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Seleção feminina reencontra Jamaica em amistoso na Arena de Pernambuco

@Lívia Villas Boas/CBF/Direitos Reservados Partida às 17h deste sábado terá transmissão ao vivo da TV Brasil   A seleção feminina de futebol realiza neste sábado (1º), às 17h (horário de Brasília), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE), o primeiro de dois amistosos contra a Jamaica, que serve de preparação para a Olimpíada de Paris, na França. O duelo será transmitido ao vivo pela TV Brasil, com narração de Elaine Trevisan; comentários de Rachel Motta e Joice Barros; e reportagens de Verônica Dalcanal e Débora Laryne. O pré-jogo começa às 16h30. O confronto opõe adversárias que se enfrentaram na última rodada da primeira fase da Copa do Mundo de 2023, na Austrália e na Nova Zelândia. O empate sem gols classificou as jamaicanas às oitavas de final, ao lado das francesas, e eliminou as brasileiras. A queda no Mundial culminou na saída da técnica Pia Sundhage e na posterior contratação de Arthur Elias para o cargo. Brasileiras sob comando de Arthur Elias buscam a revanche  contra as jamaicanas. Em agosto, as adversárias eliminaram a seleção ainda na primeira fase da Copa do Mundo  – Lívia Villas Boas/CBF/Direitos Reservados Do grupo de 26 jogadoras que está reunido desde domingo passado (26) em Recife, somente 10 atletas estiveram na seleção brasileira que encarou a Jamaica no ano passado. As rivais, por sua vez, têm 17 remanescentes do Mundial entre as 23 convocadas do técnico Hubert Busby – que substituiu Lorne Donaldson, comandante das jamaicanas na Copa. A principal ausência é da estrela do futebol local: a atacante Khadija Shaw, do Manchester City, da Inglaterra, lesionada. “Acho que será um jogo muito importante, visando a reta final da convocação e a montagem da equipe, com extrema importância no comportamento em campo e na leitura tática. Acredito que vai ser um jogo bastante interessante. O que enfrentamos na última Copa não pode ser trazido para agora”, disse a centroavante Cristiane, em entrevista coletiva. A própria Cristiane não participou do confronto de 2023. A atacante, aliás, esteve fora das últimas três grandes competições disputadas pela seleção feminina: Copa do Mundo, Copa América (2022) e Olimpíada de Tóquio, no Japão (2021). Ela voltou a vestir a amarelinha depois do Mundial do ano passado, após mais de quatro anos ausente. “Eu acho que o Arthur não define muito por idade. Isso é muito gratificante para nós porque sempre tem gente que coloca um ponto de que, ao passar dos 30 anos, você não serve mais para nada. Eu acho que isso não considera a experiência que o atleta pode trazer, seja dentro ou fora de campo”, avaliou a veterana. Marta e Cristiane retornaram à seleção sob comando de Arthur Elias  A dupla defendeu a amarelinha em abril na SheBelieves Cup, nos Estados Unidos – Lívia Villas Boas/CBF/Direitos Reservados Nesse retorno, Cristiane tem reeditado a parceria de anos com Marta, que levou o Brasil a duas medalhas olímpicas de prata (2004 e 2008) e um vice mundial (2007) e havia sido interrompida em 2019. A dupla, porém, está perto do fim, já que a camisa 10 anunciou que se despediria da seleção brasileira depois dos Jogos de Paris. Ao contrário da companheira, a centroavante de 39 anos não descarta seguir até 2027, quando o país sediará a Copa do Mundo. “Uma vez, dei uma entrevista e não tinha feito os cálculos ainda. Ele falou: ‘Cris, você vai ter 42 anos [em 2027], a mesma idade da [ex-volante] Formiga [na última Olimpíada]. Aí respondi: ‘Olha, dá para começar a pensar em tirar o pé da aposentadoria’. Mas não sei o que vai acontecer daqui três ou quatro anos. Penso muito no agora, no projeto do que consigo fazer nesta convocação e, caso esteja na lista da Olimpíada, no que poderei contribuir lá também”, disse a jogadora, maior artilheira do futebol olímpico, entre homens e mulheres, com 14 gols. Cristiane esteve em quatro jogos desde que Arthur assumiu a seleção feminina, sendo titular em duas oportunidades. O gol do empate por 1 a 1 com o Japão, na disputa de terceiro lugar da Copa SheBelieves, disputada nos Estados Unidos, em abril, foi o primeiro dela na volta à equipe verde e amarela. A presença desde o início diante da Jamaica, porém, não é certa, já que o treinador não repetiu nenhuma escalação desde que assumiu a seleção brasileira. Uma possível formação brasileira para o duelo deste sábado tem: Luciana; Antonia, Tarciane, Rafaelle e Tamires; Duda Sampaio e Duda Santos; Adriana, Gabi Nunes, Cristiane e Marta. O segundo amistoso da seleção será na próxima terça-feira (4), às 20h, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em Salvador. A partida também terá transmissão ao vivo da TV Brasil. De olho na base! Bora conferir a agenda de amistosos da #SeleçãoFemininaSub20! Vamos, meninas!  pic.twitter.com/sNWRfnelL1 — Seleção Feminina de Futebol (@SelecaoFeminina) May 30, 2024 Fonte: Agência Brasil01    

