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Willian Lima conquista prata no judô, a 1ª medalha do Brasil em Paris

© Wander Roberto/COB/Direitos Reservados Na sequência, Larissa Pimenta conquistrou o bronze no feminino O judoca brasileiro Willian Lima faturou prata, a primeira medalha do país na Olimpíada de Paris. Natural de Mogi das Cruzes (SP), o atleta de 24 anos, estreante em Olimpíadas, foi superado na final dos 66 quilos pelo campeão olímpico japonês Abe Hifumi, quatro vezes campeão mundial. Para chegar à final o paulista enfileirou quatro vitórias consecutivas. Na sequência, foi a vez da paulista Larissa Pimenta conquistar o bronze ao derrotar na final dos 52kg a italiana Odette Giuffrida, no golden score (tempo extra). A adeversária foi punida com o terceiro shido (falta de competitividade).. A judoca de 25 anos avançou à final na repescagem, após aplicar um ippon na alemã Mascha Ballhaus. Fonte: Agência Brasil

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Justiça da Holanda condena a Braskem por afundamento de solo em Maceió

Em  Maceió, cinco bairros foram destruídos pelos efeitos da mineração predatória feita pela Braskem ao longo de 40 anos de exploração – Foto: Edilson Omena   Ao todo, nove moradores dos bairros atingidos participaram da ação   O Tribunal de Roterdã, na Holanda, condenou a Braskem pelo afundamento do solo em bairros de Maceió causado pela mineração. Na decisão, divulgada na última quarta-feira (24), a Corte ordena o pagamento de indenizações aos autores da ação. A Braskem pode recorrer da decisão. Apesar de ação contra a Braskem na Justiça holandesa ser individual, a decisão favorável às vítimas pode se estender para os outros moradores prejudicados. O valor das indenizações deve ser definido em acordo entre as partes. A petroquímica terá que indenizar as vítimas que entraram com o processo fora do país. “A Braskem SA é responsável pelos danos sofridos pelos reclamantes decorrentes dos tremores de terra em  Maceió, Brasil, em março de 2018”, diz a decisão da Corte. Ao todo, nove moradores dos bairros atingidos participaram da ação. Veja a nota da Braskem sobre a decisão As vítimas foram representadas pelos escritórios internacionais de advocacia Pogust Goodhead e Lemstra Van der Korst. Segundo o Tribunal da Holanda, a Braskem é claramente responsável pelos danos sofridos pelos reclamantes decorrentes dos tremores de terra em  Maceió, Brasil, em março de 2018. A Braskem tomou conhecimento da decisão da Justiça holandesa, que concluiu pela inexistência de conexão entre as subsidiárias da companhia naquele país e o evento de subsidência em Maceió. A Corte holandesa também definiu que os nove autores da ação de indenização individual têm direito à compensação financeira. A decisão não atribuiu valor de indenização aos autores e é passível de recurso. A empresa reforça que, por meio do Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação (PCF), 99,9% das propostas de indenização previstas foram apresentadas e 96,3% já foram pagas, totalizando um valor superior a R$ 4 bilhões. Os nove autores da ação já receberam proposta de compensação financeira no âmbito do programa. A Braskem reafirma seu compromisso com a segurança das pessoas e com a conclusão das indenizações no menor tempo possível, bem como com o desenvolvimento de medidas para mitigar, reparar ou compensar os efeitos da subsidência, conforme acordado e homologado pelas autoridades brasileiras. Para essas ações, a Braskem tem provisionados R$ 15,5 bilhões, dos quais R$ 10 bilhões já foram desembolsados. Essas são prioridades da empresa e, por isso, continuará desenvolvendo seu trabalho, de forma diligente, em  Maceió. Fonte: https://tribunahoje.com/

