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Geral Cruzes na Esplanada lembram vítimas de tragédia em Brumadinho

© Marcelo Camargo/Agência Brasil Iniciativa pede justiça para quem morreu no rompimento de barragem   Duzentas e setenta e duas cruzes de madeira foram instaladas, nesta quinta-feira (25), no gramado central da Esplanada dos Ministérios, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. A iniciativa, do deputado federal Pedro Aihara (Patriota-MG), pede justiça para as vítimas do rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. Considerado uma das maiores tragédias ambientais e trabalhistas do Brasil, o rompimento da barragem – pertencente à mineradora Vale – completou cinco anos às 12h28 de hoje. Entre as 270 vítimas fatais, havia duas mulheres grávidas, totalizando 272 vidas perdidas. Os corpos de três das vítimas ainda não foram localizados. Em cada cruz colocada diante do Congresso foi escrito o nome de uma das pessoas mortas com o rompimento da barragem I (B1) – evento que causou o rompimento de outras duas barragens (B-IV e B-IV-A) da mesma mina e, segundo o governo de Minas Gerais, despejou aproximadamente 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos que, além da área ao redor, atingiram rios, cursos d´água e afetaram ao menos 26 cidades, causando prejuízos ambientais e socioeconômicos para todo o estado. Ato 5 anos do rompimento da barragem em Brumadinho Marcelo Camargo/Agência Brasil × 1 / 9 Inquérito sigiloso Em novembro de 2021, a Polícia Federal (PF) concluiu as investigações sobre o caso e indiciou 19 pessoas, cujos nomes não foram divulgados, já que o inquérito é sigiloso. A corporação entregou o relatório final sobre a apuração ao Ministério Público Federal (MPF), ao qual cabe decidir se encaminha à Justiça Federal a denúncia contra os 19 indiciados. O MPF, contudo, evita comentar os resultados do inquérito alegando o sigilo. Em um texto publicado em suas redes sociais, o deputado federal Pedro Aihara, escreveu que o “grito por justiça” para as vítimas de Brumadinho serve também “para que outros não sofram essa dor sem limite. Para que outras famílias não chorem. Para que outras memórias não sejam destruídas pela onda de lama, descaso e negligência de tantos”. Na época do rompimento, Aihara trabalhava no Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e atuou nas buscas às vítimas. Fonte: Agência Brasil

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Entidades da indústria elogiam nova política para o setor

© CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados CNI aprova definição de metas e de prioridades para segmentos   Lançado nesta segunda-feira (22), o programa Nova Indústria Brasil recebeu elogios das entidades do setor. Os representantes de diversos segmentos da indústria classificaram o plano de moderno e positivo, num momento em que diversas economias desenvolvidas retomam as políticas industriais. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elogiou a definição de metas e de prioridades para cada uma das seis missões definidas no plano. A entidade lembra que o programa anunciado nesta segunda segue os moldes de um plano entregue por ela própria ao governo no ano passado. “A indústria brasileira precisa de instrumentos modernos e semelhantes aos que promovem a indústria nas nações líderes. É preciso recolocar a indústria no centro da estratégia de desenvolvimento, para que possamos retomar índices de crescimento maior e poder ofertar um caminho consistente e alinhado com o que os países desenvolvidos fazem”, destacou o vice-presidente da CNI, Léo de Castro, no comunicado. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) também elogiou a nova política. Segundo a entidade, o novo plano demonstra que o governo reconhece a importância da indústria para o desenvolvimento do país. “Uma indústria de transformação forte, inovadora, sustentável e competitiva é fundamental para que o Brasil deixe de ser uma economia de renda média e se transforme em um país desenvolvido, resolvendo nossos problemas econômicos e sociais”, ressaltou a Fiesp. Para a federação, o Brasil precisa retomar a política industrial num momento em que os Estados Unidos e diversos países europeus passaram a estimular o desenvolvimento das indústrias locais. A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) também elogiou o programa. Embora afirme que a perda de espaço da indústria na economia não possa ser ignorada, a entidade pediu que o governo fique atento para que os estímulos à indústria não desequilibrem as contas públicas e resultem em alta de juros no médio prazo. “Sem equilíbrio fiscal, corremos o risco de interromper o atual ciclo de queda das taxas de juros, elemento vital para o desenvolvimento da indústria. É fundamental que as ações propostas não apenas tenham um impacto positivo na atividade industrial, mas que também estejam alinhadas à sustentabilidade fiscal”, destacou a Firjan no comunicado. Outros setores A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) informou que a nova política industrial dá previsibilidade para que o setor continue a investir e a gerar empregos. A entidade ressaltou, como ponto positivo, a preocupação com a queda das emissões de gás carbônico por meio de iniciativas como o Mover, novo regime automotivo para a produção de veículos mais seguros e menos poluentes. “Estão contemplados, por exemplo, a sustentabilidade da frota automotiva, o estímulo à produção de novas tecnologias de mobilidade, a compra de máquinas nacionais para agricultura familiar, além da produção e uso do biodiesel”, comentou a Anfavea em nota. Entidade do setor de fármacos, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) pediu a aprovação do projeto de lei que tramita no Congresso desde 2022 que reduz, de 6,9 para 2 anos, o prazo para a liberação de patentes. Para a Interfarma, um sistema de propriedade intelectual forte e em linha com os principais tratados internacionais melhorará os investimentos em inovação em saúde. Durante a apresentação da nova política industrial, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a aprovação do projeto é uma das prioridades do programa para estimular a indústria nacional de saúde. Arte/EBC Fonte: Agência Brasil

