenciado, envolvendo o Al-Ahly com a constante movimentação dos jogadores. Dessa forma, levou algum perigo com conclusões de Arias, Cano e Marcelo, mas viu o adversário ser mais perigoso ainda em um contra-ataque, encerrado com mais uma boa defesa de Fábio, dessa vez para parar El Shahat. Apesar disso, os tricolores continuaram melhores e contaram com a soma da experiência de Marcelo à frieza de Jhon Arias para abrir o placar. Aos 21 minutos, o lateral-esquerdo entrou na área pelo canto, jogou a bola entre as pernas do marcador e foi derrubado. O árbitro marcou pênalti e o meia colombiano bateu com muita qualidade e precisão, sem chances para o goleiro El Shenawy. O Fluminense levou alguns sustos e teve chance de ampliar com Cano, mas o gol decisivo coube mais uma vez a John Kennedy, autor do gol do título da Libertadores contra o Boca Juniors. Aos 44 minutos, ele recebeu a bola de Martinelli, de frente para o gol, e bateu colocado no canto direito do goleiro para classificar o Fluminense para a final. FICHA TÉCNICA: FLUMINENSE 2 X 0 AL-AHLY FLUMINENSE – Fábio; Samuel Xavier (Guga), Nino, Felipe Melo (Marlon) e Marcelo (Diogo Barbosa); André, Martinelli e Ganso (Lima); Jhon Arias, Germán Cano e Keno (John Kennedy). Técnico: Fernando Diniz. AL-AHLY – El-Shenawy; Hany, Ibrahim, Abdelmonem e Maâloul; Marwan (El Solia), Akram Tawfik (Afsha) e Emam Ashour (Rabia); Percy Tau (Taher Mohamed), El Shahat e Kahraba (Fouad). Técnico: Marcel Koller. GOLS – Jhon Arias, aos 25, e John Kennedy, aos 44 minutos do segundo tempo. ÁRBITRO – Szymon Marciniak (Polônia). CARTÕES AMARELOS – Matinelli, Abdelmonem RENDA – Não disponível. PÚBLICO – 34.986 LOCAL – Estádio Rei Abbdullah, em Jedá, na Arábia Saudita. Fonte: TNH1

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Afundamento da mina 18 ainda não afetou qualidade da água da laguna, diz IMA

Charles Northrup O IMA (Instituto do Meio Ambiente) e a Ufal (Universidade Federal de Alagoas) divulgaram, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 18, que o afundamento da mina, operada pela Braskem no Mutange, ainda não afetou a qualidade da água na Laguna Mundaú. Para que as condições fossem alteradas, segundo conta o professor e pesquisador Emerson Soares, seria necessário uma elevação dos níveis de cloreto, sódio, cálcio, magnésio, condutividade elétrica e salinidade. Os dados divulgados não comprovam o aumento dos itens supracitados. O pesquisador reitera novamente que o resultado se refere ao momento das coletas, feitas nos dias 7 e 10, que não seguiram a metodologia convencional, uma vez que não foi possível. A ação aconteceu em conjunto à Defesa Civil de Maceió, feita por helicóptero. Normalmente, a análise é feita na superfície, a zero metros, e no fundo da água, que pode chegar a 2,5 metros. “Estes compostos seriam os que estariam relacionados com a mina. Foi isso que observamos no momento da coleta. Não estamos desmerecendo os dados [coletados de uma maneira não convencional]. O importante é que começamos as análises automaticamente, para que o material não perdesse as características iniciais”, explicou Soares. Na mesma coletiva, pesquisadores da Ufal falaram que a morte do sururu não possui relação com o afundamento da mina. Eles elencaram quais serão o principais fatores que impedem o desenvolvimento do sururu na laguna. Fonte: TNH1

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Acidente com carros deixa dois mortos e dois feridos em Marechal Deodoro

