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Concurso público nacional tem 2,65 milhões de inscritos

Pagamento da taxa de inscrição encerra na próxima sexta-feira O Concurso Público Nacional Unificado tem 2,65 milhões de inscritos. O balanço foi divulgado neste sábado (10) pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) após o fim das inscrições, nesta sexta-feira (9). De acordo com a pasta, o total de inscritos alcançou o recorde para concursos públicos. Estão sendo ofertadas 6.640 vagas para 21 órgãos públicos federais, divididas em oito blocos temáticos. Os editais também preveem a formação do cadastro reserva com pelo menos o dobro do número de vagas disponíveis. O concurso unificado é um modelo inovador de seleção de servidores que consiste na realização conjunta de provas para o provimento de cargos públicos. Elas serão aplicadas simultaneamente em 220 cidades do país, no dia 5 de maio, com questões objetivas específicas e dissertativas, por área de atuação. >> Entenda como serão as provas do Concurso Público Nacional Unificado. Os candidatos têm até a próxima sexta-feira (16) para pagar taxa de inscrição. O valor é de R$ 90 para cargos de ensino superior e de R$ 60 para ensino médio. Do total de pessoas que se inscreveram no concurso, 1,28 milhão ainda não pagaram a guia de recolhimento, o que pode ser feito no banco ou via PIX, com o QR Code disponibilizado no documento. Em comunicado, a ministra da Gestão, Esther Dweck, celebrou o número expressivo de candidatos inscritos. “Estamos felizes pelo sucesso dessa inovação no serviço público que é o concurso nacional unificado. Boa sorte e bons estudos a todas as pessoas inscritas. Vamos agora construir um serviço público com a cara do Brasil!”, diz. A realização do certame está a cargo da Fundação Cesgranrio. O resultado final está previsto para 30 de julho. Todas as informações sobre o concurso podem ser conferidas no portal gov.br/concursonacional.   10Fonte: Agência Brasil

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Estado brasileiro pede desculpas à família de sem-terra assassinado