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Marta tem última e difícil chance de buscar o ouro olímpico em seleção sem estrelas

noticiasaominuto.com.br Marta tem duas medalhas de prata olímpicas na brilhante carreira. Mas jamais escondeu o sonho dourado. Aos 38 anos, ela será a estrela solitária do Brasil em sua sexta e última tentativa de subir ao topo do pódio. Em Paris-2024, a rainha do futebol verde e amarelo terá a missão de conduzir a seleção de Arthur Elias em fato raro: sem outra jogadora de alto quilate a seu lado ou na equipe, montada pela “força do conjunto”. O futebol feminino nacional sempre se caracterizou por ter grandes jogadoras em Jogos Olímpicos, como as pioneiras Sissi, Kátia Cilene, Pretinha, Formiga, Roseli e Michael Jackson em 1996. Mesmo sob a orquestra de Marta, a partir de 2024, haviam companheiras craques, como Cristiane, preterida por Arthur Elias para Paris. A jogadora do Flamengo esteve ao lado da camisa 10 nas pratas de Atenas-2004 e Pequim-2008, além das campanhas ruins e quedas precoces em Londres-2012 e Rio-2016. Outra fiel escudeira longeva foi a meio-campista Formiga – a aposentadoria da volante ocorreu em 2023. Na decisão de 2004, na qual a seleção brasileira desperdiçou muitas oportunidades e acabou caindo diante das fortes americanas, por 2 a 1, o Brasil do técnico Renê Simões tinha, ainda, Pretinha, Daniela Alves e Juliana Cabral, atletas em evidência na época. E, apesar da derrota, celebrou a primeira medalha olímpica após quarto lugares em Atlanta-1996 (estreia da modalidade) e Sydney-2000. Quatro anos mais tarde, com a manutenção da base e em novo revés em decisão, Marta chorou muito após a derrota por 1 a 0 na prorrogação, mais uma vez diante dos Estados Unidos. Para motivar as jogadoras, Marta usou um lema há alguns anos de que era “melhor chorar no começo do que no fim”. De lá para cá, contudo, com alguns novidades a seu lado, como Bia Zaneratto em 2020, ano em que a técnica Pia Sundhage preteriu Cristiane, a seleção não conseguiu ir além das quartas de final. Com promessa de time “ousado e corajoso”, tentará se redimir e ir ao pódio em Paris. A parceira da Olimpíada passada, entretanto, será o desfalques de peso após grave lesão. Depois de evitar assistir à convocação em Orlando, onde joga, Marta sentiu-se aliviada por ver seu nome relacionado por Arthur Elias, garantiu que foi por mérito, e espera que o time consiga repetir os bons resultados da fase de preparação para surpreender em Paris, ano com mais favoritas no futebol feminino entre as 12 seleções, caso das potentes Espanha, França, Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Austrália e Japão.   “Não vão faltar vontade e garra para a gente ir em busca desse sonho, que não é só das atletas, mas de uma nação. Estamos trabalhando muito e acredito que teremos a oportunidade de mostrar isso desde o primeiro momento quando estivermos na Olimpíada, que é uma competição difícil, de muito equilíbrio”, afirma marta. A camisa 10 sabe da dificuldade, mas não esconde o otimismo em brilhar nos campos de Paris e revela enorme motivação. “A alegria é a mesma, é sempre um prazer vestir a camisa da seleção, representar o nosso País em uma competição tão grandiosa como a Olimpíada”, diz, garantindo estar bem preparada para sua despedida olímpica.   “Com relação à primeira vez (Atenas-2004), há, claro, uma diferença tanto de idade quanto de experiência. Na minha primeira, eu tinha 18 anos e tudo era novo pra mim”, lembra. “Eu estava descobrindo sobre o futebol feminino brasileiro, já atuava na Suécia, mas tinha pouca oportunidade de estar na seleção, que jogava menos naquela época, os amistosos eram em menor número. Hoje, a bagagem é um pouco maior, com muito mais experiência, e isso faz com que a gente saiba da responsabilidade, mas com tranquilidade.” Com Marta como personagem central, Arthur Elias chamou diversas atacantes na lista de 18 convocadas, sem dar pistas sobre quem utilizaria ao lado da estrela. Adriana, Gabi Nunes e Ludmila parecem sair em vantagem, mas o treinador gosta muito de Jheniffer e Gabi Portilho, com as quais trabalhou no Corinthians. Kerolin corre por fora.   “Vejo mudança em tudo em comparação ao início dos anos 2000: na estrutura de muitos clubes, na estrutura da seleção feminina, na abordagem do futebol feminino em nosso país”, avalia. “Vejo como realmente as pessoas estão empolgadas com o momento da modalidade e acreditam que possa melhorar cada vez mais, acompanham as meninas e têm uma facilidade maior de ter notícias sobre o futebol feminino no país. Hoje, a mídia fala mais, naquela época não tínhamos isso.” A seleção brasileira está no Grupo C, ao lado de Espanha, Japão e Nigéria. No Grupo A estão França, Colômbia, Canadá e Nova Zelândia, enquanto Estados Unidos, Zâmbia, Alemanha e Austrália. São três chaves com quatro equipes cada e avançam às quartas de final as duas melhores de cada chave, além de dois melhores terceiros lugares. Os jogos vão de 25 de julho a 10 de agosto. Fonte: ANH/AL

