Cidadania Alagoas

ALAGOAS

Homem é preso por estupro de mulher portadora de necessidades especiais

Um homem de 43 anos foi preso pela Polícia Civil por ter praticado estupro de vulnerável contra uma mulher portadora de necessidades especiais. O crime aconteceu em 2011, em uma academia no bairro Chã da Jaqueira, em Maceió. A prisão foi realizada no domingo (14), no Jardim Petrópolis, por policiais civis da Diretoria de Repressão ao Crime Organizado e à Corrupção (DRACCO), por meio de sua Seção de Capturas. O diretor da DRACCO, o delegado Igor Diego, explicou como o crime ocorreu. “No mês de dezembro de 2011 estava acontecendo uma confraternização da academia quando a vítima, que é portadora de necessidades especiais e que, à época tinha 20 anos de idade, entrou no banheiro. Nesse momento o autor do fato, aluno da academia, também entrou no banheiro e a empurrou. A vítima caiu no chão e o autor fechou a porta do banheiro”, disse. “O autor tirou a roupa da vítima e praticou sexo, conjunção carnal, com ela, mediante ameaças dizendo que se ela gritasse iria matá-la”, complementou o delegado. Após o crime, o autor fugiu e a vítima ficou sangrando e em estado de choque. A mulher foi socorrida por pessoas que estavam na confraternização e foi levada até a delegacia, para fazer o Boletim de Ocorrência (BO). Depois, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização dos exames necessários. O delegado informou ainda que o autor do crime foi condenado pelo Poder Judiciário de Alagoas a 11 anos e 9 meses de reclusão. “Ele estava foragido, mas agora foi preso e pagará pelo crime que cometeu”, finalizou.   Fonte: Redação ANH/AL

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Promotora denuncia homem negro por ‘racismo reverso’ em Coruripe (AL)

  O Instituto do Negro de Alagoas (Ineg-AL) informou que um homem negro foi denunciado por injúria racial contra um italiano pela promotoria de Coruripe, município do interior de Alagoas. O homem teria dito que o estrangeiro tinha “uma cabeça europeia escravagista”. Por meio de nota, o Ministério Público de Alagoas (MPAL) se pronunciou sobre o caso e disse que, com a denúncia contra o acusado, “não pode se ater a cor da pele ou qualquer outra característica que ele possua, uma vez que tal questão não está relacionada ao suposto ato praticado”. O Ineg explicou que foi procurado pelo denunciado. O homem relatou que prestou um serviço ao italiano e que acabou sendo lesado, não recebendo o dinheiro que teria direito. O denunciado então afirmou que “essa cabeça branca, europeia e escravagista [do italiano] não deixava enxergar nada além dele mesmo”. O italiano denunciou o homem negro e os autos do processo foram encaminhados à Promotoria de Coruripe para que a denúncia seja avaliada se é ou não caso de Justiça. A promotora Hylza Paiva Torres de Castro decidiu pela denúncia do homem negro por injúria racial, equiparada pela Justiça ao crime de racismo. Por meio de nota divulgada nas mídias socias, o Ineg afirmou que vai dar suporte jurídico ao homem e repudiou a atitude da promotora em classificar o ocorrido como “racismo reverso”. “O INEG/AL repudia veementemente a posição da Promotora Hylza Paiva, que denota uma clara falta de compreensão da legislação, além de uma total falta de correlação entre o fato narrado e o crime supostamente praticado. Afirmamos também que continuaremos na defesa do Réu, confiando em sua sumária absolvição”, diz a nota. Veja nota do MP na íntegra: O Ministério Público do Estado de Alagoas informa que, a respeito do caso ocorrido em Coruripe, em 2023, onde um homem italiano apresentou uma queixa-crime contra um cidadão que morava em sua residência (ele era sobrinho do companheira do italiano), foi ajuizada uma ação penal por injúria racial. Tal denúncia foi proposta com base nas provas apresentadas pelo advogado do italiano. O caso em questão se trata de crime de injúria racial, que é configurado quando alguém tem o objetivo de ofender outra pessoa em razão de raça, cor, etnia, religião ou origem. A Lei nº 14.532/23, sancionada ano passado, estabeleceu que esse ilícito penal passou a ser crime de ação penal pública incondicionada, ou seja, ele não depende mais de qualquer queixa formalizada pela vítima, passando, o Ministério Público, a ser o titular da ação penal. O Ministério Público, ao analisar o caso concreto, leva em consideração as provas acostadas aos autos, _ in casu_ que foi protocolado pela defesa do italiano. Dentre essas provas, estão conversas em que um homem profere palavras ofensivas à vítima, referindo-se, de forma pejorativa, à sua nacionalidade italiana. Ao ajuizar uma denúncia contra um acusado, o MPAL não pode se ater a cor da pele ou a qualquer outra característica que ele possua, uma vez que tal questão não está relacionada ao suposto ato praticado. Por fim, o MPAL esclarece que, dentro da instrução processual, ambas as partes envolvidas na ação penal terão a oportunidade de apresentar seus argumentos e defesas, conforme estabelece o Código de Processo Penal. E, caso seja comprovado que o réu foi vítima de algum crime praticado pelo italiano, a Promotoria de Justiça de Coruripe solicitará instauração de inquérito policial para a devida apuração.   Fonte: Redação ANH/AL

