Cidadania Alagoas

SAÚDE

Casos de Covid e gripe crescem no Brasil, revela boletim da Fiocruz

As hospitalizações devido a síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) relacionadas à covid-19 estão aumentando na região Centro-Sul do Brasil, e em alguns estados, há uma “cocirculação” com o vírus Influenza A, que causa a gripe. O Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (29), alerta para a sobreposição das infecções de transmissão respiratória, especialmente em um cenário em que a circulação simultânea dos vírus da covid-19 e da dengue gera dúvidas devido à semelhança entre os sintomas. Marcelo Gomes, pesquisador do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e coordenador do InfoGripe, destaca a preocupação com esse cenário nacional, observando o aumento associado à covid-19 na maior parte do Centro-Sul, com alguns estados do Sudeste e do Sul apresentando cocirculação simultânea de covid-19 e influenza A. Ele salienta que, embora a covid-19 resulte em um número significativamente maior de hospitalizações do que a gripe, a circulação simultânea é evidente, com alguns estados do Nordeste, especialmente a Bahia, também registrando aumento de internações com uma associação sugestiva da gripe. Marcelo Gomes recomenda que aqueles que apresentam sintomas e sinais de infecção respiratória permaneçam em casa e descansem. Se for necessário sair, a orientação é usar uma máscara PFF2 ou N95 para evitar a disseminação do vírus, especialmente ao visitar uma unidade de saúde. O Boletim destaca que a SRAG por covid-19 está em ascensão em diversos estados, enquanto as associações entre a síndrome e influenza A (gripe) são mais prevalentes em alguns estados, incluindo Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, os vírus respiratórios que mais causaram casos de SRAG foram influenza A (10,3%), vírus sincicial respiratório (10,8%) e Sars-CoV-2/covid-19 (70,6%). Fonte: Redação ANH/RJ

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Brasil ultrapassa meio milhão de casos prováveis de dengue

© nuzeee/Pixabay Foram registradas 75 mortes e 340 estão sendo investigadas   O Brasil já registra 512.353 casos prováveis de dengue desde o início de 2024. Foram contabilizados ainda 75 óbitos pela doença, enquanto 340 mortes estão sendo investigadas. O coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é 252,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os dados constam no painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde. Entre os casos prováveis, 54,9% são em mulheres e 45,1% em homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de casos, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. Já no ranking dos estados, Minas Gerais lidera em número absoluto de casos prováveis (171.769). Em seguida aparecem São Paulo (83.651), Distrito Federal (64.403) e Paraná (55.532). Quando se considera o coeficiente de incidência, o Distrito Federal aparece em primeiro lugar (2.286,2 casos por 100 mil habitantes), seguido por Minas Gerais (836,3), Acre (582,2) e Paraná (485,3). Vacinação Neste momento, somente o Distrito Federal iniciou a vacinação de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 11 anos contra a dengue. No primeiro dia da campanha, 3.633 doses foram aplicadas em todos os 15 pontos disponíveis. Goiás já recebeu as doses distribuídas pelo Ministério da Saúde e deve iniciar a imunização dessa mesma faixa etária na próxima quinta-feira (15) em 51 municípios selecionados pela pasta.   Fonte: Agência Brasil

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80 enfermeiros de unidades hospitalares são capacitados para garantir segurança do ato transfusional