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Fundo para Pandemias quer arrecadar US$ 2 bilhões nos próximos 2 anos

agenciabrasil.ebc.com.br Criado em 2022, o Fundo para Pandemias (The Pandemic Fund) lançou uma mobilização internacional por investimentos nesta quarta-feira (24), no Rio de Janeiro, durante evento paralelo ao encontro de ministros de finanças e presidentes de bancos centrais do G20, grupo formado pelas 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana. Pensada após a crise sanitária que se deu com a pandemia de covid-19, a iniciativa é o primeiro mecanismo de financiamento global dedicado a ajudar países vulneráveis a combater surtos pandêmicos no futuro. “Todos temos interesse na prevenção, detecção e gestão de emergências de saúde. Essa é a missão do Fundo para Pandemias”, afirmou a chefe executiva do projeto, Priya Basu. Para manter as ações do fundo, o propósito da campanha de investimentos é arrecadar US$ 2 bilhões em novos financiamentos para os próximos dois anos. Formado por diferentes instituições, como Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco Mundial (Bird), o Banco Europeu de Investimentos (BEI), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), em sua primeira chamada de propostas, o projeto arrecadou US$ 667 milhões do governo norte-americano e US$ 54 milhões do governo alemão. Fazendo referência ao presidente Joe Biden, a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse acreditar “que um Fundo para Pandemias, com todos os recursos, nos permitirá prevenir, preparar e responder melhor às pandemias, protegendo americanos e pessoas ao redor do mundo de enormes custos humanos e econômicos”. Compartilhando do mesmo pensamento, a ministra do Desenvolvimento da Alemanha, Svenja Schulze, destacou que a iniciativa é “fundamental para alcançar uma melhor preparação global para surtos de doenças infecciosas”. Para impulsionar a segurança sanitária local e global, a FAO participará da implementação de 12 projetos no valor de US$ 264 milhões, como parte da primeira rodada de financiamento do Fundo para Pandemias. As propostas envolvem a participação da organização em parceria com os governos e outras agências, como a OMS, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Banco Mundial e o Banco Asiático de Desenvolvimento. Fonte: Agência Brasil

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Ministério do Esporte avisa que não tem nada a ver com uniformes do Brasil

noticiasaominuto.com.br RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O kit de uniformes fornecidos aos atletas brasileiros para as Olimpíadas 2024 virou alvo de críticas. Depois das reclamações públicas do material de alguns esportistas, o Ministério do Esporte (Mesp) se pronunciou sobre a polêmica nesta segunda-feira (22).     Em nota, o órgão reiterou que a responsabilidade é do Comitê Olímpico do Brasil (COB). O Mesp começa o comunicado negando ser responsável pelos uniformes dos atletas. “É falsa a informação que o Ministério do Esporte seja responsável por confeccionar e fornecer kits de uniforme e equipamentos para a delegação brasileira que irá competir nos Jogos Olímpicos de Paris”, explicou. “É responsabilidade do Comitê Olímpico do Brasil (COB) a distribuição das roupas de viagens, desfile, cerimônia de abertura e dia a dia na Vila Olímpica para todos os atletas brasileiros”.. Ainda na nota, o Ministério do Esporte ressalta que o apoio do governo se dá por meio do Bolsa Atleta, um programa contínuo mensal, que nesta edição das olimpíadas, contempla 88% dos 276 atletas classificados para as Olimpíadas. “O Ministério reitera que se mantém comprometido em apoiar e promover o desenvolvimento esportivo e a participação dos atletas brasileiros, concentrando suas principais ações em áreas diretamente ligadas ao incentivo e ao suporte ao esporte nacional”, publicou. José Fernando Ferreira, atleta do decatlo conhecido como Balotelli, foi o primeiro a se queixar abertamente do material. Ele disse os uniformes recebidos são insuficientes para a quantidade de provas que disputa e que precisou arcar com a compra de sete pares de sapatilhas do próprio bolso. Fernando Ferraz, também do decatlo, contou que irá lavar o material na Vila Olímpica. “Vou passar mais de 20 horas na pista de atletismo, dois dias de competição divididos em quatro etapas, e recebi apenas uma regata, um macaquito e um short balão. Assim que terminar as provas do primeiro dia, terei que voltar para a Vila Olímpica e lavar meu material ou competir com ele sujo”, disse Ferraz. Izabela Silva, do lançamento de disco feminino desabafou após receber roupas masculinas e nenhuma peça feminina porque, segundo foi informada, não havia tamanhos maiores do que o médio. A distribuição dos uniformes de competição cabe a cada confederação e ao fornecedor escolhido. A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) trabalha em parceria com a Puma. Imagens de atletas do vôlei feminino recebendo uniformes em sacos plásticos viralizaram nas redes sociais, aumentando ainda mais a repercussão negativa do material. Além disso, duas atletas do rugby mostraram que pretendiam trocar as saias do uniforme feminino por calças compridas. Fonte: ANH/AL