© Acervo da Família Trabalhador foi morto em 1977 pela luta por terra e reforma agrária O Estado brasileiro reconheceu que violou direitos e garantias na condução do processo penal sobre o assassinato do trabalhador rural sem-terra Manoel Luiz da Silva, morto a tiros em maio de 1997, em São Miguel de Taipu, na Paraíba. O trabalhador foi morto em um contexto de luta por terra e pela reforma agrária. O caso foi parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), com sede na Costa Rica. Nessa quinta-feira (8), a Corte IDH ouviu a acusação e os representantes do Estado brasileiro sobre o caso. Não há prazo para o Tribunal emitir a sentença final. Durante a sessão, a representante da Advocacia-Geral da União (AGU), Taiz Marrão, pediu desculpas à família de Manoel Luiz. “O Estado brasileiro manifesta publicamente seu pedido de desculpas aos familiares do senhor Manoel Luiz da Silva. O Estado brasileiro, assim, reafirma sua plena disposição em honrar os compromissos assumidos internacionalmente quanto à Convenção Americana sobre Direitos Humanos e com o Sistema Interamericano de Direitos Humanos”, diz o comunicado da AGU. O Estado brasileiro reconheceu que os 16 anos para processar o caso, com absolvição dos acusados, violou o direito da família a um processo com prazo razoável, causando sofrimento pela demora excessiva, violando a integridade psíquica e moral dos familiares de Manoel Luiz da Silva. “A perda de um ente querido, somada à espera alargada por uma resposta estatal, constitui inelutável violação da integridade psíquica e moral dos familiares do senhor Manoel Luiz da Silva”, afirma a AGU. Na audiência, a representante da AGU reconheceu que a desigual distribuição de terras no país é uma mazela secular que repercute, ainda hoje, na conjuntura brasileira. “Reconhece-se que a alta concentração de terras gera exclusão social, impacta a produção e os preços de gêneros alimentícios e é, sem dúvida, motivo de intenso conflitos no meio rural” afirmou a advogada Taiz Marrão. As organizações que representam o trabalhador na Corte internacional, em nota, saudaram o reconhecimento do Estado brasileiro e o pedido de desculpas. “As representantes também consideram positivo o reconhecimento da violação à integridade pessoal dos familiares de Manoel, que esperam há mais de 20 anos por uma resposta efetiva do Estado”, afirmaram a Justiça Global, a Comissão Pastoral da Terra Nordeste 2 e a Dgnitatis. Por outro lado, as organizações questionam a decisão do Estado brasileiro de reconhecer as violações apenas na audiência na Corte Interamericana, “quando poderia tê-lo feito antes, impedindo que se abrisse um espaço de diálogo real com as vítimas e suas representantes quanto aos limites desse reconhecimento, bem como sobre as medidas de não repetição.” As entidades pedem que o Estado se manifeste sobre as demais violações apontadas pela denúncia, como “direito à verdade e sua relação com a violência aos trabalhadores e trabalhadoras rurais; impactos na vida familiar durante as décadas que se passaram desde os fatos; e a necessidade de empreender modificações legislativas que garantam a não repetição de violações semelhantes”. O filho do sem-terra assassinado, Manoel Adelino, hoje com 31 anos, afirmou à Agência Brasil, antes da audiência desta quinta, que espera que o julgamento faça justiça e que a Corte IDH puna o Estado Brasileiro por omissão e por não investigar e punir corretamente os responsáveis pelo homicídio do pai. “A esperança é que esse julgamento, que a Corte, possa analisar e penalizar os responsáveis, que são o Estado brasileiro, que deixa ocorrer essas fatalidades. A esperança é que seja feita justiça”, afirmou Adelino. Caso Manoel Luiz O caso foi parar na Corte IDH por iniciativa de organizações como a Comissão Pastoral da Terra da Paraíba e a Justiça Global, que apelaram ao órgão internacional para cobrar a responsabilidade do Estado brasileiro em relação a esse crime. Antes de a Corte IDH julgar o caso, ele foi investigado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Ao concluir seu parecer em novembro de 2021, a CIDH afirmou que, apesar das inúmeras provas que apontavam os responsáveis pelo crime, “a omissão da polícia com relação às diligências essenciais inviabilizou a persecução penal dos responsáveis, entre eles do autor intelectual”. O órgão lembrou que “uma das pessoas acusadas foi absolvida, que as demais ainda não foram julgadas, que as deficiências probatórias não foram sanadas e que não se esgotaram todas as linhas de investigação, o que é incompatível com o dever de investigar com a devida diligência”. A Corte IDH A Corte Interamericano de Direitos Humanos (Corte IDH) é um dos tribunais regionais de proteção dos direitos humanos. É uma instituição judicial autônoma, com objetivo de aplicar a Convenção Americana Sobre Direito Humanos. O Brasil, enquanto integrante da Organização dos Estados Americanos (OEA) reconhece a competência da Corte para julgar violações de direitos humanos nos Estados-membros sob sua jurisdição. Se o Estado brasileiro for considerado culpado, a Corte IDH pode determina que o país tome medidas para reparar as famílias afetadas e capazes de evitar que novos crimes como esse ocorram no país. Fonte: Agência Brasil09

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Detalhes sobre tentativa de golpe de Estado expõem Bolsonaro e aliados