Foto: Carla Cleto/Secom Alagoas Garantir a segurança do ato transfusional para os pacientes internados nas unidades hospitalares alagoanas. Com este propósito o Hemocentro de Alagoas (Hemoal) capacitou 80 profissionais de enfermagem na terça-feira (14), durante treinamento realizado na sede do órgão, no bairro Cidade Universitária, em Maceió. Organizado pela Assessoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas do Hemoal, a capacitação foi ministrada pela médica hematologista Verônica Guedes e pelas enfermeiras Adriane Beltrão e Maria Lúcia Brito. Durante todo o dia, as especialistas em hemoterapia discorreram sobre as etapas que integram o ato transfusional, tornando os profissionais capacitados aptos a atuarem na assistência aos pacientes, bem como, a serem agentes multiplicadores nos hospitais em que atuam. Além de apresentar a história da transfusão sanguínea e seus aspectos legais, bem como, as etapas do processo de transfusão, o treinamento focou na qualificação do ato transfusional. Para isso, segundo a médica Verônica Guedes, foram esclarecidos pontos como as informações que devem estar contidas no documento de solicitação de transfusão e como deve ser realizado o transporte das amostras de sangue. “Também apresentamos aos profissionais de enfermagem, as principais reações transfusionais que podem ocorrer no paciente e como identificá-las. Mostramos ainda como elas devem ser notificadas no processo de hemovigilância, bem como devem ser tratadas”, salientou a médica Verônica Guedes. Ela destacou, durante explanação aos profissionais de enfermagem, que o ato transfusional deve ser seguro, visando garantir que o paciente receba as transfusões sanguíneas necessárias ao seu restabelecimento. Verônica Guedes frisou, contudo, que a qualidade do processo é fundamental, pois pode impactar no resultado final, ou seja, na recuperação da pessoa que está em tratamento médico. “Não basta apenas assegurar o sangue em quantidade necessária para o paciente. Temos também que garantir que ele tenha qualidade e que o processo de transfusão atenda às especificações da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], sob pena de colocarmos em risco o ato transfusional e, consequentemente, a saúde do paciente que está em tratamento”, pontuou Verônica Guedes. Por: ANH/AL

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El Niño: pesquisadores preveem mais calor no Sudeste e Centro-Oeste