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Eco pelo Clima faz protesto e acusa governo gaúcho de descaso

© Divulgação ONG diz que alertou autoridades sobre desastre ambiental   A organização não governamental (ONG) Eco Pelo Clima realizou nesta sexta-feira (31), em Porto Alegre, marcha de protesto, dentro do movimento global sobre o tema. Durante o evento, os manifestantes afirmaram que as enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul desde o fim de abril são fruto do descaso dos governantes, quem classificaram de “negligentes e incompetentes”. Eles se referiam ao governador Eduardo Leite e ao prefeito da capital, Sebastião Melo. Os porta-vozes da ONG mostraram-se solidários com as vítimas da crise climática e afirmaram que a luta é para construir outro sistema que não seja gerador da agressão ambiental que o Rio Grande do Sul tem vivido. “Toda essa chuva não é normal. Capitalismo é desastre ambiental”, disseram os participantes da marcha. Segundo os integrantes do movimento, o poder público foi avisado da catástrofe pela própria ONG. De acordo com a Eco pelo Clima, o governo estadual vem sendo avisado há muito tempo dos riscos de mudanças climáticas. Em 2020, a ONG pediu, inclusive, um decreto sobre a questão. “Fora os negacionistas”, gritavam os manifestantes. “As mudanças climáticas estão nos matando. Emergência climática já!”, exigiram em cartazes. Código Estadual No dia 23 de maio, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de dez dias para que o governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa gaúcha esclareçam as mudanças realizadas no Código Estadual do Meio Ambiente, em que foram flexibilizadas regras ambientais. Fachin também enviou a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre o assunto para julgamento de mérito no plenário do Supremo, adotando assim rito sumário para avaliação. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) terão cinco dias para se manifestar, após os esclarecimento das autoridades gaúchas. A ação foi aberta pelo Partido Verde (PV), segundo o qual, as alterações, que foram sancionadas pelo governador Eduardo Leite em 9 de abril, tiveram o objetivo de flexibilizar as regras ambientais de modo a permitir a construção de reservatórios e outras intervenções, como a derrubada da vegetação nativa em áreas de proteção permanente (APAs). O PV alega ter havido retrocesso ambiental, o que é vedado pelo Constituição, bem como que as mudanças na lei promoveram a “continuidade empírica da devastação no Rio Grande do Sul”. A ADI foi proposta no contexto da tragédia ambiental que atinge o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, quando fortes chuvas começaram a cair no estado, causando enxurradas e inundações. >> Assista na TV Brasil Plano Rio Grande A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou no dia 21 de maio o chamado Plano Rio Grande, visando à reconstrução dos danos socioeconômicos causados por eventos climáticos extremos que afetaram o estado em 2023 e agora em maio. Além de instituir o programa de reconstrução, adaptação e resiliência climática estadual, a matéria aprovada prevê a criação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), ao qual o governo estadual deve aportar, inicialmente, R$ 12 bilhões provenientes do valor que o estado economizará graças à suspensão , por três anos, do pagamento de sua dívida com a União. O fundo orçamentário e financeiro especial administrará os recursos públicos destinados ao custeio das ações, projetos ou programas de enfrentamento às consequências sociais, econômicas e ambientais dos fenômenos meteorológicos extremos, incluindo iniciativas que busquem incrementar a resiliência climática dos municípios gaúchos. Fonte: Agência Brasil