© Carolina Antunes/PR Ex-presidente e seu entorno são investigados pela Polícia Federal   O dia 8 de fevereiro foi o dia escolhido para a deflagração de uma operação da Polícia Federal (PF) que teve como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e integrantes de seu governo, incluindo ministros de Estado e militares. Eles são investigados por formarem uma suposta organização criminosa para atuar na tentativa de golpe de Estado. A operação foi batizada de Tempus Veritatis ou Hora da Verdade, em tradução livre. A operação foi deflagrada nesta quinta-feira (8) após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, ter fechado acordo de colaboração premiada com investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação do STF. As investigações apontaram que o grupo formulou uma minuta, com a participação de Bolsonaro, que previa uma série de medidas contra o Poder Judiciário, incluindo a prisão de ministros da Suprema Corte. Esse grupo também promoveu reuniões para impulsionar a divulgação de notícias falsas contra o sistema eleitoral brasileiro e monitorou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, responsável por autorizar a operação de hoje. Alvos e presos A Polícia Federal cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Por determinação de Moraes, os investigados estão proibidos de manter contato e de deixarem o país. Também precisam entregar os passaportes em 24 horas e estão suspensos do exercício das funções públicas. Todas as medidas tiveram o aval do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet. Entre elas, estava a entrega do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro às autoridades. Entre os alvos de busca e apreensão estavam o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, o ex-ministro da Casa Civil Walter Souza Braga Netto, o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Foram presos Felipe Martins e o coronel do Exército Marcelo Costa Câmara, ambos ex-assessores especiais de Bolsonaro, e o major Rafael Martins de Oliveira. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, acabou sendo preso por porte ilegal de arma, em Brasília, no momento que os agentes cumpriam o mandado de busca e apreensão contra ele. As investigações apontam que a organização se dividiu em seis núcleos para atuar na tentativa de golpe de Estado e de ataque ao Estado Democrático de Direito: o de desinformação e ataques ao sistema eleitoral; o de incitação ao golpe entre militares; o de atuação jurídica; o de coordenação de ações de apoio operacional; o de inteligência paralela, e o de oficiais de alta patente que legitimavam todas as ações. Veja quem foi alvo da operação: – Augusto Heleno Ribeiro Pereira, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); – Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa; – General Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, ex-ministro da Defesa; – Ângelo Martins Denicoli, major da reserva; – Aílton Gonçalves Moraes Barros, coronel reformado do Exército; – Coronel Guilherme Marques Almeida; – Tenente-coronel Hélio Ferreira Lima; – Tenente-coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros; – Almirante Almir Garnier Santos, ex-comandante-geral da Marinha; – General Mário Fernandes; – General Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército; – Laércio Vergílio, general de Brigada reformado; – Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho; – Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; – Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL; – Felipe Martins, ex-assessor especial de Jair Bolsonaro; – Coronel Bernardo Romão Correa Neto; – Marcelo Costa Câmara, coronel da reserva; – Major Rafael Martins de Oliveira. As medidas foram cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército acompanhou o cumprimento de alguns mandados. Minuta de golpe De acordo com a Polícia Federal, o grupo elaborou uma minuta de decreto que tinha como objetivo executar um golpe de Estado. O texto foi entregue ao ex-presidente em 2022 por Filipe Martins, então assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, e pelo advogado Amauri Feres Saad, apontado como mentor intelectual do documento. O documento previa as prisões dos ministros do Supremo Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, e também do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além da realização de novas eleições. Após receber o texto, Bolsonaro solicitou mudanças e a retirada das prisões de Mendes e Pacheco do texto. Na nova versão, permaneceram a prisão de Moraes e a convocação de novas eleições. “Conforme descrito, os elementos informativos colhidos revelaram que Jair Bolsonaro recebeu uma minuta de decreto apresentado por Filipe Martins e Amauri Feres Saad para executar um golpe de Estado, detalhando supostas interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo e, ao final, decretava a prisão de diversas autoridades, entre as quais os ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco e, por fim, determinava a realização de novas eleições. Posteriormente, foram realizadas alterações a pedido do então presidente, permanecendo a determinação de prisão do ministro Alexandre de Moraes e a realização de novas eleições”, diz trecho da decisão de Moraes que autorizou a operação. Após ter concordado com o novo texto, Bolsonaro convocou uma reunião com os comandantes das Forças Armadas – almirante Almir Garnier Santos (Marinha), general Marco Antonio Freire Gomes (Exército) e brigadeiro Carlos de Almeida Batista Júnior (Aeronáutica) – para pressioná-los a aderir ao golpe. Reunião da “dinâmica golpista” Outro evento revelado pelas investigações foi uma reunião convocada por Bolsonaro com a alta cúpula do governo federal, em 5 de julho de 2022. No encontro, o então presidente cobrou aos presentes que usassem os cargos para disseminar informações falsas sobre supostas fraudes nas eleições. Um vídeo com a gravação da reunião foi encontrado em um dos computadores do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. “Daqui pra frente quero que todo ministro fale o que eu vou falar aqui, e vou mostrar. Se o ministro não quiser falar ele vai vir falar para mim porque que ele não quer