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Inmet faz novo alerta de perigo de tempestade para 10 estados

© Fernando Frazão/Agência Brasil Risco se mantém até esta segunda (22)   O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu hoje (21) um novo alerta laranja para chuvas intensas em 10 estados brasileiros. O alerta laranja é o segundo na escala utilizado pelo Inmet, que varia entre o amarelo (perigo potencial), o laranja (perigo) e o vermelho (grande perigo). O alerta laranja, que significa uma situação de perigo para chuvas e ventos intensos, vale para os estados do Acre, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Espírito Santo, Pará e Rondônia. Esse alerta vale até amanhã (22). Nessas regiões, o acumulado de chuva pode chegar a 100 mm. Só não estão em alerta para chuvas os estados do Amapá, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe. Os demais estados brasileiros e o Distrito Federal estão em alerta amarelo. Ontem (20), as fortes chuvas provocaram mortes no estado de São Paulo. Uma mulher de 60 anos, que estava na praia, morreu após ser atingida por um raio na cidade de Praia Grande (SP). Uma outra pessoa morreu em Sorocaba após ter seu carro arrastado pela enxurrada. No Rio Grande do Sul, o temporal que ocorreu na última terça-feira (16) deixou quase 1 milhão de pessoas sem energia. Segundo o último boletim, divulgado pelo governo na manhã de hoje, mais de 30 mil clientes da CEEE Equatorial e outros 53 mil clientes da RGE Sul continuam sem energia elétrica. Fonte: Agência Brasil

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Saiba como abordar diversidade religiosa nas escolas

