Cidadania Alagoas

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Chico Filho comemora novas permissões para taxistas em Maceió

Iniciativa do vereador foi fundamental para articulação entre Prefeitura, DMTT e auxiliares que já trabalhavam no setor Quem trabalhava como taxista na função auxiliar conquistou, no primeiro semestre deste ano, a autorização oficial para exercer a profissão em Maceió. Para alcançar esse feito, foi preciso um trabalho liderado pelo vereador Chico Filho em parceria com a Prefeitura de Maceió e com o Departamento Municipal de Transporte e Trânsito (DMTT). “Com a autorização oficial, o trabalhador que estava como auxiliar ganha mais dignidade para exercer a profissão de taxista, e ainda vai economizar no bolso, já que pagava diária” destacou Chico Filho. O vereador, que é engajado na defesa dos direitos dos taxistas, ressalta que a categoria tem se dedicado a trabalhador no transporte de pessoas com segurança e dignidade. Estar oficializado como taxista é motivo de celebração. Nas redes sociais do vereador Chico Filho, os profissionais comemoraram a obtenção do direito. “Posso dizer que após 23 anos, eu sou um permissionário para exercer a função que antes era de auxiliar. Tudo o que eu tenho hoje é fruto do meu trabalho, fruto do táxi. Antes eu pagava mais de R$ 400,00 por semana em diárias, e hoje esse lucro vem todo pra gente que trabalha como taxistas”, celebraram os profissionais, lembrando o apoio da gestão do prefeito JHC, da parceria com o vereador Chico Filho e da atuação da Associação dos Profissionais do Táxi de Maceió (Asprotam).

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Prefeita Ziane Costa assina ordem de serviço para construção de duas novas quadras esportivas em comunidades rurais

Após revitalizar 100% das quadras já existentes, gestão dá continuidade à construção de espaços esportivos em povoados que não têm esse tipo de estrutura. Caraíbas do Lino e Alto Bonito serão os próximos beneficiados. A prefeita de Delmiro Gouveia, Ziane Costa, assinou, nesta quarta-feira, 6, a ordem de serviço para a construção de duas novas quadras cobertas nos povoados Caraíbas do Lino e Alto Bonito. A iniciativa, viabilizada por meio de emendas do senador Renan Calheiros e do ministro dos Transportes, Renan Filho, mostra a valorização do esporte como prioridade da gestão e amplia o acesso a oportunidades mesmo nas áreas mais distantes da zona urbana. Essa nova etapa do projeto esportivo municipal teve início com a construção da quadra no povoado Gangorra, que já se encontra em fase final e deve ser inaugurada nos próximos dias. A localidade, que nunca havia recebido um equipamento desse tipo, simboliza a mudança de realidade que outras comunidades agora começam a vivenciar. Antes de iniciar as novas construções, a prefeitura de Delmiro Gouveia já havia concluído a revitalização de 100% dos espaços esportivos do município, garantindo qualidade e segurança para os praticantes de diversas modalidades. Segundo Ziane Costa, a expansão para povoados que nunca tiveram quadra representa um passo fundamental na democratização do acesso ao esporte: “Levar uma quadra coberta para comunidades como Caraíbas do Lino e Alto Bonito é investir no bem-estar, na saúde e na formação dos nossos jovens. Já reformamos todas as quadras existentes e agora estamos chegando onde nunca houve essa estrutura.” As quadras cobertas garantirão conforto e segurança para a prática esportiva em qualquer condição climática, estimulando a formação de novos talentos e o fortalecimento das atividades escolares, recreativas e comunitárias. O ato de assinatura da ordem de serviço contou com a presença dos vereadores Marcos Costa, Fabiola Marques, Mareval, Jediael, Gabriel Varjão e Edna do Tatuakara, além do vice-prefeito Valdo Sandes e de representantes das comunidades de Caraíbas do Lino e Alto Bonito, demonstrando o envolvimento coletivo com o desenvolvimento das áreas rurais do município.