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CORPUS CHRISTI: Paroquianos de Maceió se juntam para criarem tapetes religiosos no coração da cidade

Dom Carlos Alberto Breis Durante o feriado de Corpus Christi, os católicos celebram e reverenciam a presença da Eucaristia, um dos pilares centrais da fé cristã. Neste dia especial, é tradição confeccionar tapetes ornamentais nas ruas, utilizando materiais como pó de serra, cal, café e outros, como forma de expressar a devoção e o respeito ao corpo de Cristo presente na hóstia consagrada. Na quinta-feira (30), diversos grupos, incluindo movimentos jovens e pessoas de todas as faixas etárias, reuniram-se no Centro de Maceió para criar os tradicionais tapetes de Corpus Christi. Este tapete serve como parte integrante da procissão que acompanha o Santíssimo Sacramento, simbolizando o caminho que Jesus percorreu durante sua vida terrena. Para viabilizar a elaboração dos tapetes, algumas vias do bairro foram temporariamente interditadas, proporcionando espaço adequado para a atividade. Cada grupo teve sua área designada, permitindo que expressassem sua criatividade e devoção por meio de desenhos e padrões únicos, todos em honra à celebração da presença real de Cristo na Eucaristia. Fonte: Redação ANH/AL

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Argentina compra gás natural da Petrobras para conter escassez

© Fernando Frazão/Agência Brasil Carregamento brasileiro deve normalizar fornecimento a indústrias   A Petrobras confirmou nesta quarta-feira (29) a venda de Gás Natural Liquefeito (GNL) para o governo argentino. A Energia Argentina Sociedad Anonima (Enarsa), estatal que explora o petróleo e o gás natural, recorreu à compra emergencial da petrolífera brasileira para contornar uma crise no abastecimento em razão do aumento da demanda no mercado nacional, que afeta mais de 300 indústrias e postos de combustíveis. O país enfrenta temperaturas baixas nas últimas semanas. O navio com o carregamento chegou ontem (28) no terminal argentino. Em razão de um problema de pagamento, o descarregamento do gás acabou sendo atrasado. Nesta quarta-feira, o Banco de la Nación Argentina (BNA) emitiu carta crédito e a operação foi feita imediatamente. A companhia argentina informou que a situação já está normalizada. O governo argentino informou, em nota, que, com o carregamento de 44 milhões de metros cúbicos de gás natural da Petrobras, estima-se a normalização do abastecimento de indústrias, postos de GNV e termelétricas. De acordo com as autoridades locais, o consumo passou de 44 milhões de m3 para 77 milhões de m3 por causa da queda de temperatura no mês de maio. O acordo entre a Petrobras e a Enarsa foi assinado no mês passado, com duração de três anos, e prevê intercâmbio de informações, a avaliação de alternativas para cooperação e complementariedade energética entre as duas empresas, “além da coordenação de ações para maior garantia de fornecimento de gás natural para a Argentina durante o inverno, período de maior demanda naquele país, sem qualquer impacto para o abastecimento de gás no Brasil nem custo financeiro adicional para a Petrobras”. Fonte: Agência Brasil