© Tânia Rêgo/Agência Brasil Dia de Combate à Intolerância Religiosa é celebrado neste domingo Na teoria parece fácil. A grande questão é como ocorre na prática. Como lidar com a intolerância religiosa e como orientar o ensino religioso nas escolas, com o objetivo de evitar o preconceito e a violência? Neste 21 de janeiro, Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, a Agência Brasil conversou com especialista que dá dicas de como tratar o tema dentro da sala de aula.  “É preciso pensar em diferentes dimensões, na questão histórica, social, cultural, legal e ética-cidadã para tratar o tema religião”, aponta o professor Alex Santana França, da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia. O especialista destaca que a orientação dada pela imensa maioria das escolas é correta, usando o ponto de vista legal e o bom senso. “Mas o problema maior tem origem na educação, na orientação dada dentro da família do aluno, que nem sempre compartilha com as ideias que a legislação e a escola apresentam”, afirma. O professor reforça que é necessário conhecer e aplicar as determinações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que tem orientações de como deve ser o ensino religioso em cada série, desde a educação infantil até o nível médio. A Constituição Federal define que o Brasil é um estado laico, que permite, respeita, protege e trata de forma igual todos os tipos de religiões, ou mesmo quem não professa nenhuma crença. França delimita cinco dimensões que devem ser observadas na abordagem da diversidade religiosa dentro da sala de aula: Questão histórica É importante trazer informações sobre o universo da formação histórica do Brasil que ajudam a entender porque ainda existe o racismo religioso, que culmina na violência sobre determinados segmentos da sociedade. França destaca que os fatos históricos ajudam a entender o início e as causas do problema. É preciso compreender a constituição histórica do Brasil, o multiculturalismo. São diferentes possibilidades religiosas presentes desde sempre no país, desde práticas espirituais/religiosas já desenvolvidas pelos povos originários, passando pelo cristianismo/catolicismo pregados pelos povos colonizadores, e pelas religiosidades trazidas pelos povos africanos, povos ciganos, judeus, orientais. Questão social Muitas vezes a criança, o jovem, já vai para a escola seguindo uma determinada vertente religiosa, praticada pelos familiares, e vive de acordo com os dogmas dessa religião praticada no seu núcleo familiar, o que pode formar discursos preconceituosos que determinadas religiões têm em relação a outras. Mas, ao mesmo tempo em que a sociedade ajuda a formar o preconceito, ela ajuda a descontruir esse preconceito. A escola pode ser muito importante neste sentido, como local onde o estudante terá diversas informações, assim como também os amigos e os meios de comunicação têm papel semelhante. Todo material, como reportagens, livros, entrevistas, filmes, palestras, debates, todo material sobre o assunto pode ser utilizado para combater o preconceito. Questão cultural Tem uma relação com a questão histórica, que acaba contribuindo com a formação histórica e cultural do aluno. Como o país é formado por diferentes grupos sociais com diferentes manifestações culturais, a religião – que também é cultura – vai se configurar de maneiras diferentes. Teoricamente não existe hierarquia na cultura. Não há uma cultura superior a outra. Assim, não existe uma religião superior a outra, não há uma religião melhor que outra.  Existem várias opções de credo e cada pessoa tem direito, tem o livre arbítrio de escolher a forma como vai manifestar a própria fé. É a pessoa que deve definir qual o deus que vai celebrar, homenagear, contemplar. Na sala de aula, é importante colocar essa diversidade cultural que forma o Brasil. Por conta dessa diversidade, o país não pode eleger uma só religião e deixar as outras de fora. O Brasil é um estado laico. Questão da cidadania A Constituição Federal defende os direitos de qualquer cidadão brasileiro, de qualquer pessoa, garantindo o direito à liberdade de escolha religiosa. Por isso, nenhuma pessoa pode ser perseguida, sofrer preconceito por causa de suas escolhas. As leis determinam que todos devem respeito às diferenças. Essas diferenças não podem ser descartadas, rejeitadas e não devem interferir na vida em sociedade. Questão da ética Cada pessoa tem o direito de ter a devoção que desejar, que melhor lhe faz bem. A forma como um indivíduo processa a própria fé não pode interferir como o outro processa a dele. Na sala de aula, deve-se fazer essa discussão sobre cidadania, sobre ética, falar sobre legislação, de forma que atenda aos interesses de cada faixa etária do alunado. A percepção é que os jovens têm pouco espaço para debater o tema e não se sentem confortáveis dentro das próprias instituições religiosas. Um levantamento realizado pelo Espro (Ensino Social Profissionalizante) no fim do ano passado captou as percepções dos jovens com idade entre 14 e 23 anos atendidos pela organização em todo país. Com relação à religião, a pesquisa mostra que 34% dos jovens entrevistados já deixaram de frequentar espaços religiosos por não se sentirem confortáveis. Fonte: Agência Brasil21

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Salão do Artesanato Paraibano soma mais de R$1 milhão em vendas em menos de uma semana