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Polícia Civil investiga possível identidade dos restos mortais descobertos na região da Barra para determinar se pertencem ao garoto Davi

Na tarde do último sábado (3), a Polícia Civil do Rio de Janeiro iniciou uma investigação para determinar se os restos mortais descobertos no mar da Barra da Tijuca pertencem a Edson Davi Silva de Almeida, de 6 anos, que desapareceu há um mês na mesma praia. O Corpo de Bombeiros removeu os fragmentos encontrados na Praia da Barra da Tijuca e encaminhou-os para o Instituto Médico-Legal (IML), onde peritos realizarão a identificação e análise para confirmar se são restos humanos. A conclusão dessa análise não tem um prazo definido. A Delegacia de Descoberta de Paradeiros, responsável pela investigação do desaparecimento de Edson Davi, não descarta a possibilidade de que os restos mortais pertençam ao menino. Um dos investigadores informou ao UOL que os fragmentos foram localizados na mesma área da praia onde o menino desapareceu em 4 de janeiro. Edson Davi estava na praia com seu pai, Edson dos Santos Almeida, e sumiu por volta das 17h, momento em que seu pai trabalhava em uma barraca. A família suspeita de um possível sequestro, mas até o momento, a Polícia Civil não encontrou evidências que corroborem com essa linha de investigação. Como forma de protesto e para marcar um mês do desaparecimento, os familiares de Edson Davi realizaram um protesto nesta manhã. Fonte: Redação ANH/RJ

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Maranhão terá Carnaval mais grandioso de sua história, declara governador Carlos Brandão ao apresentar a programação oficial do Carnaval de 2024

Durante a coletiva de imprensa na Casa do Maranhão, no Centro Histórico de São Luís, o governador Carlos Brandão anunciou a programação do Carnaval do Maranhão 2024, destacando cinco dias de celebração, dois circuitos carnavalescos, 15 atrações nacionais e a participação de 192 artistas e grupos locais. O evento, organizado pelo Governo do Estado em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura (Secma), visa proporcionar uma festa animada e segura, com impactos positivos na economia e no turismo. Ao lado de secretários estaduais, representantes das forças de segurança e autoridades legislativas federal, estadual e municipal, o governador compartilhou detalhes da programação e os investimentos estaduais destinados a garantir a segurança e o sucesso do evento. Carlos Brandão enfatizou que o Carnaval é mais do que uma celebração, é um investimento que gera empregos, renda e valoriza a cultura local. Ele expressou confiança de que este será o melhor Carnaval da história do Maranhão, ressaltando o crescimento do estado e sua crescente visibilidade. A programação oficial terá início na sexta-feira, 9 de fevereiro, com um show do artista Zé Vaqueiro no circuito Litorânea, às 18h. Os circuitos Litorânea e Beira-Mar oferecerão entretenimento contínuo, com início das atividades a partir das 11h e 17h, respectivamente. O secretário de Estado da Cultura, Yuri Arruda, detalhou o layout dos circuitos, destacando a presença de arquibancadas, acessibilidade, banheiros, praça de alimentação, vilas food truck, espaço Mais Renda e postos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Uma novidade para este ano é a concessão de áreas comerciais temporárias a empresas nos circuitos, uma iniciativa que visa fortalecer a parceria entre iniciativa privada e governo. Carlos Brandão também entregou simbolicamente os cachês antecipados para blocos alternativos e escolas de samba, totalizando R$ 900 mil e R$ 2,5 milhões, respectivamente. Ele destacou a participação ativa desses artistas na festa. O Carnaval do Maranhão 2024 prevê um aumento significativo no número de voos para os aeroportos maranhenses, proporcionando um crescimento de 10% no movimento de passageiros no Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís. Esse aumento no turismo deverá impactar positivamente o setor de bares, restaurantes e transporte privado. Além disso, programas sociais como o Mais Renda e Minha Renda serão beneficiados, proporcionando renda extra para os participantes. Os circuitos contarão com a presença desses empreendedores, comercializando produtos identificados e oferecendo uma variedade de serviços ao público. Em termos de segurança, um esquema especial será implementado, envolvendo a atuação integrada das polícias Civil e Militar, Centro Tático Aéreo (CTA) e Corpo de Bombeiros, totalizando 7 mil policiais em todo o Maranhão. Carlos Brandão destacou que a segurança é uma prioridade, com efetivos dedicados aos circuitos Beira-Mar e Litorânea, incluindo viaturas, drones e bombeiros militares. O governador ressaltou a importância do Carnaval também na área da saúde, mencionando a aplicação de recursos provenientes da iniciativa privada na aquisição de equipamentos para uma Policlinica que será inaugurada em São Luís. Em relação ao turismo, estão previstos 29 voos adicionais para os aeroportos de São Luís e Imperatriz durante o período do Carnaval. A expectativa é que o aumento no número de turistas beneficie bares, restaurantes e serviços de transporte privado, gerando um impacto positivo na economia local. Fonte: 03Redação ANH/MA