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

© MDAS/Divulgação Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 682,32 A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (29) a parcela de maio do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 682,32. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,81 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,18 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até 6 meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos de idade e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos de idade. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Cadastro Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, cerca de 250 mil famílias foram canceladas do programa neste mês por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS. Em compensação, outras 170 mil famílias foram incluídas no programa neste mês. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício. Regra de proteção Cerca de 2,59 milhões de famílias estão na regra de proteção em maio. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 370,87. Arte Agência Brasil Auxílio Gás Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em junho. Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Fonte: Agência Brasil

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Crédito: ANSELMO CUNHA / AFP

Ciclone no RS traz ventos e chuvas intensas em localidades gaúchas já afetadas pelas enchentes

Crédito: ANSELMO CUNHA / AFP A formação de um ciclone extratropical em alto-mar resultará em chuvas intensas e ventos fortes em algumas regiões do Rio Grande do Sul na segunda-feira (27/5) e terça-feira (28/5). Além disso, o mar estará agitado, havendo risco de ressaca ao longo da costa gaúcha. A Defesa Civil do estado aconselha que a população evite retornar a áreas alagadas ou inundadas e esteja atenta se morar em locais com encostas íngremes, devido ao perigo de deslizamentos de terra. Na terça-feira, as chuvas persistirão, especialmente no litoral gaúcho. Os acumulados de precipitação variarão entre 30 e 50 mm/dia no sul e leste. Além disso, os ventos de sudoeste/sul serão mais intensos no litoral sul e médio, e na região leste, com rajadas superiores a 60 km/h. De acordo com a Defesa Civil, na quarta-feira (29/5), o tempo permanecerá instável na faixa leste, com possibilidade de chuviscos ou chuva fraca. O governador Eduardo Leite (PSDB-RS) alertou que os municípios já afetados por alagamentos ou com o sistema de drenagem comprometido podem enfrentar problemas significativos devido às chuvas provocadas pelo ciclone extratropical. “Na região leste do estado, não esperamos um aumento significativo nos níveis dos rios ou do Guaíba, por exemplo, devido às chuvas. No entanto, municípios que já estão com seus sistemas de drenagem bastante prejudicados, como é o caso de Porto Alegre, podem enfrentar dificuldades consideráveis devido às chuvas desta segunda-feira e parte da terça-feira”, afirmou o governador. “Municípios como Pelotas, São José do Norte, São Lourenço do Sul e Rio Grande, que já têm várias áreas invadidas pela água, podem enfrentar dificuldades ainda maiores nesta segunda-feira. Por isso, pedimos a todos que, se possível, evitem deslocamentos nas cidades. Estamos com equipes de segurança pública, bombeiros, Defesa Civil, Brigada Militar, nas ruas, buscando ajudar os municípios a manterem a situação sob controle e a atenderem as pessoas mais necessitadas. No entanto, é importante que todos estejam alertas e evitem correr riscos desnecessários”, acrescentou Eduardo Leite. Fonte: Redação ANH/RS

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Saulo Mineiro garante vitória do Ceará na tela da TV Brasil

@Stephan Eilert/Ceará SC/Direitos Reservados Ituano supera a Ponte Preta por 2 a 0 na Série B do Brasileiro Com gol do atacante Saulo Mineiro nos acréscimos, o Ceará derrotou a Chapecoense por 2 a 1, na noite deste domingo (26) no Castelão, em Fortaleza, em partida da 7ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro que contou com a transmissão da TV Brasil. O triunfo levou o Vozão à 5ª posição da classificação com 12 pontos conquistados. Já o Verdão do Oeste permaneceu com nove pontos, na 10ª colocação, após o revés. Mesmo atuando fora de casa a Chape conseguiu abrir o marcador aos 17 minutos do primeiro tempo, com Mário Sérgio. Porém, aos 43 o Ceará empatou com Facundo Barceló. A igualdade perdurou até os 55 da etapa final, quando Saulo Mineiro cobrou pênalti com perfeição para dar números finais ao marcador. Vitória do Galo A TV Brasil também exibiu neste domingo a vitória de 2 a 0 do Ituano sobre a Ponte Preta. Para o Galo o triunfo construído com gols de Wálber e de Thonny Anderson representou a saída da zona do rebaixamento (alcançando a 14ª posição com seis pontos). Já a Macaca está uma posição abaixo com a mesma pontuação. Fonte: Agência Brasil

