Cidadania Alagoas

SAÚDE

Hemoal leva equipe itinerante à Coruripe para coletar sangue nesta quinta-feira

UTILIDADE PÚBLICA Hemoal leva equipe itinerante à Coruripe para coletar sangue nesta quinta-feira A ação itinerante vai ocorrer das 9h às 16h, na Unidade de Coleta e Transfusão, no barro Tércio Wanderley O Hemocentro de Alagoas (Hemoal) promove coleta externa de sangue nesta quinta-feira (3), em Coruripe. A ação itinerante vai ocorrer das 9h às 16h, na Unidade de Coleta e Transfusão, situada no bairro Tércio Wanderley. Por meio da coleta externa, o Hemoal facilita o acesso dos voluntários que residem no Litoral Sul do estado. Simultaneamente, o hemocentro atua para manter estabilizado o estoque sanguíneo, visando garantir o fornecimento de hemocomponentes a maternidades e hospitais estaduais. Para doar sangue é necessário estar bem de saúde e ter idade entre 16 e 69 anos, conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. É obrigatório, também, portar um documento de identificação oficial e original com foto e pesar, no mínimo, 50 quilos. Pessoas diagnosticadas com doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 11 anos estão proibidas permanentemente de doar sangue. No caso das mulheres, o procedimento é proibido apenas se estiverem grávidas ou amamentando. O voluntário deve estar alimentado, evitando alimentos gordurosos. É proibido ingerir bebidas alcoólicas antes do procedimento e é preciso dormir pelo menos 6 horas na noite anterior. Pessoas que colocaram piercing, fizeram tatuagem, maquiagem definitiva e micropigmentação podem doar sangue após quatro meses.

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Campanha Setembro Amarelo intensifica ações de prevenção ao suicídio em Maceió

Durante todo este mês, a Rede de Atenção Psicossocial da Secretaria Municipal de Saúde ampliará as discussões sobre o tema com usuários, comunidade escolar e população em geral Marília Ferreira/Ascom SMS Este ano, a campanha do Setembro Amarelo traz o tema “Escutar é estar presente”, destacando a importância da escuta acolhedora, atenta e sem julgamentos como gesto de cuidado. Buscando intensificar os debates em torno da conscientização e prevenção do suicídio, a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió (SMS), por meio da Coordenação Técnica de Atenção Psicossocial, promove, durante todo este mês, a campanha Setembro Amarelo. Este ano, a programação toma como eixo orientador a campanha Setembro Amarelo 2026 do Centro de Valorização da Vida (CVV), cujo tema é “Escutar é estar presente”, destacando a importância da escuta acolhedora, atenta e sem julgamentos como gesto de cuidado, apoio e aproximação, e mobilizando toda a Rede de Atenção Psicossocial (Raps), Unidades de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e escolas em torno do tema, reconhecendo seu papel na rede de apoio emocional.  Em alusão à campanha, o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) Dr. Luiz da Rocha Cerqueira, situado no Conjunto José Tenório, realizará, no período de 14 a 18 de setembro, uma programação integrada de ações internas e extramuros, envolvendo crianças e adolescentes acompanhados pelo serviço, familiares, comunidade escolar, usuários da Atenção Primária e população em geral. Entre as ações que serão realizadas estão oficinas terapêuticas, panfletagem nas ruas e palestras em escolas para estudantes. “O objetivo dessas atividades é promover educação em saúde, prevenção, acolhimento e valorização da vida, fortalecendo a escuta qualificada, o autocuidado, os fatores de proteção e o conhecimento sobre a rede de apoio e os caminhos para busca de ajuda, com linguagem adequada à infância e à adolescência”, destacou o coordenador do Capsi, Marcello Araújo. Já no Caps AD III Novo Jardim, localizado na Cidade Universitária, o cronograma de ações propõe uma abordagem ampliada da prevenção, organizando as atividades do mês em quatro eixos temáticos: Cuidar de Quem Cuida; Cuidar no Território; Cuidar de Si e do Outro; e Cuidar em Rede. As ações serão realizadas de 1º a 30 de setembro, na própria unidade, com palestras, dinâmicas, oficinas de pinturas e panfletagem nas proximidades do Caps. Setembro Amarelo, mês de conscientização e prevenção do suicídio. Foto: Divulgação/SMS “Compreende-se o suicídio como um grave problema de saúde pública, cuja ocorrência est[a relacionada a múltiplos fatores e determinantes. Dessa forma, pensar em estratégias de prevenção ao suicídio requer ampliar o olhar para além da pessoa que se encontra em sofrimento psíquico, considerando também o contexto social, familiar e comunitário que a envolve”, afirmou a coordenadora do Caps AD III Novo Jardim, Valéria Dias. Os demais Caps do município e todas as unidades de saúde também estarão mobilizadas na campanha Setembro Amarelo, com o intuito de levar informação e acolhimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de palestras, rodas de conversa, oficinas e dinâmicas, que terão como foco a prevenção do suicídio, valorização da vida e reflexão sobre seus aspectos individuais, familiares e sociais. Sobre a campanha Setembro Amarelo é um movimento, uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Idealizada ainda no final de 2014 por diversas entidades, entre elas o CVV (Centro de Valorização da Vida), teve sua primeira edição em 2015. A cor “amarela” é usada mundialmente como referência direta ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro). Em 2026, o Centro de Valorização da Vida (CVV) apresenta a campanha do Setembro Amarelo com o tema “Escutar é estar presente”. O foco é lembrar que oferecer uma escuta acolhedora pode representar o primeiro passo para que alguém em sofrimento emocional encontre apoio e não enfrente esse momento sozinho.