@Paulo Pinto/Agência Brasil Efeitos do evento climático devem persistir até abril de 2024   A onda de calor sentida nos últimos dias nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país sofre influência do fenômeno El Niño, segundo apontam pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que os efeitos do El Niño devem ser sentidos pelo menos até abril do próximo ano. “Tudo indica que teremos um verão extremamente quente. É um El Niño de intensidade muito forte que, juntamente com o aquecimento global, produz esses efeitos que nós estamos vendo”, diz o coordenador da Rede Clima da Universidade de Brasília (UnB), Saulo Rodrigues Pereira Filho. Como efeitos do fenômeno climático, ele cita ainda a seca no Amazonas, as chuvas intensas no Sul do país e o calor extremo no Sudeste e no Centro-Oeste. Os termômetros do Rio de Janeiro já haviam superado os 40°C em algumas ocasiões nesta semana. Na capital fluminense, a sensação térmica superou os 58°C nesta terça-feira (14). Já no Centro-Oeste, dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) relativos a ontem indicaram que Cuiabá foi a capital mais quente do país. Ricardo de Camargo, meteorologista do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP) também crê que essa onda de calor intensa pode se repetir. “Realmente podemos enfrentar situações parecidas como essa justamente por conta da influência do El Niño. É bem provável que a gente tenha as condições propícias para o acontecimento de novas ondas de calor. O que não dá para fazer é uma antecipação tão fidedigna e tão assertiva de quando isso pode acontecer.” O fenômeno El Niño é caracterizado pelo enfraquecimento dos ventos alísios (que sopram de Leste para Oeste) e pelo aquecimento anormal das águas superficiais da porção leste da região equatorial do Oceano Pacífico. As mudanças na interação entre a superfície oceânica e a baixa atmosfera têm consequências no tempo e no clima em diferentes partes do planeta. Isso porque a dinâmica de circulação das massas de ar adota novos padrões de transporte de umidade, afetando a temperatura e a distribuição das chuvas. Prefeitura de São Paulo distribui água no Vale do Anhangabau, onde os termômetros marcaram 39 °C nesta terça-feira (14) – Paulo Pinto/Agência Brasil O El Niño – que ocorre em intervalos de tempo que variam entre três e sete anos – persiste em média de seis a 15 meses. Segundo Saulo Rodrigues, no Brasil, o fenômeno provoca seca nas regiões Norte e Nordeste. Já o Sul registra ocorrência de chuvas torrenciais e ciclones extratropicais. No Sudeste, conforme observa Ricardo de Camargo, a transição para o regime de chuvas, como é esperada para essa época do ano, está demorando. “Estamos tendo um período extremamente longo em que não há atuação de nenhuma frente fria. Elas não estão conseguindo avançar em direção ao Sudeste e ao Centro-Oeste. Chove muito no Sul e as frentes frias vão embora direto para o oceano”. O meteorologista explica como a movimentação no Oceano Pacífico está ligada com essa situação. “A atmosfera sente a mudança do posicionamento das águas quentes que saem lá de perto da Ásia, da Austrália e da Oceania e vêm ocupar porções mais centrais ou até mais próximas da América do Sul. E aí existe um impacto. Uma das assinaturas é justamente essa dificuldade dos sistemas frontais conseguirem avançar mais em direção ao Sudeste e ao Centro-Oeste”. Aquecimento global Pelo menos 27 pessoas morreram em decorrência do furacão Otis, no México. Para especialistas em clima, eventos extremos como esse vão ocorrer com maior frequência e intensidade por causa do aquecimento global – REUTERS/Henry Romero Mas só o El Niño não é suficiente para explicar a situação, segundo avalia o pesquisador da UnB. Ele considera que o fenômeno tem uma influência importante, mas a análise desses eventos extremos deve considerar em primeiro lugar o aquecimento global. O pesquisador alerta para as projeções indicando que as ocorrências de fortes chuvas, calor extremo e secas severas deverão ficar mais frequentes e mais intensas. São episódios que podem desencadear desastres socioambientais e problemas de saúde. “Já existe um conhecimento científico sólido sobre a capacidade que as mudanças climáticas possuem de produzir grandes perdas e danos para a sociedade e para as atividades produtivas. As populações vulneráveis se tornam muito potencialmente vítimas desse cenário”, observa Saulo Rodrigues. De acordo com Ricardo de Camargo, não dá mais para colocar em dúvida que as mudanças climáticas estão em curso. “É inegável que as temperaturas estão cada vez mais altas em todos os lugares do planeta de uma maneira quase geral. Não há mais espaço para negacionismo com relação a isso. As projeções indicam que os sistemas transientes e os eventos extremos devem ficar mais frequentes, mais comuns e irão atingir com maior severidade. Se fizermos uma análise do que tem sido divulgado na mídia, veremos que realmente o mundo todo está enfrentando essas situações de episódios severos”. O meteorologista, no entanto, faz uma ponderação. “É difícil atribuir um percentual de responsabilidade da mudança climática nessa onda de calor que estamos vivenciando agora”, avalia. Segundo ele, considerando a mudança no regime de precipitação que tem se observado, é possível fazer a associação, mas com algum cuidado. Políticas Públicas Saulo Rodrigues observa que os principais responsáveis pelo aquecimento global são os países desenvolvidos, que emitem maior quantidade de gases de efeito estufa. Ao mesmo tempo, ele avalia que o Brasil tem um desafio. “Nós temos uma matriz energética com grande percentual de energia renovável. A matriz elétrica brasileira é 90% composta de energia renovável. Poucos países do mundo tem essa capacidade de produzir energia com baixas emissões de carbono. O Brasil tem esse ativo. O Brasil também tem a Floresta Amazônica e o Cerrado que retiram carbono da atmosfera. Isso é muito importante para o equilíbrio climático. Então o Brasil é parte da solução. O principal problema brasileiro é a questão do desmatamento”. O pesquisador da UnB cita alguns resultados positivos neste ano, com o registro da queda das taxas de desmatamento, mas faz um alerta. Segundo ele, o

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Projeto ensina alunos do DF a identificar fake news sobre vacinas