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Fiéis lotam a Praça da Apoteose para participar da Marcha para Jesus

© Tomaz Silva/Agência Brasil Com o slogan “A Força da União”, evento chega à 17ª edição A Marcha para Jesus do Rio de Janeiro, na 17ª edição, levou milhares de fiéis para o centro da cidade, na tarde deste sábado (25). O público iniciou a concentração, a partir das 14h, na Avenida Presidente Vargas, altura da Avenida Passos. Na sequência, o grupo seguiu para o palco montado na Praça da Apoteose. Caravanas de fiéis chegavam de ônibus, metrô e ônibus, vindas principalmente da Baixada Fluminense. Os jovens cantavam louvores e músicas gospel, animados por seis trios elétricos, que seguiam em direção à Praça da Apoteose. Ainda no início do evento, caravanas de ônibus chegavam para participar da marcha, que começou com músicas nos estilos pop e axé. Com o slogan “A Força da União”, o evento foi promovido pelo Conselho de Ministros Evangélicos do Rio de Janeiro (Comerj). Famílias chegavam completas para participar do evento. A artesã Aline Souza, de 44 anos, da Igreja Nazareno, de Nilópolis, veio de carro, junto com o marido, a filha de 13 anos e a sogra. Ela chegou por volta das 17h e foi direto para a Praça da Apoteose, onde os cantores se apresentam. Mesmo com céu nublado e ameaça de chuva, Aline disse que iria embora apenas quando o evento terminasse, por volta das 22h. “Eu vim aqui para [ouvir] as músicas gospel, o rap e o samba. Eu perdi o show do Waguinho, que se apresentou no alto de um trio elétrico, mas agora não saio daqui tão cedo.” Fiéis acompanham a Marcha para Jesus 2024 na Praça da Apoteose, na região central do Rio – Tomaz Silva/Agência Brasil Márcia Barreto, do Ministério Apascentar, de Nova Iguaçu, também na Baixada, disse que participa do evento há 12 anos. Ela estava acompanhada do filho de 9 anos e da neta, de apenas 11 meses, que ela empurrava no carrinho de bebê. “Cheguei à Marquês de Sapucaí e vou andando até a Apoteose para assistir aos shows.” Pessoas idosas preferiram assistir à festa sentadas nas arquibancadas dos setores 12 e 13, que estavam lotadas. O primeiro cantor gospel a se apresentar, pouco antes das 17h, foi Thalles Roberto. Depois foi a vez de Eli Soares. A apresentação seguiu com Samuel Messias, DiscoPraise, Valesca Mayssa, Lukas Agustinho, Bruna Karla, Gospel Night, Davi Sacer, Stella Laura, Marcus Salles, Arthur Callazans, Adriano Gospel Funk, Kailane Frauches, Sarando a Terra Ferida, Nesk Only, Brunno Ramos e 2metro. Trânsito O Centro de Operações Rio, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio (CET-Rio), montou um esquema especial de trânsito no centro da cidade. Participam 74 operadores de trânsito, entre agentes da Guarda Municipal, da CET-Rio e apoiadores de tráfego. A concessionária Supervia e o Metrô Rio seguiram a grade de horário dos sábados. Para retornar para casa, as melhores opções são as estações da Praça Onze ou da Cidade Nova, do metrô. A estação Central do Brasil é a melhor opção para quem vai retornar para casa de trem. A Marcha para Jesus foi realizada pela primeira vez, no Rio de Janeiro, em 1998. No dia 3 de setembro de 2009, foi instituído o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Em 11 de janeiro de 2011, o evento passou a ser incluído no calendário oficial da cidade. Fonte: Agência Brasil