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Programa de mestrado da Uneal abre seleção para docente permanente

  O credenciamento de docentes permanentes para o Programa de Pós-Graduação em Dinâmicas Territoriais e Cultura da Universidade Estadual de Alagoas (Prodic-Uneal) está com as inscrições abertas. As inscrições começam nesta quarta-feira (17) e seguem até 29 de janeiro. Para realizar a inscrição, basta encaminhar a documentação requerida por meio do e-mail indicado no edital de abertura do processo seletivo. O edital está disponível no site da Uneal (acesse aqui). Além de professores efetivos da Uneal, professores de outra instituição de ensino superior também podem concorrer, mas a instituição de origem precisa autorizar. As linhas de pesquisa são Território, Cultura e Saberes Locais ou Território, Sociedade e Desenvolvimento. O docente permanente irá atuar no Programa de forma direta e contínua, com o objetivo de desenvolver atividades de ensino, pesquisa e orientação. O núcleo regular de docentes possui regime de 40 horas semanais com ou sem Dedicação Exclusiva (DE).   Fonte: Redação ANH/AL

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Idoso morre em capotamento de carro na AL-410, em Atalaia

Um idoso morreu, na manhã desta terça-feira (16), após o carro em que ele estava capotar na AL-410, em Atalaia, em Alagoas. O condutor do veículo relatou ao Corpo de Bombeiros que o volante travou, o que fez com que ele perdesse o controle do carro, que acabou capotando. Além do condutor, um casal de idosos estava no veículo. A idosa foi socorrida e levada ao Hospital Geral do Estado (HGE).   Fonte: Redação ANH/AL

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Rio Jacuípe continua acima da cota de alerta

Defesa Civil   Segundo dados da Defesa Civil, os níveis dos rios seguem em descida ou pelo menos estáveis, com exceção do Rio Jacuípe, que está 5 metros acima do esperado, deixando mais de mil pessoas desalojadas. “O Rio Jacuípe está a mais de 60h transbordando, é muito tempo, nem o ano passado, quando registramos uma das maiores cheias de história, ficou tanto tempo assim, para ser sincero, desde que se tem registros não ficou tanto tempo assim”, disse o capitão da Defesa Civil, Douglas Gomes. O Rio Mundáu, que corta as cidades de Rio Largo e São José da Laje está em redução. Ma sem Rio Largo, ele continua cheio, e está 6 metros acima. “Os números continuam elevados, porque mesmo parando de chover forte o nível dos rios continuam altos, existe risco de voltar a chover e por prevenção não podemos autorizar a volts de forma imediata. Outro motivo é que as casas estão ainda bem molhadas, por questões de saúde não é aconselhável voltar agora”, disse o coronel. Por: redação ANH/AL

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Maceió: juiz manda seguradoras cobrirem imóveis perto de área de risco