© Cleiton Freitas Participaram do estudo 30 estudantes na faixa etária de 13 a 15 anos   Nesta semana, alunos do Centro de Ensino Fundamental Queima Lençol, em uma área rural de Sobradinho, no Distrito Federal, aprenderam como identificar se uma informação que recebem pelas redes sociais, chats de conversa é verdadeira ou não. O grupo participou da segunda edição do projeto Conhecimento é vacina para desinformação. Nele, cerca de 30 estudantes, na faixa etária de 13 a 15 anos, conheceram quais caminhos para identificar a veracidade de uma mensagem. Desde 2017, a jornalista Gracielly Bittencourt, idealizadora do projeto, passou a pesquisar sobre desinformação, dedicando-se aos impactos da divulgação de notícias falsas, as fake news, na vacinação de HPV, que previne o Papilomavírus Humano, responsável pela infecção sexualmente transmissível mais frequente no mundo e associado ao desenvolvimento do câncer de colo de útero e outros tumores. Gracielly Bittencourt, idealizadora do projeto desde 2017- Foto Cleiton Freitas Em suas pesquisas, ela identificou que a baixa procura pela vacina, indicada para meninas e meninos a partir dos 9 anos de idade, está relacionada à divulgação de informações infundadas sobre a eficácia e segurança do imunizante. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019, 87,08% das meninas entre 9 e 14 anos de idade receberam a primeira dose da vacina. Em 2022, o percentual caiu para 75,81%. Entre os meninos, a cobertura vacinal passou de 61,55%, em 2019, para 52,16% em 2022. O recomendado é imunizar 90% do público-alvo. Veja aqui especial 50 anos de vacinas para todos. A partir daí, desenvolveu o projeto como forma de mostrar aos jovens a importância de consumir informações corretas. “Não adianta mais apenas checarmos as notícias. A gente precisa formar o público para saber o que é verdade ou falso”, afirma a jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). A iniciativa foi vencedora do programa FactCheckLab em 2020. Em 2022, a jornalista participou do International Visitor Leadership Program (IVLP), curso de jovens líderes promovido pelo governo norte-americano e decidiu tirar o projeto do papel. O projeto tem apoio financeiro do Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Aprender a checar uma informação Nas oficinas, realizadas nos dias 30 e 31 de outubro, os estudantes da escola Queima Lençol conheceram o trabalho de um profissional especializado em checar notícias e puderam aprender passos básicos que podem ser adotados para identificar uma fake news, como verificar a fonte da informação, a data de divulgação da notícia ou se a imagem é realmente relacionada ao fato descrito por meio de buscas na internet. Segundo a jornalista, pela proximidade com as redes sociais e habilidade com tecnologia, os jovens rapidamente conseguem encontrar uma fake news, no entanto, precisam entender o que é confiável ou não. “Com ações simples, você consegue perceber [a desinformação]. Não é preciso ser um grande investigador”, explica. “Eles são capazes, só falta o despertar”, acrescenta. Nas conversas, os jovens trazem dúvidas básicas sobre a vacina de HPV, entre elas, se podem tomar doses atrasadas. É o caso de João Felipe Oliveira, do 8º ano, que contou não saber do imunizante antes de participar do projeto. “Achei bem legal conscientizar os jovens sobre a importância das vacinas. Não ficar caindo em qualquer coisa que vê no WhatsApp, porque normalmente é mentira”, disse. Para Gracielly Bittencourt, o desconhecimento sobre a vacina mostra que a informação não chegou a esse público por uma falta de ação do Estado e das próprias famílias. A professora de matemática do centro de ensino, Raiane Ribeiro, contou que a escola tentou promover a ida de uma equipe de saúde para uma ação de vacinação dentro da escola, porém vários pais desautorizaram a medida. Para a docente, as negativas têm relação com informações falsas. Raiane Ribeiro acredita que projeto poderá ajudar a difundir a cultura da checagem de informação entre os estudantes e nos seus lares. “É importante que eles [alunos] entendam como procurar sites confiáveis. O que eles recebem via WhatsApp, Instagram, eles passam para frente sem verificar a veracidade da informação.” As oficinas terão uma terceira edição. A primeira ocorreu em 2022 em uma escola de Ceilândia, também no Distrito Federal. Fonte: Agência Brasil  

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Saúde da Gente leva atendimentos a novos locais, a partir desta segunda-feira (28)