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Políticos gaúchos defendem investimentos em aeroportos regionais

© Mauricio Tonetto/ Secom Voos foram transferidos para terminais de outras cidades do estado A catástrofe socioambiental que afetou mais de 2,34 milhões de pessoas em 468 das 497 cidades do Rio Grande do Sul, ceifando ao menos 163 vidas, também evidenciou a necessidade de investimentos públicos e privados em aeroportos regionais. Para políticos e empresários gaúchos, do ponto de vista logístico, a concentração de voos de cargas e passageiros no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, torna o Rio Grande do Sul mais vulnerável às consequências de eventos climáticos extremos.  O ministro do Turismo, Celso Sabino,  FotoFabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Deputados, senadores, prefeitos e empresários argumentam que a ampliação ou adequação de outros terminais aeroportuários existentes no estado favoreceria a conectividade, estimulando o desenvolvimento econômico de outras regiões do estado. “Precisamos avançar muito na questão da infraestrutura aeroportuária. E não é de hoje”, destacou o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS) na quarta-feira (22), durante uma videoconferência da qual participaram o ministro do Turismo, Celso Sabino, o governador Eduardo Leite, vários parlamentares gaúchos e empresários do setor turístico. Entre outras necessidades, eles debateram a ampliação de aeroportos como os de Caxias do Sul, Gramado e Canoas. Deputado  federal Marcel Van Hattem, Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Em 2023, o aeroporto de Porto Alegre ocupou a décima posição entre os mais movimentados do país, com 72.940 pousos e decolagens, conforme boletim do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Afetado pelas consequências dos temporais que atingiram o estado ao longo do último mês, o Salgado Filho está fechado por tempo indeterminado desde o último dia 3. Parte dos voos teve que ser emergencialmente transferido para outras seis cidades gaúchas (Caxias do Sul; Santo Ângelo; Passo Fundo; Pelotas; Santa Maria e Uruguaiana) e três de Santa Catarina (Florianópolis, Chapecó e Jaguaruna). E para poder avaliar a real dimensão dos danos do Salgado Filho, a concessionária Fraport Brasil aguarda pelo escoamento das águas que deixaram a pista de pousos e decolagens submersas e que, em alguns pontos do terminal de passageiros, chegaram a 2,5 metros de profundidade. CAXIAS DO SUL Uma parcela dos voos reprogramados do Salgado Filho foi transferida para a base militar que a Força Aérea Brasileira (FAB) administra em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, a cerca de 120 quilômetros de Porto Alegre. Como o terminal não dispõe da estrutura adequada para receber passageiros civis, o embarque e desembarque dos usuários está sendo feito em uma estrutura improvisada em um shopping, a cerca de três quilômetros de distância, de onde os usuários são transportados em ônibus. Importante polo industrial, comercial e turístico, Caxias do Sul conta ainda com o Aeroporto Regional Hugo Cantergiani, inaugurado em 1988 e administrado pela prefeitura, que também está recebendo parte das aeronaves que transporta mantimentos e ajuda humanitária para a região. Segundo a prefeitura, embora tenha passado por obras entre 2010 e 2012 e tem uma pista de 1.670 