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Campanha nacional coleta DNA de familiares de desaparecidos

Doador pode procurar um dos 334 pontos em todo o país Agência Brasil © Isaac Amorim/MJSP Vera Lúcia Ranu é mãe de Fabiana Renata, desaparecida aos 13 anos de idade, em 1992, em São Paulo. Mais de três décadas depois, sem saber o paradeiro da filha, Vera ainda vive a angústia diária de procurá-la. Nesta terça-feira (5), como representante do Movimento Nacional de Familiares de Pessoas Desaparecidas, Vera esteve no Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em Brasília, para participar do lançamento da terceira Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas – 2025, que vai desta terça-feira (5) a 15 de agosto. Vera acompanhou a primeira edição da campanha, em 2021, e celebrou a iniciativa. “Quando começou essa nova jornada, do cadastro nacional e do banco de DNA, levantou uma esperança muito grande de encontrar, principalmente, os que estão desaparecidos há muito mais tempo. Vimos a possibilidade de uma resposta”, relembrou. Vera define que ter um familiar desaparecido é um processo longo, difícil e muito doloroso, mas que segue com sua luta. “A gente tem seguido em frente e acreditando em todas as possibilidades”, disse Vera saudando a campanha do governo federal. Campanha A campanha nacional incentiva a coleta voluntária de material genético de familiares de pessoas desaparecidas para inclusão nos bancos de dados estaduais, distrital e nacional de perfis genéticos. Nesta edição, há 334 pontos de coleta, distribuídos nas 27 unidades da federação, com peritos preparados para receber os familiares que ainda não tenham doado material genético. Durante a cerimônia de lançamento da terceira edição da campanha, o secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Mario Sarrubbo, lembrou que a mobilização tem o objetivo de resgatar a dignidade e dar uma resposta às famílias de desaparecidos. “É um projeto que diz respeito à dignidade das famílias, porque, enquanto não resolvido o processo de desaparecimento, a dor é muito maior, é um caso que não se encerra, é uma interrogação que fica para sempre na vida das famílias e que, portanto, precisa ser respondida”, disse. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Coleta de DNA De acordo com o MJSP, devem doar material biológico, preferencialmente, familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida, seguindo a ordem pai e mãe, filhos e o genitor do filho da pessoa desaparecida e irmãos. Os familiares também podem fornecer itens de uso pessoal do desaparecido, como escova de dente, além de amostras biológicas, como um dente de leite. A diretora do Sistema Único de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Isabel Seixas de Figueiredo, explicou que o procedimento de coleta é contínuo e está disponível à população durante todo o ano nos institutos de Criminalística das polícias Civil dos estados e do Distrito Federal para identificação de pessoas desaparecidas. “Nesses dez dias de campanha, a gente intensifica a divulgação desse serviço e a articulação interfederativa de laboratórios para ampliar a capacidade total de recebimento dos familiares de pessoas desaparecidas para coletar o DNA e processá-lo. Não basta o familiar doar seu padrão genético, se a gente não tiver o processamento e a inserção disso no Banco Nacional de Perfis Genéticos [BNPG]”, ressalta Isabel de Figueiredo. Para proceder a coleta, os familiares devem apresentar um documento de identificação e a cópia do boletim de ocorrência do desaparecimento, com número, estado de registro e delegacia. Deve também assinar um termo de consentimento para análise do material. A coleta do DNA consiste em esfregar um cotonete na bochecha do familiar ou na retirada de uma gota de sangue do dedo do voluntário. O DNA somente será usado para a finalidade de encontrar parentes desaparecidos, garante o ministério. Procedimento As informações genéticas coletadas são inseridas no Banco Nacional de Perfis Genéticos e cruzadas com os dados de restos mortais humanos não identificados e, também, de material de indivíduos vivos com identidade desconhecida que estão, por exemplo, em hospitais, casas de repouso, abrigos e outras instituições de saúde e assistência social. Caso o resultado seja positivo da comparação dos perfis genéticos do familiar com um perfil genético do banco, a instituição responsável entrará em contato com o doador. Se a pessoa estiver viva, a família será informada sobre sua localização. Se o resultado for positivo para uma pessoa morta, a família será acionada para realizar os procedimentos legais. Se a pessoa desaparecida não for localizada, o banco de perfis genéticos continua a busca automaticamente, a cada atualização da base de dados. “A gente imagina que a resposta vai ser imediata, mas a segurança continua trabalhando. É importante esse DNA ir para o banco, porque a gente alimenta um sistema que segue girando e, às vezes, quatro, cinco anos depois, dá a resposta que a gente não gostaria de ouvir, mas pelo menos nos dá uma resposta”, explica a diretora do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Isabel de Figueiredo, sobre os casos que há a confirmação do vínculo genético de familiares com desaparecidos. Desfechos Na segunda edição da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, em 2024, foram coletadas 1.645 amostras de familiares e, a partir da análise científica, foram identificadas 35 pessoas desaparecidas. Dessas, nove tiveram as suas histórias reunidas no caderno digital Transformando Números em Histórias, também lançado nesta terça-feira. “Parece que foram poucos esses 35 casos resolvidos. Mas são 35 famílias que põem um ponto final em uma agonia, em um desaparecimento, em uma interrogação que impedia que elas pudessem viver dignamente”, ressalta o secretário do Ministério da Justiça, Mario Sarrubbo. “A gente não está falando de números, mas de pessoas, de casos. A gente está falando de dores reais. Esse caderno traz um pouco dessas histórias para que a gente se lembre sempre que cada caso é um caso verídico, é uma dor real”, reforça Isabel de Figueiredo. Um dos casos expostos na cerimônia de lançamento da publicação digital é do filho mais velho da servidora aposentada Glaucia Lira, de Brasília, que desapareceu há 12 anos, em 2013. Em 2021, ela e o marido coletaram sangue na