Foto: Jonathan Lins O Saúde da Gente segue beneficiando bairros e comunidades de Maceió com inúmeros atendimentos e serviços distribuídos em cinco frentes de atuação. A partir desta segunda-feira (28), o programa concentra os serviços nos Conjuntos Geraldo Bulhões/Frei Damião e Eustáquio Gomes, e em mais dez comunidades. As ações se estendem nesses locais até o dia 03 de setembro. Saúde da Mulher A frente de Saúde da Mulher funciona na próxima semana no Conjunto Geraldo Bulhões/Frei Damião (Benedito Bentes), oferecendo ao público feminino consultas clínicas, ginecológicas e de enfermagem, além de exames de citologia, ultrassom, laboratoriais, solicitação de mamografia, atendimento psicológico, orientações sobre pré-natal, planejamento reprodutivo e familiar, entre outros. A tenda da equipe estará sediada na 8ª Travessa do Arame (próximo ao terminal de ônibus do Mutirão). Saúde Infantil Já os atendimentos de Saúde Infantil contemplam as crianças do Conjunto Eustáquio Gomes (R. K Um, Cidade Universitária). No local, são oferecidos serviços de vacinação, atendimentos pediátrico e psicológico, enfermagem, oftalmologia, coleta de exames, puericultura e encaminhamento às unidades de saúde para a realização do teste do pezinho e da orelhinha. Saúde Animal A tenda Pet, com atendimento veterinário destinado a cães e gatos, também estará à disposição dos moradores do Conjunto Eustáquio Gomes (R. K Um, Cidade Universitária), ao lado da tenda de Saúde da Criança. Lá estarão disponíveis serviços como consulta, vacinação antirrábica e vermifugação de animais. Saúde nas Grotas A população que reside nas comunidades mais vulneráveis da capital também continuará a ser beneficiada com as ações desenvolvidas pela Prefeitura de Maceió. A frente de Saúde nas Grotas chegará, nesse período, às seguintes localidades: Grota Lucilio Simões (Barro Duro), Mirante, Santo Amaro, Ângelo Martins (Jatiúca), Caetés (Benedito Bentes), Paraíso do Horto (Jaqueira) e Cruz das Almas. Uma equipe de profissionais também está prestando diversos serviços de saúde na estrutura do Centro de Atendimento ao Turista (CAT) Praia, na Ponta Verde, bem como estão realizando a assistência às pessoas em situação de acolhimento institucional. Saúde Mental Os serviços da frente de Saúde Mental continuam acontecendo de forma descentralizada nas clínicas itinerantes (Saúde da Mulher e Saúde Infantil). Como acessar os serviços? Para ter acesso aos serviços de saúde, o cidadão deve apresentar um documento com o número do CPF e o cartão do SUS. Por: ANH/AL

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G20: ministra da Saúde defende cooperação para enfrentar pandemias

Wilson Dias/Agência Brasil Brasil assume presidência do grupo em 2024 Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 19/08/2023 – 18:03 Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro ouvir: A ministra da Saúde, Nísia Trindade, defendeu a cooperação internacional e tecnologias em saúde para o enfrentamento de futuras pandemias na Reunião de Ministros da Saúde do Grupo dos 20 (G20). O encontro ocorreu nesta sexta-feira (18) e sábado (19), em Gandhinagar, na Índia. A partir do ano que vem, o Brasil assume a presidência do G20 – grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo e a União Europeia. O evento marca a retomada do protagonismo brasileiro nos debates que envolvem questões globais de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, para Nísia Trindade o sucesso no enfrentamento de futuras pandemias vai depender do nível de interação entre os países e da capacidade de eles se integrarem para aumentar a resiliência dos sistemas nacionais de saúde. A ministra também enfatizou, segundo o ministério, a necessidade de fortalecimento das capacidades nacionais de vigilância e de resposta à resistência antimicrobiana, além da importância de garantir a produção, o fornecimento e o acesso universal a produtos de baixo custo. Na sexta-feira, a ministra também participou de cúpula para debater a medicina tradicional. Na oportunidade, mencionou a Resolução sobre a Saúde dos Povos Indígenas, proposta pelo Brasil e adotada por consenso na última Assembleia Mundial da Saúde. O documento inclui a saúde dos povos originários como uma questão prioritária na pauta da Organização Mundial de Saúde (OMS), no sentido de avançar em sistemas que promovam ações específicas para essa população. Presidência do G20 O G20 é composto por Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia. Os membros do G20 representam cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos por um país) global, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população mundial. Desde 2008, os países revezam-se na presidência. E será a primeira vez que o Brasil presidirá o G20 no atual formato. A programação da presidência do G20 compreenderá mais de uma centena de reuniões oficiais em todo o território nacional, entre as quais a Cúpula de Líderes, cerca de 20 reuniões ministeriais, mais de 50 reuniões de altos funcionários, além de dezenas de eventos paralelos. A Cúpula de Líderes do G20, durante a presidência de turno brasileira, está prevista para 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro. A Presidência da República do Brasil indicou três desafios orientadores gerais para todos os grupos de trabalho do G20, em 2024: desenvolvimento sustentável, reforma das estruturas de governança global e combate às desigualdades. Edição: Fernando Fraga