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Carnaval de Salvador contará com a presença de sistemas de climatização distribuídos ao longo dos circuitos

O Carnaval de Salvador 2024 contará com a instalação de climatizadores nos circuitos Dodô (Barra-Ondina), Osmar (Campo Grande-Centro) e Batatinha (Pelourinho), promovidos pela Prefeitura com o objetivo de atenuar os efeitos do calor durante a celebração festiva. O anúncio foi feito pelo prefeito Bruno Reis durante uma coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (31) no Cine Glauber Rocha, no Centro, onde foram divulgadas as iniciativas e serviços municipais destinados a atender os foliões durante o desfile de trios e blocos pelas ruas da cidade. Além da climatização, serão implementadas outras medidas preventivas para garantir o conforto dos residentes de Salvador e dos visitantes que participarão da maior festa de rua do mundo. O prefeito destacou as preocupações em relação ao calor, especialmente neste verão, e explicou as regras e protocolos estabelecidos para camarotes e blocos, bem como as ações já adotadas na Lavagem do Bonfim e as que serão realizadas na Lavagem de Itapuã e na Festa de Iemanjá. Bruno Reis detalhou as ações planejadas para o Carnaval, incluindo a presença de climatizadores nos três principais circuitos, principalmente durante a tarde, quando a temperatura se intensifica. Além disso, haverá ventiladores, pontos de hidratação e distribuição de protetores solares. O diretor de Turismo da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Gegê Magalhães, destacou que os climatizadores utilizam nebulização para umidificação, reduzindo a temperatura entre cinco a oito graus em áreas externas, especialmente nos momentos de saída dos trios. A distribuição de protetor solar será realizada em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), com 50 colaboradores nos portais de chegada e ao longo dos circuitos, distribuindo o produto das 12h às 16h, considerado o período mais crítico de exposição solar. O titular da Secult, Pedro Tourinho, ressaltou a importância dessas ações diante das questões de emergência climática, destacando o monitoramento em tempo real realizado em conjunto com a Defesa Civil de Salvador (Codesal) e a SMS, e a distribuição de protetor solar para proteção contra os raios UV. Fonte: Redação ANH/BA

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Projeto torna obrigatório fonoaudiólogo em UTI e em centro de cuidado intermediário

OProjeto de Lei 5503/23 torna obrigatória a presença de, pelo menos, um fonoaudiólogo para cada dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou de Cuidados Intermediários em hospitais públicos e privados. A medida prevê uma assistência mínima de 12 horas diárias e se aplica a leitos para adultos, crianças e recém-nascidos. O texto está sendo analisado pela Câmara dos Deputados. De acordo com a proposta, os fonoaudiólogos devem estar disponíveis em tempo integral para assistência aos pacientes internados durante o horário em que estiverem escalados. Autora do projeto, a deputada Ana Paula Lima (PT-SC) destaca a importância desses profissionais no tratamento de pacientes com dificuldades de engolir, a chamada disfagia – problema para conduzir saliva, alimentos e líquidos da boca ao estômago. Dificuldade para se comunicar Ela argumenta ainda que pacientes com disfagia permanecem mais tempo internados do que os demais e apresentam dificuldades para se comunicar. “A atuação fonoaudiológica em pacientes com dificuldade para engolir contribui para a prevenção de pneumonias aspirativas, para a condução segura da alimentação por via oral, para a transição da traqueostomia, e para a redução do período de internação”, defende a deputada. Tramitação A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias Fonte: Por Redação ANH/DF