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Plenarinho: Câmara publica edital de programa voltado a estudantes de Maceió

 Dicom/CMM Alunos e alunas do 9º ano do Ensino Fundamental poderão participar por meio de concurso de redação; objetivo é estimular formação e participação cidadã A Câmara Municipal de Maceió publicou nesta segunda (04) o edital do programa Plenarinho 2025, uma ação da Escola do Legislativo para estimular a formação cidadã de jovens estudantes, promover o letramento político e a reflexão sobre temas que afetam a cidade. O lançamento oficial será realizado no dia 11, às 14h, na Escola Municipal Tradutor João Sampaio, no Petrópolis.   O Plenarinho é voltado para estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental, de escolas públicas e privadas. Os alunos serão selecionados por meio de um concurso de redação com o seguinte tema: “A cidade onde vivo e o futuro que eu imagino. Como posso contribuir para uma Maceió melhor para mim, minha escola e minha comunidade?”.   A redação será aplicada presencialmente em dia e horário definidos pela escola, dentro do período de 01 a 12 de setembro. E os vencedores irão participar de uma programação educativa e institucional na sede da Câmara Municipal de Maceió, com palestras, oficinas sobre o papel do vereador e a elaboração de propostas, visita guiada, sessão simulada no plenário e cerimônia simbólica de posse.   Podem participar do concurso os estudantes regularmente matriculados no 9º ano do Ensino Fundamental da rede pública municipal de Maceió ou de escolas particulares credenciadas no programa. As instituições interessadas devem se credenciar pelo e-mail escoladolegislativo@maceio.al.leg.br até o dia 15 de agosto.   O presidente da Câmara, vereador Chico Filho, pontuou que o Plenarinho é mais uma ação de aproximação com a população, especialmente os mais jovens, para que a participação cidadã na política seja fortalecida. “Essa é inclusive uma das nossas metas como Mesa Diretora: fazer com que as pessoas saibam o que acontece aqui na Casa. E os estudantes estão no melhor momento de descobrir de que forma podem contribuir para transformar o lugar onde vivem por meio da política”, afirmou.   Para o coordenador da Escola do Legislativo, Rodolfo Barros, o Plenarinho é também uma ferramenta da Câmara para estimular o pensamento crítico e ampliar o conhecimento dos estudantes sobre o Poder Legislativo. “Vamos ter momentos de vivências muito estimulantes para os jovens. Nosso grande objetivo é incentivar que esses meninos e meninas exerçam a cidadania, e estaremos ainda fortalecendo os vínculos entre escola, comunidade e as instituições democráticas”, destacou.   Mais informações sobre o programa Plenarinho e o cronograma completo do concurso podem ser acessados por meio do edital, clicando aqui. Fonte: maceio.al.leg.br

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Agroecologia: Arapiraca adota novas práticas de aprendizagem