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MULHER VOLTA À VIDA, APÓS HORAS DENTRO DE UM CAIXÃO

Equador: Bela Montoya “revive” após ser declarada morta por médicos. Imagem: Familiares. O caso inusitado aconteceu no Equador, no início desta semana. Uma mulher, identificada como Bela Montoya, de 76 anos, aparece respirando com dificuldade, após passar por um confinamento prolongado dentro de um caixão. A idosa acordou dentro da urna, após 5 horas de velório, pois no país, ainda é comum velar um corpo por 24 horas, antes do enterro.  Mas, o caso de Bela Montoya chama a atenção, pois ela não foi mais uma que “voltou à vida” apenas por alguns minutos e depois foi declarada morta novamente. Ela deu entrada em um hospital público e permanece internada até o presente momento. O filho da quase morta, Gilber Montoya, disse que disse que sua mãe começou a bater com a mão esquerda: “Ninguém imaginava que isso pudesse ocorrer. Ninguém sabia. Logo uma pessoa percebeu que ela estava sufocando e que ela precisava de ar, oxigênio”. Bela Montoya foi declarada morta na última sexta-feira, 09 de junho, e a causa morte, foi um acidente vascular cerebral (AVC), que provocou uma parada cardiorrespiratória. O filho da idosa não escondeu o desespero no momento de socorrê-la no momento que viu a mão viva dentro do caixão.“Liguei para uma ambulância e falei para o médico quando ele chegou: Doutor me ajuda! Disseram que ela estava morta”. O médico garantiu o contrário, afirmando com convicção, que sua mãe estava viva. Por: Gabriel Maia, ANH/Redação.

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Especialistas do HGE orientam como proteger a saúde durante as festas no Inverno