Os expositores que estão participando do Salão do Artesanato Paraibano já venderam R$ 1.135.946,30 em produtos. O valor corresponde ao período de 12 a 17 de janeiro e supera o que foi comercializado na primeira semana do evento em 2023, quando foram vendidos R$ 1.021.946,48. O evento está sendo realizado pelo Sebrae/PB em parceria com o Governo do Estado. O Salão do Artesanato irá continuar aberto em João Pessoa até o dia 4 de fevereiro. Somente na quarta-feira (17), foram vendidos R$ 156.208,08, valor referente a 5.029 produtos. A média de venda diária está em R$ 189.324,38. De acordo com o analista técnico do Sebrae/PB, Jucieux Palmeira, os números destacam a importância do evento para a visibilidade dos artesãos paraibanos. “O Salão é sempre uma vitrine para mostrar ao país a riqueza que é produzida na Paraíba por meio do artesanato que é um segmento importante para a nossa economia. E o Sebrae, mais uma vez, sempre atuando na capacitação e apoio a esses empreendedores que são verdadeiros artistas”, completou o analista, que também é responsável pela organização do evento. Já para a gestora do Programa do Artesanato Paraibano (PAP), Marielza Rodrigues, o sucesso da edição deste ano mostra que o artesanato paraibano vem ganhando força na economia criativa. “Estamos extremamente felizes e dividimos essa satisfação com cada um dos artesãos e parceiros que acreditam no nosso trabalho. Podemos atribuir esse sucesso a inúmeros fatores sobretudo ao local que é o epicentro do turismo da nossa capital, o Hotel Tambaú. Mas, a força e a esperança dos artesãos paraibanos são as maiores respostas para qualquer pergunta”, disse. O Salão do Artesanato tem entrada gratuita, mas os visitantes devem entregar 1kg de alimento não perecível, que será doado às instituições que atendem pessoas em vulnerabilidade social.   Fonte: Redação ANH/PB

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PM é investigado por suposto esquema de parcelamento ilegal de terras no Distrito Federal

A Polícia Civil está investigando um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal por um suposto esquema de grilagem de terra na quadra 13 do Setor de Mansões Park Way (SMPW), em Brasília. Segundo a PCDF, o militar e mais 6 suspeitos planejavam construir um condomínio irregular, com 33 lotes, na altura do conjunto 02, em uma área de preservação. Cada terreno, medindo aproximadamente 300m², seria vendido por R$ 165 mil. Com o valor total vendido chegando a R$ 5,5 milhões. O condomínio se chama Solar dos Pinheiros e fica dentro da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Na manhã da quarta-feira (17), os agentes da PCDF cumpriram 7 mandados de busca e apreensão. A operação, intitulada Park Way, aconteceu no Cruzeiro, no Jardim Botânico e no Gama. Com o suspeito, os policiais apreenderam um carro de luxo, avaliado num valor estimado em R$ 350 mil. Os suspeitos devem responder por associação criminosa, parcelamento irregular do solo e dano ambiental. A operação foi realizada pela Coordenação Especial de Proteção ao Meio Ambiente, Ordem Urbanística e ao Animal (CEPEMA), por meio da Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e ao Meio Ambiente (DEMA).   Fonte: Redação ANH/DF

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Apple supera Samsung e lidera vendas mundiais de celulares em 2023

De acordo com dados preliminares da International Data Corporation (IDC), a Apple foi a fabricante que mais vendeu smartphones em 2023. A empresa fundada por Steve Jobs vendeu 234,6 milhões de aparelhos. Já a Samsung, que ocupou a liderança do mercado por mais de 10 anos, vendeu 226,6 milhões. Os números mostram ainda que a participação de mercado da Apple atingiu 20,1% contra 19,4% da rival sul-coreana. O terceiro lugar no ranking ficou para Xiaomi, com 12,5% de market share e 145,9 milhões de aparelhos vendidos. A mudança aconteceu, em parte, devido à vendas dos modelos iPhone 14 depois da esteia do iPhone 15. Além disso, a quantidade diversa de aparelhos Android no mercado impactou a queda nos números da Samsung. As marcas Transsion e Xiaomi registraram um crescimento no segundo semestre de 2023. Enquanto que a Samsung enfrentou dificuldades, mesmo que tenha mantido um bom desempenho nos lucros com os modelos Galazy S23 e a linha dobrável da linha Z.   Fonte: Redação ANH/SP

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Homem assalta mercado com cueca na cabeça no interior de SP

ma câmera de segurança registrou o momento em que um homem assaltou um mercado usando uma cueca na cabeça. O caso aconteceu em Franca, interior de São Paulo, na última segunda-feira (15). O homem estava desarmado e levou cigarros e dinheiro. A câmera de segurança do estabelecimento capturou o momento em que o assaltante chega, com o rosto parcialmente escondido por uma cueca. O homem pega uma caixa de cigarros na prateleira do mercado e ameaça a funcionária do caixa, que entrega algumas notas para o assaltante. Um outro funcionário do estabelecimento tenta se afastar da cena, mas é ameaçado pelo assaltante e permanece sentado. Logo após a ação, o suspeito foge. A Polícia Militar (PM) foi acionada e realizou buscas na região, mas o assaltante não foi encontrado. Ninguém ficou ferido durante o assalto.   Fonte: Redação ANH/SP