A contextualização do processo de ensino e aprendizagem tem colocado o município de Arapiraca na vanguarda em Alagoas na educação agroecológica. As crianças matriculadas nas escolas e centros de educação infantil (creches) recebem novos conhecimentos com a prática de uma pedagogia interdisciplinar, com as visitas periódicas à Escola Municipal de Campo Adalberto Saturnino de Almeida, localizada no bairro Batingas. No espaço, os estudantes da rede municipal de ensino aprendem o cultivo de horta, criação de pequenos animais e também com a  “Farmácia Viva”, por meio do plantio, colheita e produção de remédios caseiros com ervas medicinais. Com uma produção mensal de mais de mil quilos de alimentos agroecológicos, o Centro de Apoio às Escolas de Tempo Integral Adalberto Saturnino de Almeida (CAETI 5), localizado no bairro Batingas, em Arapiraca, é utilizado como ferramenta pedagógica para aulas práticas de agricultura para centenas de alunos e alunas da rede municipal de ensino.   Novos conhecimentos e vivências Além de produzir novos conhecimentos, a Escola de Campo de Arapiraca tem como propósito maior a difusão de novos conhecimentos, baseados na integração e aplicação de conceitos ecológicos e sustentáveis. A diretora da Escola Municipal de Campo, Vanessa Pinheiro,  as hortaliças produzidas são introduzidas nas aulas práticas. “Com a ajuda dos professores-monitores, os alunos aprendem a fazer saladas, bolos, sopas e tortas”, revela a diretora, acrescentando que parte da produção local é destinada para o Restaurante Popular Jerimum, que foi revitalizado, ampliado e modernizado na gestão do prefeito Luciano Barbosa. “Com as nossas aulas práticas, conseguimos produzir bastante, e além de atender nossa demanda, mandamos nosso excedente para o restaurante, para as pessoas que consomem as saladas fresquinhas, entre outros pratos com alimentos livres de agrotóxicos. E o bom disso tudo, é que os alunos fazem parte de todo esse processo de aprendizagem, vivência com o meio ambiente e a natureza”, complementa Vanessa Pinheiro.

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Na véspera de apresentar relatório internacional sobre a Braskem, Ricardo Melro é afastado de cargo na Defensoria

Ninguém sabe exatamente o que está acontecendo na Defensoria Pública Estadual, mas há um estranhamento com os últimos acontecimentos por lá envolvendo o defensor Ricardo Melro e o defensor-geral Fabrício Leão Souto. O que aconteceu? Às vésperas de apresentar o novo estudo internacional sobre o afundamento de Maceió, provocado pela Braskem, Melro foi afastado da coordenação do Núcleo de Proteção Coletiva, que trata do tema tão sensível à população da capital e ao qual ele está visceralmente ligado. O motivo? Não foi divulgado, pelo menos oficialmente, pelo defensor-geral. O evento, a apresentação do relatório, está confirmado para a próxima sexta-feira, às 10 horas, no auditório João Sampaio, do CESMAC.

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Imprensa Oficial vai lançar livro escrito por servidores do Tribunal de Contas

Legado de Graciliano Ramos como gestor público será o tema central da obra; previsão é de que lançamento ocorra na Bienal, em outubro Reunião com o presidente do TCE, Fernando Toledo, definiu detalhes para o lançamento de mais um livro sobre escritor alagoano  Bruno Soriano / Ascom Imprensa Oficial Bruno Soriano / Ascom Imprensa Oficial   A Imprensa Oficial Graciliano Ramos, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL), vai lançar mais uma obra sobre seu patrono e ex-diretor. Nessa segunda-feira (04), em reunião na presidência da Corte de Contas, o diretor-presidente do órgão, Maurício Bugarim, e o presidente do TCE, conselheiro Fernando Toledo, definiram os detalhes para o lançamento do livro que está sendo escrito por três servidores do Tribunal.   A expectativa é de que o lançamento ocorra no próximo mês de outubro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió, durante a 11ª edição da Bienal Internacional do Livro de Alagoas. O tema central da obra é a valorosa contribuição de Graciliano Ramos enquanto gestor público – o escritor também foi prefeito de Palmeira dos Índios, cidade do Agreste alagoano, entre os anos de 1928 e 1930.   Coordenadora de Ensino, Pesquisa e Extensão da Escola de Contas do TCE-AL, Lídia Machado explica que a obra também vai servir para divulgar, de forma pedagógica, o trabalho de controle externo desenvolvido pelo Tribunal. “A ideia do livro surgiu na própria Escola de Contas, por meio de nossa diretora, a conselheira Maria Cleide Beserra. Será um marco na história da Corte”, assegurou a coordenadora.   Assinada pelo diretor técnico da Escola de Contas, Perroneo Tojal, e pelas assessoras jurídicas Kézia Sayonara e Cláudia Albuquerque, a obra faz uma síntese de fatos históricos sobre a aplicação do Direito Administrativo, enaltecendo o papel visionário de Graciliano Ramos no trato com a coisa pública.   “Naquela época, ele já abordava temas que, hoje, estão contidos na lei de licitações, por exemplo. Ele também antecipou conceitos da nossa Carta Magna, da Lei de Responsabilidade Fiscal, destacando também outras normativas da administração pública. Seu relatório de gestão, inclusive, trata de restos a pagar, abordando, além do mais, questões relativas ao meio ambiente. Por tudo isso é que decidimos escrever sobre Graciliano, que tinha um olhar diferenciado acerca do controle interno e externo”, avaliou Perroneo Tojal.   Para o presidente do TCE, a obra reflete não apenas o compromisso da Corte de Contas com a oferta de um serviço de excelência.   “A parceria com a Imprensa Oficial é de suma importância, haja vista a possibilidade de lançamento na Bienal do Livro, o que será muito importante em termos de visibilidade desse projeto”, destacou o conselheiro Fernando Toledo, lembrando, ainda, a participação do Tribunal em outro grande evento este ano: o Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, que acontece em dezembro, em Florianópolis-SC. O diretor-presidente da Imprensa Oficial, por sua vez, reforça a importância da parceria com o TCE no sentido de impulsionar o mercado editorial em Alagoas.     “É uma honra poder contribuir junto a uma instituição como o Tribunal de Contas, que presta relevantes serviços à sociedade, desta vez com a publicação de um livro sobre Graciliano Ramos. Vamos trabalhar para que tudo transcorra conforme o planejado, para que consigamos lançar esse projeto na Bienal. Seguiremos sempre à disposição, para que possamos disseminar cada vez mais conhecimento e, dessa forma, valorizar a cultura local. Esse é o lema de todos os que fazem o Governo de Alagoas”, salientou Maurício Bugarim.