O inverno chegou a Alagoas trazendo muita chuva e diminuindo as temperaturas, em alguns lugares causando sensação térmica bem abaixo do indicado nos termômetros. Desse modo, o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, destaca a importância de fortalecer a saúde com a adoção de dieta balanceada, uso de medicações somente quando orientadas pelo médico, momentos seguros de lazer e prática de atividade física.  O clima nas cidades de Água Branca e Mar Vermelho, por exemplo, é um convite para o vinho e passeios pelas ruas históricas e paisagens espetaculares. Entretanto, o pneumologista Luiz Cláudio Bastos atenta para a importância de manter o corpo agasalhado; beber bastante água (mineral ou potável filtrada) e líquidos quentes; evitar o banho de praia, rios e lagoas; proteger os pés da lama empoçada; e fugir de locais fechados e com grande aglomeração de pessoas. “As festas juninas são ótimas, divertidas, mas também podem ser disseminadoras de vírus quando não nos protegemos. Por isso, é importante ter cuidado redobrado com as mãos. Elas devem ser bem higienizadas para não conter os agentes que podem causar a gripe, os resfriados, a pneumonia e demais doenças respiratórias. Crianças e idosos, que são mais suscetíveis às doenças, merecem uma atenção especial. As vacinas têm um papel fundamental no fortalecimento da imunidade e, por isso, devem ser mantidas em dia”, orientou o médico. Sobre o vinho, o cardiologista Adelson Miranda, ressalta que, quando consumimos moderadamente, pode prevenir doenças cardiovasculares. No entanto, quando em exagero, eleva-se os níveis tensionais, aumentando a pressão arterial, o que pode contribuir com o desenvolvimento de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). Desse modo, o especialista recomenda que todos mantenham o check-up atualizado e que procurem um nutricionista para a adoção de dieta balanceada. “É importante buscar a consulta com o seu especialista no tempo indicado e que os exames sejam feitos também com regularidade. Dessa forma, sabendo como estão as taxas e demais indicadores, pode-se compreender os limites e intervir para diminuir o risco de doenças, seja por meio de medicação ou pela adoção de novos hábitos. As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte não só no Brasil, mas em todo o mundo”, alerta o cardiologista. Além disso, o vinho – como a cerveja, o espumante e os drinks, os preferidos durantes os festejos – são bebidas alcoólicas e não podem ser combinadas com a direção de qualquer veículo, inclusive a bicicleta. E se o trajeto for a pé, o cirurgião-geral especialista em trauma, Álvaro Bulhões, aconselha que o percurso seja feito na companhia de alguém que possa estar mais atento à movimentação no trânsito. “É importante não ignorar o uso dos equipamentos de proteção e respeitar todas as normas do trânsito, mesmo em locais que não existem blitzes. Para sofrer um acidente de trânsito, basta sair de casa. Por isso é importante ficar sempre atento à movimentação. E quando estiver caminhando pelas ruas, utilizar a calçada onde não há interdição pelo órgão responsável pelo trânsito local”, observou o cirurgião. O HGE é referência em Urgência e Emergência de Média e Alta Complexidade. Também é indicado para os casos de queimaduras, AVC, Infarto Agudo do Miocárdio, Traumas, Cirurgia Vascular e Pediatria. O seu funcionamento é 24 horas, todos os dias da semana, no momento que o alagoano precisar dos seus serviços, que incluem cateterismo, angioplastia, trombólise, exames de imagem e laboratoriais, entre muitos outros. Com informações da Agência Alagoas Por: redação ANH/AL

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Infraestrutura de Maceió retira mais de mil toneladas de resíduos de galerias nos primeiros 4 meses

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) retirou, entre janeiro e abril de 2023, mais de mil toneladas de resíduos de dentro das galerias de águas pluviais, provocados pelo descarte irregular. A prática é um dos principais fatores de alagamentos das cidades porque entope o sistema de drenagem, impedindo o fluxo natural da água da chuva. De acordo com o órgão municipal, somente no mês de abril, foram retiradas 212 toneladas de lixo das galerias instaladas em 23 bairros. As equipes de drenagem realizaram serviços no quarto mês do ano em mais de 70 ruas da capital. “No mês que iniciou a quadra chuvosa, os serviços se concentraram nos bairros onde mais se registraram alagamentos, como forma de contenção de danos. Para se ter uma ideia, na última semana quando ocorreram fortes chuvas na capital, estivemos em quase 40 vias de mais de 20 bairros. Mas a Seminfra vem realizando ações preventivas ao longo de todo o ano, incluindo nas estações de tempo seco e os serviços ocorrem de manhã até o final da tarde, além dos finais de semana”, explica o coordenador de drenagem, Gabriel Rodas. Além da desobstrução de galerias, a Seminfra também atua em outros serviços de manutenção, como recuperação de galerias, bocas de lobos, poços de visitas, reposição de grelhas, implantação de tubulações em locais onde não existiam, substituição de tubos, dentre outros. Com isso, a Seminfra já efetuou reparos em mais de 6 mil metros de galerias desde janeiro a abril de 2023, o que corresponde a mais de 6km. “A gente sabe dos problemas, que não existem só em Maceió, mas que são semelhantes em diversos locais brasileiros, e buscamos atender cada demanda da nossa cidade que chega ao órgão. Definimos prioridades, nos baseamos em urgências, mas também organizamos um cronograma de execução, visitando os bairros, conhecendo de perto cada situação que chega até as nossas equipes. A gente pede também que a população contribua, não jogando lixo de forma irregular e nos acionando por meio do 156, que é nosso número de atendimento ”, afirma Gabriel Rodas.

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