Foto: Reprodução Duas pessoas morreram e outras duas ficaram feridas após grave acidente na estrada que dá acesso à Usina Sumaúma, no município de Marechal Deodoro, nesse domingo, 17. As vítimas sobreviventes foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Samu. Segundo o que foi apurado, o acidente envolveu os veículos de passeio Ford Escort e Volkswagen Fox. Uma das vítimas, uma pessoa de 37 anos, foi socorrida pelos bombeiros e encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, com suspeita de fratura no braço esquerdo. A segunda pessoa sobrevivente foi atendida por socorristas do Samu. Testemunhas disseram que os ocupantes do Escort estavam em um rio próximo da região e tinham ingerido bebida alcoolica. Porém, não foi constatado pela polícia a embriaguez ao volante do motorista. A dinâmica da colisão também é desconhecida. A Polícia Militar enviou uma equipe para o trecho da estrada onde ocorreu a colisão, para os procedimentos cabíveis. O IML, posteriormente, recolheu os dois corpos. O Corpo de Bombeiros realizou a lavagem da pista e a retirada das vítimas das ferragens dos veículos. Fonte: ANH/AL

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Grupo de jovens infratores foge de unidade de internação em Maceió

Foto: Seprev/Divulgação A Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev) registrou um boletim de ocorrência, nesse domingo (17), denunciando que um grupo de jovens infratores fugiu da Unidade de Internação de Jovens Adultos, no Tabuleiro do Martins, em Maceió. Segundo a secretaria, os cinco jovens que fugiram têm entre 18 e 21 anos. Por volta das 07h da manhã eles teriam cortado a cerca das instalações e pulado o muro. Nenhum deles foi encontrado. Os jovens estavam internados na Unidade para cumprir medidas socioeducativas, e trabalhavam por meio do programa Jovem Aprendiz. A Seprev informou que a Polícia Militar segue com as buscas e que a Polícia Civil deve investigar o caso. Além disso, a secretaria disse que foi aberta uma sindicância para apurar as circunstâncias da fuga, e que já notificou o Judiciário e o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL).     Quem tiver informações que possam ajudar a localizar os jovens infratores deve entrar em contato pelo Disque Denúncia, no 181. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido. Fonte: ANH/AL

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Cesta básica, combustível, serviços: o que muda com reforma tributária

© Lula Marques/ Agência Brasil Aprovada na sexta-feira (15) após 30 anos de discussão, a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços. Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças. Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024. Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação. Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor: Cesta básica Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar. Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários. O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a cesta básica poderia subir 59,83% em média com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual. O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%. A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva. No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica. O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários. Remédios O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição. Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a Lei 10.047, de 2000, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde. O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer. Combustíveis A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992. Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque. Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios. Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual. Veículos A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos

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Mudanças climáticas podem agravar quadro de doenças como dengue e zika