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Foram registrados aproximadamente 30 mil casos de dengue e seis mortes no Distrito Federal

Foram registrados aproximadamente 30 mil casos de dengue e seis mortes no Distrito Federal. O Distrito Federal registrou aproximadamente 30 mil casos e seis mortes provocadas pela dengue, entre 1º de janeiro e o último fim de semana. São exatamente 29.492 casos da doença. A Secretaria da Saúde do DF investiga outras 24 mortes. Os dados constam no boletim epidemiológico mais recente que está em elaboração pela Secretaria de Saúde do DF e deve ser divulgado ainda nesta segunda-feira (29/1). Dengue, Zika e Chikungunya: saiba como diferenciar as doenças. Em relação aos casos de dengue, houve redução de 23,84% na comparação com a semana anterior. Fonte: Por Redação ANH/DF  

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Saúde Hanseníase: pacientes contam histórias de preconceito e superação

© SMS de Mesquita/RJ Dia Mundial Contra a Hanseníase é celebrado neste domingo (28)   João Victor Pacheco, 28 anos, descobriu que tinha hanseníase aos 17 anos, quando trabalhava como padeiro. “Comecei a ter queimaduras, mas não sentia”. A diminuição ou perda da sensibilidade térmica é um dos sintomas da doença. “Desde então, comecei a minha luta, o ativismo” disse, em conversa com a jornalista Mara Régia no programa Viva Maria, da Rádio Nacional. “Buscar o diagnóstico já é um grande desafio. Os profissionais de saúde não têm o conhecimento necessário, não fazem o que precisa ser feito. Estou no meu terceiro tratamento. Iniciei em 2014, depois, fui reinfectado, em 2017. Em 2019, tratei de novo, com resistência. Mas, se em 2014 tivessem examinado meus familiares, poderia não ter acontecido isso.” O jovem mora em Cuiabá, capital mato-grossense. O estado é considerado endêmico para hanseníase e ocupou, por muitos anos, o primeiro lugar no ranking brasileiro de casos. “De que adianta ter bastante caso diagnosticado e não ter serviço”, questiona o rapaz. Sobre o preconceito vivido desde os 17 anos, ele rebate: “Não sofro, mas acontece”. “O preconceito e a discriminação fazem parte da realidade que a gente está. A gente coloca pra dentro da nossa mente o que é bom. E o preconceito só é bom quando a gente desconstrói esse preconceito. Mas, quando a gente recebe, não é bom não. É um pré-conceito, a pessoa está lá achando que é, mas só a gente sabe o que a gente passa.” A técnica em nutrição Marly Barbosa de Araújo também denuncia a falta de conhecimento dos profissionais de saúde acerca da doença. Moradora de área nobre na capital federal, ela conta que o diagnóstico tardio veio em razão de falhas no atendimento, já que precisou passar por várias unidades até conseguir uma resposta. “Digo sempre que eu sofri um ‘preconceito ao contrário’ dos profissionais de saúde. Como eu morava numa quadra de classe média alta em Brasília, eles não pensaram em hanseníase. Isso atrasou o meu diagnóstico. A gente tem que desmistificar que hanseníase é coisa de pobre. Doença não escolhe classe social.” Marly conta que uma de suas vizinhas chegou a pedir que ela vendesse seu apartamento quando soube do diagnóstico de hanseníase e insinuou que o imóvel poderia ter sido desvalorizado em função da doença da proprietária. “Disse a ela: do mesmo jeito que eu era dona do meu, ela era dona do dela e, se ela quisesse, que vendesse o dela”. “Mas não vamos querer dizer que o preconceito é falta de informação só não. Se fosse só falta de informação, o profissional de saúde não seria preconceituoso. Ele tem informação sobre a hanseníase e, ainda assim, eu sofri muito preconceito”, disse. “Pessoas esclarecidas também são preconceituosas”, concluiu. Brasil Entre janeiro e novembro de 2023, o Brasil diagnosticou ao menos 19.219 novos casos de hanseníase. Mesmo que preliminar, o resultado já é 5% superior ao total de notificações registradas no mesmo período de 2022. Segundo as informações do Painel de Monitoramento de Indicadores da Hanseníase, do Ministério da Saúde, o estado de Mato Grosso segue liderando o ranking das unidades federativas com maiores taxas de detecção da doença. Até o fim de novembro, o total de 3.927 novos casos no estado já superava em 76% as 2.229 ocorrências do mesmo período de 2022. Em seguida vem o Maranhão, com 2.028 notificações, resultado quase 8% inferior aos 2.196 registros anteriores. Dia Mundial O Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase é celebrado sempre no último domingo do mês de janeiro. A hanseníase é uma doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium Leprae, também conhecida como bacilo de Hansen (em homenagem à Gerhard Hansen, o médico e bacteriologista norueguês descobridor da doença, em 1873). O bacilo se reproduz lentamente e o período médio de incubação e aparecimento dos sinais da doença é de aproximadamente cinco anos, de acordo com informações da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os sintomas iniciais são manchas na pele, resultando em lesões e perda de sensibilidade na área afetada. Também pode acontecer fraqueza muscular e sensação de formigamento nas mãos e nos pés. Quando os casos não são tratados no início dos sinais, a doença pode causar sequelas progressivas e permanentes, incluindo deformidades e mutilações, redução da mobilidade dos membros e até cegueira. Fonte: Agência Brasil2