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Nordeste é a região brasileira campeã de notas mil na redação do Enem

Os mais de 2,6 milhões de inscritos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 puderam conferir suas notas na terça-feira (16). A região Nordeste foi a que mais concentrou notas mil na redação, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Ao todo, o Brasil teve 60 notas mil na redação. 25 delas foram de estudantes do Nordeste, dos estados Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. O número representa 41,66% do total. Já os estados com o maior número de notas mil foram São Paulo e Rio de Janeiro, com 7 em cada um. O número é o maior de notas mil da redação do Enem desde 2016, quando foram registradas 77 notas máximas. Em 2022, apenas 18 estudantes alcançaram a maior pontuação. Na prova de 2023, o tema da redação foi “Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”. A nota da prova de redação é a decisiva para garantir o acesso à universidade, uma vez que a nota tem peso alto na correção, além de ser utilizada como critério de desempate. Confira abaixo o ranking das notas mil na redação do Enem por região:  Nordeste: 25 Sudeste: 18 Sul: 7 Norte: 5 Centro-Oeste: 5 (contando o DF)   Fonte: Redação ANH/AL

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Farmácia Popular começa a distribuir absorventes gratuitos

© Marcelo Camargo/Agência Brasil Público-alvo do programa abrange 24 milhões de pessoas   Mais de 31 mil unidades credenciadas no programa Farmácia Popular começaram a distribuir absorventes para a população em situação de vulnerabilidade social. Segundo o Ministério da Saúde, a oferta é direcionada a grupos que vivem abaixo da linha da pobreza e estão matriculados em escolas públicas, em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema. A população recolhida em unidades do sistema prisional também será contemplada.   Podem receber absorventes brasileiras ou estrangeiras que vivem no Brasil, com idade entre 10 e 49 anos, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e que contam com renda familiar mensal de até R$ 218 por pessoa. Estudantes das instituições públicas de ensino também devem estar no CadÚnico, mas, neste caso, a renda familiar mensal por pessoa vai até meio salário mínimo (R$ 706). Para pessoas em situação de rua, não há limite de renda. O público-alvo do programa abrange  24 milhões de pessoas. Exigências Para garantir o benefício, é preciso apresentar um documento de identificação pessoal com número do Cadastro de Pessoas Físicas – CPF – e a Autorização do Programa Dignidade Menstrual, em formato digital ou impresso, que deve ser gerada via aplicativo ou site do Meu SUS Digital – nova versão do aplicativo Conecte SUS – com validade de 180 dias. A aquisição de absorventes para menores de 16 anos deve ser feita pelo responsável legal.  As orientações também estão disponíveis no Disque Saúde 136. Em caso de dificuldade para acessar o aplicativo ou emitir a autorização, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde (UBS). Pessoas em situação de rua também podem buscar nos centros de referência da assistência social, centros de acolhimento e equipes de Consultório na Rua. Para pessoas recolhidas em unidades do sistema penal, a entrega será coordenada e executada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a distribuição realizada diretamente nas instituições prisionais. A iniciativa integra o Programa de Proteção e Promoção da Saúde e Dignidade Menstrual e envolve as seguintes áreas: Saúde; Direitos Humanos e Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e Mulheres e Educação. Combate às desigualdades Em nota, o Ministério da Saúde destacou que a ação contribui no combate às desigualdades causadas pela pobreza menstrual e configura “um importante avanço para garantir o acesso à dignidade menstrual”. “A menstruação é um processo natural, que ocorre em todo o mundo com, pelo menos, metade da população. Ainda assim, dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que a pobreza menstrual, associada aos tabus que ainda cercam essa condição, podem ocasionar evasão escolar e desemprego. No Brasil, uma a cada quatro meninas falta à escola durante o seu período menstrual e cerca de quatro milhões sofrem com privação de higiene no ambiente escolar (acesso a absorventes, banheiros e sabonetes)”, explica a nota.   Fonte: Agência Brasil

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