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Paris Promoverá Desfile de Medalhistas na Passarela

gettyimages Credit: NurPhoto A iniciativa de Paris de incluir medalhistas em um desfile de passarela é um evento notável que celebra a conquista esportiva de forma inovadora e glamourosa. Este desfile não apenas homenageia os atletas por suas realizações, mas também mistura o mundo do esporte com o da moda e do entretenimento. # Contexto e Significado 1. Celebração das Conquistas: O desfile em Paris permitirá que medalhistas, que geralmente são reconhecidos apenas em eventos esportivos, recebam uma homenagem em um cenário de destaque. Isso valoriza suas conquistas e proporciona um reconhecimento mais amplo do que apenas a cerimônia de premiação tradicional. 2. Integração do Esporte e Moda: A inclusão de atletas em um desfile de moda é uma fusão interessante entre o esporte e o mundo da moda. Este evento destaca como conquistas esportivas podem ser celebradas de maneira criativa e inovadora, atraindo a atenção tanto de entusiastas do esporte quanto do público da moda. 3. Visibilidade e Impacto: Para os atletas, especialmente aqueles que podem não ter tanta visibilidade fora de suas competições, o desfile oferece uma plataforma para alcançar um novo público e aumentar o reconhecimento de suas realizações. É também uma oportunidade para mostrar o impacto positivo do esporte na vida das pessoas. 4. Inspiração e Engajamento: Este tipo de evento pode inspirar jovens atletas e criar um vínculo entre diferentes formas de expressão cultural. Além disso, promove um maior engajamento do público com o esporte, mostrando que os atletas são admirados não só por suas habilidades, mas também por suas contribuições culturais e sociais. O desfile de medalhistas em Paris é um exemplo de como eventos tradicionais podem ser reimaginados para oferecer uma celebração mais inclusiva e multifacetada. Ao reunir conquistas esportivas e moda, Paris não só presta homenagem aos atletas, mas também demonstra uma abordagem moderna e integrada para celebrar o sucesso. Redação ANH

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Olimpíadas 2024: Canadá usa drone para espionar treino do futebol feminino da Nova Zelândia

noticiasaominuto.com.br A seleção canadense feminina de futebol utilizou um drone para espionar o treinamento do time neozelandês em Saint-Etienne, na França, na noite da última segunda-feira. Essa é a acusação do Comitê Olímpico da Nova Zelândia (CONZ) em comunicado oficial. “Membros da comissão neozelandesa relataram o incidente à polícia e o operador do drone, que foi identificado como um membro da comissão canadense de futebol feminino, foi detido”, afirmou o CONZ. As duas equipes se enfrentam nesta quinta-feira, às 12h (de Brasília), na primeira rodada do futebol feminino da Olimpíada de Paris-2024. “O Comitê Olímpico da Nova Zelândia e a seleção neozelandesa defendem a integridade e a justiça da Olimpíada e estão profundamente chocados e desapontados com este incidente”, completou o órgão. Além do pronunciamento, a organização neozelandesa fez uma queixa forma ao Comitê Olímpico Internacional (COI) contra as canadenses. Em nota oficial, o Comitê Olímpico do Canadá (COD) pediu desculpas pelo ocorrido e afirmou que está investigando o caso. Segundo o órgão esportivo, o operador do drone era um “membro não credenciado da comissão da Federação Canadense de Futebol”. “O Comitê Olímpico do Canadá defende o jogo limpo e está chocado e decepcionado. Pedimos sinceras desculpas ao futebol neozelandês, a todos as jogadoras afetadas e ao Comitê Olímpico da Nova Zelândia.” Ainda no comunicado, o COD afirma que está, em conjunto com o COI, Paris-2024, a Federação Canadense de Futebol e a Fifa, analisando quais serão os próximos passos e que um novo comunicado deve ser divulgado nesta quarta-feira. Fonte: ANH/AL