© Joédson Alves/Agência Brasil Decisão proíbe prática de preços abusivos para dissuadir contratação   O juiz Felini de Oliveira Wanderley, da 1ª Vara Federal de Alagoas, proibiu as seguradoras credenciadas junto à Caixa Econômica Federal (CEF) de recusarem a cobertura para imóveis próximos a áreas consideradas de risco em Maceió. Uma grande área da capital alagoana encontra-se isolada devido à instabilidade do solo provocada pela mineração de sal-gema pela empresa Braskem. Uma das minas, no bairro de Mutange, se rompeu em dezembro. A decisão proíbe ainda a prática de preços abusivos ou aumentos expressivos nos valores cobrados, apontados como estratégias para dissuadir a contratação de seguros residenciais nos arredores das áreas de risco. Cabe recurso à segunda instância da Justiça Federal. O caso foi julgado em ação aberta pela Defensoria Pública da União (DPU) em 2021. O órgão apontou diversas negativas de contratação pelas seguradoras. Em reunião com a CEF e a Caixa Residencial, a DPU soube que as empresas estavam adotando uma margem de segurança de um quilômetro a partir das bordas da área de risco delimitada pela Defesa Civil. O órgão alegou ainda que as negativas de cobertura a imóveis nessa margem também impedem a concessão de financiamento, uma vez que a cobertura securitária é obrigatória em contratos firmados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Segundo o defensor regional de direitos humanos em Alagoas (DRDH-AL), Diego Alves, a margem de segurança adotada pelas seguradoras não está amparada em critérios técnicos e, por isso, “é abusiva e desarrazoada, ofendendo direitos básicos do consumidor, além de violar diretamente o direito social à moradia, os princípios gerais da atividade econômica, bem como afetar negativamente a valorização de imóveis e interferir na política urbana e habitacional de Maceió”. Além dos cinco bairros de Maceió afetados diretamente pela atividade de mineração, a margem de segurança de um quilômetro abrange imóveis situados nos bairros de Bebedouro, Bom Parto, Canaã, Chã da Jaqueira, Chã de Bebedouro, Farol (incluídas as ruas Thomaz Espíndola, Dom Antônio Brandão e Ângelo Neto), Feitosa, Gruta de Lourdes, Jardim Petrópolis, Levada, Mutange, Petrópolis, Pinheiro, Pitanguinha e Santo Amaro. Decisão O magistrado responsável pelo caso entendeu ser abusiva a negativa “indiscriminada, genérica e abstrata das seguradoras, sem amparo técnico, da contratação de seguros, em detrimento de imóveis localizados em áreas onde o risco geológico é inexistente”. Ele declarou nulas as negativas de cobertura com base na margem de segurança e condenou as seguradoras a convocarem todos os interessados para reavaliação do pedido de seguro habitacional. A decisão foi assinada na quarta-feira (10). “Não se está negando a autonomia da vontade, nem a liberdade de as seguradoras avaliarem e aceitarem, ou não, o risco envolvido, mas estabelecendo limites razoáveis a fim de evitar que as negativas ocorram de forma indiscriminada, genérica e abstrata, sem amparo técnico, em detrimento de imóveis localizados em áreas onde o risco geológico é inexistente”, escreveu o magistrado. A decisão abrange a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Caixa Econômica Federal (CEF) e as seguradoras XS3 Seguros S.A, American Life Seguros, Tokio Marine Seguradora S.A e Too Seguros S/A. Nos autos, as seguradoras alegaram que, como entidades privadas, estariam livres para aceitar ou não as propostas de cobertura, a partir de sua própria análise de risco. Outro argumento seria de que os interessados estariam livres para buscar outras empresas dispostas a aceitar o risco.   Fonte: Agência Brasil

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Lavagem do Bonfim de Maceió acontece neste domingo (14)

Neste domingo (14), a partir das 15h, acontece a 22ª Lavagem do Bonfim de Maceió. A concentração do cortejo será no Largo São João, na Ladeira do Jacintinho. O evento, tradicional na capital alagoana, faz alusão ao orixá Oxalá, e tem como objetivo pedir paz e dizer não à intolerância religiosa. Os povos de terreiro irão de vestidos de branco e entoando cânticos em um grande cortejo que seguirá até a Igreja do Bonfim, no bairro do Poço, onde realizam o ato da lavagem do pátio da igreja com as águas sagradas. Outras ruas de Maceió serão percorridas até o bairro da Ponta da Terra, onde será finalizado o momento religioso. O rito de purificação, que acontece anualmente, também é conhecido como “Águas de Oxalá” e é de extrema importância para os religiosos de matriz africana, visto que é uma das formas de iniciar o ano pedindo bênçãos para o novo ciclo. Os grupos afro de Maceió também se unem aos povos de terreiro para pedir por um ano cheio de realizações e axé. Para saber mais informações, basta acessar a página no Instagram @axepratagy.   Fonte: Redação ANH/AL

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