metros de extensão por 30 metros de largura (o Salgado Filho tem 3.200 metros por 45 metros de largura), o Cantergiani “apresenta limitações físicas que impossibilitam a ampliação do seu potencial para atendimento às demandas atuais e futuras”. Nessa quinta-feira (23), a prefeitura de Caxias do Sul solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a internacionalização do Hugo Cantergiani. “Com o processo, o terminal passará a ter capacidade para operar um número maior de aeronaves”, justificou a prefeitura, em nota em que assegura estar investindo na melhoria da infraestrutura do espaço, ampliando as áreas de embarque e desembarque e procurando instalar novos equipamentos. “Estamos orçando intervenções para a pista e já houve a encomenda dos equipamentos para melhorar o pouso e a decolagem com tempo chuvoso ou neblina”, destacou o prefeito Adiló Didomenico, em nota. “Buscamos ampliar em 500 metros quadrados da área de embarque e 300 metros quadrados [m²] da sala de desembarque, quase triplicando a nossa área de acolhimento de pessoas. Com mais 800 m², a Polícia Federal, a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e a Receita Federal podem se instalar tranquilamente. Não deve passar de 40 dias para deixarmos o terminal com uma estrutura bem melhor”, assegurou o prefeito. Na mesma videoconferência, em que Marcel Van Hattem reafirmou o compromisso de, junto com o também deputado federal Maurício Marcon (Podemos-RJ), destinar R$ 1,3 milhão em emendas parlamentares para a compra de equipamentos necessários à ampliação da capacidade operacional do Hugo Cantergiani, a deputada federal Denise Pessoa (PT-RS) defendeu a proposta de internacionalizar o aeroporto municipal. Para a parlamentar, a medida favoreceria o ambiente de negócios, inclusive o turismo na Serra Gaúcha. “O Hugo Cantergiani é um equipamento extremamente importante, como alternativa ao Salgado Filho. Por isso, reforço o pedido para que ele seja internacionalizado. Não dá para termos, em todo o estado, apenas um aeroporto internacional. Isso acaba inviabilizando [o desenvolvimento econômico de todo o estado]”, disse Denise, destacando a importância do projeto, em curso, de construção de um terceiro aeródromo na cidade, o Aeroporto Regional da Serra Gaúcha, no bairro Vila Oliva. “Precisamos investir nos aeroportos e já temos um projeto, o Aeroporto de Vila Oliva, que é um projeto muito mais amplo e que interligará toda a Serra Gaúcha.” De acordo com a prefeitura de Caxias do Sul, pesquisas indicaram que cerca de 10% dos passageiros que desembarcam no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, têm como destino final Caxias do Sul e outras cidades da Serra Gaúcha. Para os parlamentares, contudo, há outras regiões do Rio Grande do Sul que se beneficiariam economicamente com uma melhor conectividade aérea. “O estado tem outras regiões com extraordinário potencial turístico, como a região sul, onde precisamos de um aeroporto operante”, disse o deputado federal e ex-prefeito de Rio Grande, no litoral sul gaúcho, Alexandre Lindenmeyer (PT-RS). “Desde que eu era jovem, escuto falar nos investimentos no Aeroporto de Passo Fundo. Que nunca foram feitos como deveriam; nunca acompanharam o ritmo de crescimento da economia regional”, acrescentou o deputado federal Luciano Azevedo (PSD – RS), pedindo que o governo federal “esteja atento às