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Planos de saúde registram 1,9 bilhão de procedimentos médicos em 2023

agenciabrasil.ebc.com.br A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou nesta segunda-feira (22) que os planos de saúde realizaram 1,9 bilhão de procedimentos médicos em 2023. De acordo com a agência, o número representa aumento de 7,4% em relação aos procedimentos realizados em 2022, quando foram registrados 1,8 bilhão de consultas, exames e cirurgias em todo o país. Conforme o levantamento, os procedimentos mais buscados pelos pacientes foram as consultas médicas, que chegaram ao patamar de 275,3 milhões no ano passado. Em seguida, estão os procedimentos odontológicos (196,2 milhões) e as internações (9,2 milhões). Foram realizadas 79,9 milhões de terapias realizadas por fisioterapeutas, fonoaudiólogos e psicólogos, número 19,7% maior em relação ao ano de 2022. O número de exames registrado foi de 1,1 bilhão. Os dados fazem parte do Mapa Assistencial da Saúde Suplementar, pesquisa que leva em conta as informações repassadas à ANS pelas operadoras. O mapa é uma das variáveis utilizadas para justificar o reajuste anual dos planos. Fonte: Agência Brasil

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Hepatite Delta avança entre ribeirinhos no Amazonas

agenciabrasil.ebc.com.br   Casos de hepatite Delta entre ribeirinhos no Amazonas preocupam autoridades da saúde e pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A doença, que pode ser silenciosa, é o tipo mais agressivo das hepatites virais, podendo causar cirrose, câncer e até mesmo levar à morte. Apesar da alta incidência, poucos pacientes estão em tratamento, de acordo com a Fiocruz Desde junho deste ano, uma equipe de pesquisadores do Laboratório de Virologia Molecular da Fiocruz Rondônia e profissionais de Saúde de Lábrea (AM) acompanha comunidades ribeirinhas na região sul do Amazonas. Segundo o Centro de Testagem Rápida e Aconselhamento (CTA) da Secretaria Municipal de Saúde de Lábrea (AM), há aproximadamente 1,4 mil casos notificados da doença na cidade e apenas 140 pacientes em acompanhamento.   Em Lábrea, de acordo com a Fiocruz, a equipe de pesquisadores e profissionais de saúde percorreu as comunidades ribeirinhas de Várzea Grande e Acimã, no Rio Purus. Durante dois dias foram realizados testes rápidos e exames laboratoriais, mas o foco principal da equipe foi o diagnóstico e rastreamento das hepatites virais, em especial a hepatite Delta. Dos 113 moradores atendidos nas duas comunidades, 16 foram diagnosticados com a hepatite. Pesquisadores descreveram método molecular para a quantificação da carga viral de indivíduos portadores de hepatite Delta  As amostras são levadas para a Fiocruz Rondônia onde são processadas e avaliadas e os indivíduos com diagnóstico positivo são assistidos pela equipe de saúde de Lábrea e o Ambulatório de Hepatites Virais, que auxilia na conduta clínica dos pacientes. De acordo com o último Boletim Epidemiológico sobre Hepatites Virais, de 2023, divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, entre 2000 e 2022 foram diagnosticados no Brasil 4.393 casos de hepatite Delta. A maior incidência ocorreu na Região Norte, com 73,1% dos casos, seguida das regiões Sudeste (11,1%), Sul (6,6%), Nordeste (5,9%) e Centro-Oeste (3,3%). Em 2022 foram 108 novos diagnósticos, com 56 (51,9%) casos confirmados na Região Norte e 23 (21,3%) no Sudeste. Hepatite Delta A hepatite Delta pode não apresentar sintomas iniciais. Ela está associada a uma maior ocorrência de cirrose, até mesmo dentro de dois anos da infecção, podendo levar a outras complicações como câncer e até mesmo à morte. Quando há sintomas, os mais frequentes são: cansaço, tontura, enjoo, vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Segundo o Ministério da Saúde, a principal forma de prevenção é a vacina contra hepatite B. A doença, de acordo com o Ministério da Saúde, pode ser transmitida por relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada; da mãe infectada para o filho durante a gestação e parto; pelo compartilhamento de material para uso de drogas, como seringas, agulhas, cachimbos; compartilhamento de materiais de higiene pessoal, como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam; na confecção de tatuagem e colocação de piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam as normas de biossegurança, entre outras formas de contágio. Por isso, é importante, por exemplo, para se proteger, o uso de preservativos em relações sexuais e não compartilhar objetos pessoas que podem entrar em contato com cortes, como lâminas de barbear, equipamentos para piercing e tatuagem, entre outros. Em relação ao tratamento, não há medicamentos que promovam uma cura. O que é feito é o controle do dano da doença ao fígado, para que ela não evolua. As terapias são disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além do tratamento com medicamentos, orienta-se que não se consuma bebidas alcoólicas. Testes Segundo o Laboratório de Virologia Molecular, um dos desafios é a testagem da doença, para que seja detectada a tempo para um tratamento eficaz. Isso porque a rede pública dispõe do teste de carga viral apenas para hepatite B, e os exames sorológicos disponíveis no SUS demonstram somente se o indivíduo teve contato com o vírus, sem informar a atual carga viral e se o vírus está se replicando no organismo. De acordo com o Laboratório, isso é extremamente importante para a definição da conduta clínica adequada ao paciente. A Fiocruz Rondônia passou, então, a fazer testes de carga viral nos pacientes, por meio do método molecular para quantificação do vírus HDV – que é o vírus causador da hepatite Delta-, desenvolvido pelo próprio Laboratório de Virologia Molecular e, atualmente, já aplicado no diagnóstico e monitoramento de pacientes nos estados de Rondônia e Acre. A tecnologia ainda não é ofertada pelo SUS. Fonte: Agência Brasil

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Gabigol diz que Flamengo não agiu de boa maneira e deixa futuro em aberto

noticiasaominuto.com.br SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Gabigol foi o herói do Flamengo na vitória contra o Criciúma neste sábado (20), pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na entrevista pós-jogo, o atacante falou sobre seu momento no clube e direcionou críticas à diretoria. Ao som da torcida cantando ‘fica, Gabigol’, o jogador foi perguntado se irá permanecer no clube carioca até o fim do contrato. O vínculo atual será encerrado em dezembro de 2024. Gabriel foi direto ao falar sobre a situação e não garantiu a permanência no time. O atleta esteve envolvido em negociações para defender o Palmeiras. “A minha vontade todo mundo sabia, foram acordadas muitas coisas que não foram cumpridas, não agiram de uma maneira boa na minha opinião com um ídolo. Mas as coisas estão abertas, tudo pode acontecer. Vou me dedicar ao máximo nos treinos, isso nunca faltou. Vou buscar meu espaço para voltar a ter ritmo de jogo e minutos para eu poder desempenhar o futebol. A minha confiança em mim é muito grande, sei o que posso entregar e fazer. Continuar assim, treinar bastante e ajudar o Flamengo”, disse Gabigol. O atacante do rubro-negro também falou sobre o apoio da torcida e celebrou o gol marcado. Gabriel marcou de pênalti e deixou o Fla na frente do placar já no final do jogo. “Muito feliz pelo apoio da torcida, em todos os lugares sou muito bem recebido, a torcida é algo maravilhoso comigo e nunca esperei ser tão acarinhado assim, nos momentos bons e ruins. Tenho tido muitas poucas oportunidades, meu último jogo como titular já faz 5 ou 6 meses. isso é muito difícil. Mas como sempre ajudar o Flamengo é o que eu mais quero. Aqui é um lugar muito especial pra mim, foi minha estreia, contra o Flamengo, então é muito especial.”, finalizou o atacante. Fonte: ANH/AL

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