© Reuters/Jayanta Dey Alerta é de levantamento da plataforma AdaptaBrasil Os riscos apresentados pelas mudanças climáticas no Brasil podem levar à proliferação de vetores, como o mosquito Aedes aegypti e, em consequência, ao agravamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. O alerta é de levantamento na área da saúde feito pela plataforma AdaptaBrasil, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As projeções indicam também expansão da malária, leishmaniose tegumentar americana e leishmaniose visceral. O trabalho levou em conta as temperaturas máxima e mínima, a umidade relativa do ar e a precipitação acumulada para associar a ocorrência do vetor, que são os mosquitos transmissores das diferentes doenças em análise. A AdaptaBrasil avalia também a vulnerabilidade e a exposição da população a esses vetores. “Uma temperatura maior, com uma precipitação maior, pode levar a uma maior proliferação de diferentes mosquitos, insetos que são transmissores dessas doenças, conhecidas como arboviroses”, explicou à Agência Brasil o coordenador científico da plataforma, Jean Ometto. “Normalmente, a gente tem ocorrência maior de dengue e chikungunya no verão”, observou. Outro elemento analisado na plataforma é o quanto a população está exposta e o quão vulnerável ela é à ocorrência dessas doenças. “A gente percebe que, em determinadas regiões, pode haver um aumento da ocorrência dessas enfermidades e populações mais vulneráveis e expostas ficam mais suscetíveis a adoecerem por essas diferentes doenças”,disse Ometto, acrescentando que a identificação de que regiões poderão ser mais atingidas depende do tipo da doença. Problema social O coordenador científico da AdaptaBrasil esclareceu que, normalmente, essas doenças acontecem quando há uma pessoa ou outro organismo animal que possa estar infectado. Em geral, populações mais vulneráveis, que apresentem condições de saúde e habitação mais precárias, tendem a ficar mais suscetíveis a uma ocorrência maior da doença. “Hoje já é assim. Mas a tendência é que isso se agrave. A gente vê hoje que muitas dessas doenças não são exclusivas de populações menos favorecidas. Mas a ocorrência maior é nessas populações. E isso tende a se agravar”, explicou. Ometto alertou que se trata de um problema social “super dramático”, que precisa ser resolvido. De acordo com Ometto, condições melhores de vida, saúde e infraestrutura ajudam e contribuem bastante para que a população fique menos exposta a essas doenças, de modo a que possam ser atacadas de forma sistêmica, a partir do planejamento territorial, de atendimento e de emergência em saúde. O Brasil, segundo Ometto, tem uma estrutura de apoio à saúde muito importante, que é o Sistema Único de Saúde (SUS), bastante singular no mundo. “Só que a gente não está preparado para situações emergenciais. Quando ocorre um pico de doença, o país não tem estrutura física que possa atender a todos que estão doentes. Os postos de atendimento ficam sobrecarregados. Isso tende a se agravar”. Atuação ampliada O coordenador da AdaptaBrasil defende que essa estrutura precisa ser pensada dentro de um contexto de amplitude de atuação e de acesso, e melhorada em termos de infraestrutura, capacidade de atendimento, qualificação das pessoas que estão atendendo nesses locais, além de planos para que situações emergenciais possam ser atendidas. “É preciso olhar para o sistema de saúde de forma sistêmica, desde a população em si até os sistemas de atendimento”. Outra coisa importante para Ometto, é olhar de maneira preventiva todo o processo, de modo a identificar quais são os elementos em que pode atuar, seja no controle de proliferação dos insetos, seja na infraestrutura e qualidade das habitações, até a situação de atendimento às ocorrências. “Esse olhar sistêmico para a saúde é superimportante. E o que vai acabar acontecendo com as mudanças climáticas é o agravamento. A gente está caminhando para um outro nível de impacto associado às mudanças do clima”, alertou. O coordenador da Adapta Brasil lembra da falta de estrutura observada recentemente durante a pandemia da covid-19. “Era algo que as pessoas diziam que podia acontecer mas, quando aconteceu, não tinha infraestrutura, nem capacitação dos profissionais, dos equipamentos. Essa analogia é muito importante e muito válida”, ponderou Ometto. Ele chama a atenção que, durante a covid-19, as populações mais impactadas e que mais sofreram foram as menos favorecidas de alguma forma, as mais carentes. “Estratos da sociedade que são mais vulneráveis realmente pelas condições sociais e econômicas”. O pesquisador informou que a plataforma está trabalhando, no momento, dados referentes à dengue e à zika. Os resultados deverão ser divulgados no início de 2024. Já os dados da chikungunya estão previstos para lançamento ao longo do próximo ano. Impacto Ometto explicou que a plataforma apresenta um risco de impacto. “Ela não apresenta uma situação emergencial nem de ocorrência efetiva. Aponta as condições de infraestrutura, sociais, econômicas e ambientais em determinado município em que, em um evento associado às mudanças climáticas, a ocorrência de determinada arbovirose possa ser maior ou não”. A AdaptaBrasil pretende ser uma ferramenta para o planejamento territorial de ações setoriais, como saúde, considerando a mudança climática como algo que já está afetando a sociedade brasileira. A plataforma permite ver o risco de que isso possa acontecer. Dentro dos elementos que compõem, na realidade, o risco de impacto, como vulnerabilidade e exposição, o gestor municipal pode identificar os indicadores que levam a um potencial agravamento da situação de ocorrência de determinada enfermidade. Também a sociedade civil pode se basear nos dados da plataforma para tomar decisões sobre ações, ou seja, tomar atitudes para reduzir o nível de risco. A AdaptaBrasil trabalha junto com o MCTI e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para que a plataforma seja uma das ferramentas de apoio ao Plano Nacional de Adaptação, de planejamento de ações de adaptação, em decorrência das mudanças climáticas no país. Expansão Jean Ometto esclareceu que, no momento, nesse trabalho feito em parceria com a Fiocruz, o foco são as arboviroses. A ideia, porém, é ampliar a pesquisa para ondas de calor, que afetam sistemas cardiovascular e respiratório. “Estamos entrando esta semana em mais uma onda de calor e devemos passar 70 dias com temperatura acima da média para