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Câmara Municipal lamenta falecimento de Marcelo Lima, ex-prefeito de Quebrangulo

 Dicom/CMM   Ex-gestor é reconhecido em Alagoas por sua trajetória marcante em defesa do municipalismo A Câmara Municipal de Maceió lamenta, com profundo pesar, o falecimento do ex-prefeito de Quebrangulo, Marcelo Lima (65), ocorrido nesta terça-feira (05/08), em um acidente no Rio Paraíba.   Com uma trajetória marcante na história política de Alagoas, ele foi prefeito em seis oportunidades, além de ter sido diretor-presidente da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal).   Na Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), o ex-prefeito esteve à frente de cargos de direção, e também presidiu o Consórcio Público para Gestão da Energia Elétrica e Serviços Públicos (Cigip).   Apaixonado pela obra do escritor Graciliano Ramos e pela região do Vale do Paraíba, Marcelo Lima deixa esposa, Andréa Maia, três filhos, entre eles o ex-deputado estadual Davi Maia, e o primeiro suplente de vereador por Maceió, Marcelo Maia, e dois netos.

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Marechal Deodoro completa 434 anos com 7.164 empresas com registro ativo

Dados são divulgados pela Junta Comercial do Estado de Alagoas Marechal Deodoro completa, nesta terça-feira (5), 434 anos de história como um dos principais centros econômicos de Alagoas  José Ronaldo / Galeria Falcon Barros Hotton Machado/ Ascom Juceal Marechal Deodoro completa, nesta terça-feira (5), 434 anos de história como um dos principais centros econômicos de Alagoas. De acordo com a Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), o município possui o quarto maior número de empresas ativas no estado, com 7.164 negócios.   Segundo a Juceal, a cidade apresentou, em dois anos, um crescimento de 18,98% no número de empreendimentos ativos. Essa evolução foi observada também em todos os portes empresariais, com destaque para o aumento de 40,95% de microempresas (MEs).   Em relação ao número atual, Marechal Deodoro possui, com registro ativo, 4.226 microempreendedores individuais (MEIs), 2.158 microempresas, 441 empresas de pequeno porte (EPPs) e 339 negócios considerados sem porte.   Esse número total, também pode ser subdividido por natureza jurídica. Na cidade, existem 5.576 empresários individuais, 1.536 sociedades limitadas, 28 sociedades anônimas fechadas, 7 sociedades anônimas abertas, 6 sociedades de economia mista, 6 cooperativas, 2 empresas públicas, 2 consórcios de sociedades e 1 associação privada.   Em relação às seções de atividades econômicas, comércio é a seção com maior número, com 2.513 empresas com registro ativo, sendo seguida por alojamento e alimentação (1.133 empresas); indústrias de transformação (642); transporte, armazenagem e correio (596); e construção (463).   Destrinchando os números quanto às principais atividades, os maiores valores são vistos para comércio varejista de artigos de vestuário (366 empresas); minimercados, mercearias e armazéns (362); restaurantes (318); lanchonetes (244); cabeleireiros e manicures (242); comércio varejista de bebidas (186); comércio varejista de materiais de construção (180); promoção de vendas (167); serviços ambulantes de alimentação (166); e fornecimento de alimentos (156).     A Junta Comercial é a entidade responsável pela abertura, alteração e baixa de empresas no estado, além de ser a administradora da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em Alagoas. Fonte: portaldealagoas

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