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Dengue e chikungunya levam Minas Gerais a decretar emergência

© Fernando Frazão/Agência Brasil No caso da dengue, predominância de infecções é de sorotipo 1   O governo de Minas Gerais declarou situação de emergência em saúde pública em razão do cenário epidemiológico de arboviroses no estado – sobretudo dengue e chikungunya. O decreto foi publicado neste sábado (27) no Diário Oficial de Minas Gerais. De acordo com a publicação, até o momento, foram registrados 11.490 casos confirmados de dengue e 3.067 casos confirmados de chikungunya no estado apenas nas três primeiras semanas de 2024. No caso específico da dengue, o texto destaca que há predominância de infecções pelo sorotipo 1, mas já há também detecção de casos do sorotipo 3, que não circulava de forma epidêmica no Brasil há mais de 15 anos. A publicação autoriza o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, a tomar medidas administrativas para conter casos de arboviroses, incluindo a aquisição de insumos e materiais e a contratação de serviços necessários ao atendimento da situação emergencial. O texto ainda instala o Centro de Operações de Emergências de Arboviroses, coordenado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais, para monitoramento e gestão da situação de emergência no estado. O decreto vai vigorar pelo prazo de 180 dias. Vacina O Ministério da Saúde informou esta semana que 521 municípios brasileiros foram selecionados para iniciar a vacinação contra a dengue via Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de fevereiro. As cidades compõem 37 regiões de saúde que são consideradas endêmicas para a doença. As regiões selecionadas atendem a três critérios: são formadas por municípios de grande porte com mais de 100 mil habitantes; registram alta transmissão de dengue no período 2023-2024; e têm maior predominância do sorotipo DENV-2. Conforme a lista, 16 estados, incluindo Minas Gerais, e o Distrito Federal têm cidades que preenchem os requisitos. O Ministério da Saúde confirmou ainda que serão vacinadas crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, uma das faixas etárias que concentram maior número de hospitalizações por dengue. Os números mostram que, de janeiro de 2019 a novembro de 2023, o grupo respondeu por 16,4 mil hospitalizações, atrás apenas dos idosos, grupo para o qual a vacina não foi autorizada. A melhor forma de combater a dengue é impedir a reprodução do mosquito. Foto: Arte/EBC – Arte/EBC 27 Fonte: Agência Brasil

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