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Córrego transborda e volta a invadir casas em Porto Alegre

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Chuva intensa e prolongada faz cidade suspender aulas e reviver o caos   Após vários dias sem chuva, a cidade de Porto Alegre teve um dia de precipitação prolongada e intensa ao longo de toda esta quinta-feira (23). Por causa disso, ruas e avenidas ficaram alagadas e, em alguns bairros, especialmente no centro-sul e sul da capital, que já tinham secado após as enchentes do início do mês, voltaram a ficar inundados e pessoas tiveram de ser retiradas de suas casas.23 O cirurgião dentista Brígido Ribas, morador do bairro Cavalhada, na zona sul da capital, viu sua casa ser invadida pelo arroio (córrego) que dá nome ao bairro. A última vez foi justamente no dia 1º de maio, logo no início do ciclo devastador de inundações na cidade. Ele teve que subir os móveis e abrir as portas para a água passar. A casa do dentista Brígido Ribas ficou alagada em Porto Alegre. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil   “Agora choveu de novo, parece um pouco pior do que da outra vez, porque tem ondas lá atrás da casa, eu vi pelo vidro da porta que tem ondas do arroio pra dentro da minha, para cima da minha casa. Daí, eu deixei toda aberta, o portão e a porta da casa, porque a água tá passando por dentro. O que eu pude subir das minhas coisas, eu subi. Vamos ver se dessa vez vão aguentar. Da última, eu consegui salvar a maioria dos móveis e eletrodomésticos”, afirmou à Agência Brasil. Ribas e a esposa foram obrigados a sair de casa e vão dormir no vizinho. Segundo ele, é a quarta vez, em quatro anos, que as águas do arroio, que passa atrás de sua casa, transbordam para dentro do imóvel. Ele vive no local desde 2011, mas o transtorno só começou em 2020. “Acabou a paciência de ficar nessa casa. A gente tem que ir para um apartamento, não dá. A casa é boa, tem árvores frutíferas no quintal, mas não dá para ficar repetindo esse tipo de situação, porque começa a chover e a gente já não consegue dormir”, contou. A poucas ruas dali, Guiomar Meireles viu a água do arroio Cavalhada subir mais de meio metro. Não era a primeira vez, mas agora ela pôde levar os seus sete cachorros. “Eu [já] fiquei com 75 centímetros de água dentro de casa, mas nunca saí porque eu ligava, a Defesa Civil e os bombeiros queriam me resgatar só eu, e meus cachorros, não. E eu disse: ‘Aqui ninguém larga a pata de ninguém’. Dessa vez, eu pedi socorro e fui ouvida. Estou eu aqui na rua com os meus cachorros, à espera de um abrigo”, relatou, enquanto cuidava dos animais, acompanhada por homens da Guarda Civil Metropolitana. No mesmo bairro, era possível ver blindados do Exército, incluindo um veículo anfíbio, circulando por vias já cobertas por água e oferecendo auxílio para a saída dos moradores. Segundo o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) da capital, nas áreas onde não há estação de drenagem, a chuva deságua por gravidade no córregos. “Como o nível destes arroios está elevado, as águas da chuva não têm para onde escoar. Por isso, acabam retornando pelas bocas-de-lobo”, informou o órgão, em postagens nas redes sociais. O entulho acumulado nas ruas e em bueiros e o funcionamento parcial das casas de bombeamento, como no bairro Menino Deus, também contribuíram para as inundações. O nível da água subiu rapidamente e afetou até mesmo bairros que não haviam sido atingidos até então. No centro histórico da cidade, o Mercado Público, que passava por limpeza, dispensou os funcionários por precaução. A água alagou o entorno, mas não voltou a invadir realmente o local. Fonte: Agência Brasil   Moradores tiveram que deixar casas após arroio transbordar e água invadir bairro. Idosa é resgatada. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Em coletiva de imprensa, o prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo, disse que a gestão municipal sabia que havia a possibilidade de mais chuva forte e não foi pega de supressa. >> Veja a cobertura completa da tragédia no RS “Essa chuva se concentrou muito durante a manhã, especialmente no Belém Novo. A notícia que me traz o Inmet [Instituto Nacional de Meteorologia] é que só na região sul [de Porto Alegre] choveu 100 milímetros. Então, o que era um problema das áreas alagadas estendeu-se praticamente para toda a cidade com essa chuvarada e aí, nós temos sérios problemas, além das áreas alagadas”, afirmou. Melo também anunciou a suspensão das aulas em Porto Alegre e o fechamento das comportas do Guaíba, porque a água parou de escoar e voltou a entrar na cidade. Algumas escolas podem funcionar como abrigo temporário enquanto estiverem fechadas para os estudantes.

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