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Tarifa Zero em ônibus começou neste domingo na capital paulista

© Fernando Frazão/Agência Brasil Iniciativa valerá também no dia do Natal e do Ano Novo Foi implantado à 0 hora deste domingo (17) o Programa Domingão Tarifa Zero, nos ônibus da capital paulista. O benefício vale para todas as linhas e tem como objetivo incentivar o uso do transporte público, ampliar acesso ao lazer, melhorar a economia e a oferta de empregos. Os passageiros devem usar o Bilhete Único para passar pela catraca, porém a tarifa não será cobrada no validador. Quem ainda não tem o bilhete, tem a passagem pela catraca liberada pelo cobrador ou motorista. Com o slogan Domingão Tarifa Zero – explore, descubra, viva São Paulo, a iniciativa valerá também no dia do Natal e do Ano Novo, além do aniversário de São Paulo, em 25 de janeiro. A medida deve beneficiar cerca de 2,2 milhões de pessoas e segue até as 23h59 todos os domingos com a gratuidade em todas as 1.175 linhas de ônibus municipais em um total de 4.830 veículos. A vendedora de 25 anos de idade, Naiara de Oliveira, estava com a família no Terminal Lapa, zona oeste da cidade, e aprovou a iniciativa, apesar de ter encontrado problemas para usufruir do benefício. Ela contou que ao passar o Bilhete Único para o filho que esqueceu o dele em casa, foi impedida de passar para ela mesma e a cobradora exigia que ela pagasse sua a passagem em dinheiro. “No ônibus que nós pegamos ela não queria me liberar para passar porque eu passei o meu bilhete para o meu filho. Ela só liberou depois que minha mãe e os outros passageiros falaram, reclamaram. Mas de qualquer forma é muito bom ter esse passe livre porque já economiza alguma coisa. Isso vai ser bem importante”, disse. Também passeando com cinco membros de sua família, o vigilante Marco Aurélio elogiou o programa justamente por conta da economia. “A gente vem de longe, então é ônibus atrás de ônibus. Agora vamos pegar outro ônibus para ir para casa da minha mãe, então vai ser uma economia muito boa. Está aprovado, estou gostando”, elogiou. Ao acompanhar o início da implantação do programa, o prefeito Ricardo Nunes disse que o principal motivo do passe livre é possibilitar que as pessoas conheçam a cidade e possam curtir o lugar onde vivem. “A cidade tem aos domingos 4.830 ônibus circulando e atualmente é utilizado 40%, com 60% ficando ocioso, então estamos dando a gratuidade porque vai aumentar o número de pessoas utilizando o transporte coletivo de algo que a gente já pagava e estava ocioso”, explicou. Segundo ele, com isso as pessoas poderão conhecer a cidade, ir aos parques, equipamentos culturais e esportivos, entre outras atividades. “O trabalhador recebe o vale-transporte na sua grande maioria para trabalhar durante a semana e no final de semana fica em casa às vezes sem a possibilidade de ir com a sua família poder fazer o seu lazer, então isso dá essa possibilidade para a população mais humilde que é aquela que mais usa os ônibus”, reforçou. Nunes disse também que o passe livre aos domingos pode estimular as pessoas que não costumam utilizar o transporte coletivo, o que contribui para melhorar o trânsito na cidade e colaborar com o meio ambiente. “Não podemos ver essa questão do transporte só como uma questão tarifária. É uma questão de política pública, de mobilidade, de qualidade de vida e qualidade do ar”, destacou. Recursos Ao anunciar o projeto no dia 11, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, disse que o município não terá de aumentar os repasses de recursos para as concessionárias de ônibus, já que o sistema opera com 60% de ociosidade daquilo que é contratado das empresas. “No nosso estudo, a gente identificou que é possível fazer a gratuidade mesmo aumentando o número de passageiros. Não será necessário aumentar o número de linhas de ônibus e do efetivo da nossa frota”, disse Nunes. A prefeitura deixará de arrecadar anualmente, no entanto, cerca de R$ 280 milhões, provenientes do pagamento das passagens. “O valor que a gente abre mão da receita será compensado com a utilização pela sociedade do sistema de transporte para poder conhecer a cidade. Também a gente poderá sentir nesses próximos domingos uma ativação da economia na cidade, comprar ali uma água, comprar um algodão-doce, uma pipoca, utilizar os espaços da cidade aos domingos, fazer um lanche fora de casa. E uma questão fundamental que é uma questão da saúde mental”, destacou. Ao acessar o terminal para voltar da jornada de trabalho, o atendente de fast food José Luiz Júnior ressaltou que a iniciativa da prefeitura é boa e faz com que a população não dependa de recarregar o Bilhete Único no domingo, todo dia ou toda quinzena. “E ajuda as pessoas de baixa renda que não conseguem pegar um ônibus no final de semana para passear ou ir trabalhar. É uma evolução”, avaliou. Por meio de nota, a prefeitura informou que o programa estreou com sucesso em todos os ônibus municipais e que a partir das 0h de domingo a demanda observada se apresentou dentro da normalidade. “No período da manhã, os técnicos observaram movimentação um pouco mais intensa nas linhas da cidade, dentro da normalidade”. Segundo a SPTrans, ainda não há um balanço parcial de passageiros transportados ao longo do dia em curso, porque esses dados ficam armazenados nos ônibus e são transmitidos quando os veículos são recolhidos às garagens para abastecimento, limpeza e manutenção. “O sistema de bilhetagem eletrônica funcionou dentro do programado, proporcionando que passageiro deixe seu registro pela catraca, informação fundamental para garantir o bom planejamento do sistema e realizar os ajustes necessários para os próximos domingos”, disse a prefeitura. Fonte: Agência Brasil  

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Motociclista morre ao bater em carros e caminhão na Avenida Durval de Góes Monteiro

Foto: Reprodução Um motociclista morreu, no início da tarde deste sábado, 16, ao perder o controle da direção e bater em três carros e em um caminhão na Avenida Durval de Góes Monteiro, no Tabuleiro do Martins, parte alta de Maceió. A informação sobre a perda de controle da motocicleta foi confirmada pelo Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) de Maceió, que enviou equipes ao local do acidente. Leia a nota abaixo: “O DMTT informa que uma equipe está em atendimento a um acidente envolvendo cinco veículos, no início da tarde deste sábado (16), na Avenida Durval de Góes Monteiro, nas proximidades do posto de combustíveis Pichilau. Na ocasião, um motociclista perdeu o controle da moto, colidiu em três automóveis e em um caminhão. A faixa central da via está bloqueada e o tráfego está sendo desviado para as faixas exclusiva e da esquerda, até a conclusão dos trabalhos dos órgãos de saúde. Foi gerado um Boletim de Acidente de Trânsito (BOAT)”. A identidade do motociclista não foi informada, assim como o que pode ter provocado a perda de direção da moto. O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) não participaram da ocorrência. O Instituto Médico Legal confirmou que recebeu o chamado para recolhimento do corpo. Fonte: ANH/AL

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