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Canetas emagrecedoras: uso sem supervisão pode causar perda muscular

O uso de medicamentos popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras tem se mostrado eficaz no combate à obesidade, mas também é associado a casos de deficiência de vitaminas e perda de massa muscular, sobretudo quando não há mudança de hábitos relacionados à alimentação e atividade física. Em entrevista à Agência Brasil, o endocrinologista membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e coordenador do Departamento de Farmacoterapia da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Marcio Mancini, explica que esse tipo de medicamento – da classe dos agonistas do receptor GLP 1 – pode causar deficiência de micronutrientes e perda excessiva de massa muscular se não houver um acompanhamento adequado. Segundo ele, o forte efeito de redução do apetite e de atraso do esvaziamento do estômago fazem com que os pacientes, muitas vezes, reduzam drasticamente a ingestão de alimentos, o que pode levar a um consumo insuficiente de proteínas e vitaminas. “Quando o tratamento é iniciado, é preciso dar prioridade à densidade nutricional. O foco principal não deve ser apenas reduzir o tamanho das porções, mas garantir que as pequenas refeições sejam ricas em nutrientes.” O médico sugere metas de proteína de aproximadamente 1,2 grama/quilo/dia para indivíduos jovens e saudáveis, e de 1,5 grama/quilo/dia para idosos ou pessoas em risco de sarcopenia (perda de massa muscular. De acordo com o especialista, também é essencial fazer o acompanhamento da quantidade de massa magra, o que pode ser feito por meio de exames como a bioimpedância, em consultório, e  densitometria de corpo inteiro, no em laboratório. Outra estratégia é testar a função muscular por meio de testes de força de preensão manual (hand grip) para evitar que a perda de músculo ultrapasse 25% de todo o peso perdido. Mancini destaca que as queixas mais comuns associadas ao uso de canetas emagrecedoras sem supervisão adequada incluem queda e afinamento de cabelo e sintomas gastrointestinais persistentes, como náusea, constipação, flatulência e sensação de estufamento mais intensos que o normal. Para evitar tais situações, o endocrinologista lista algumas estratégias comportamentais e dietéticas: fazer consumo fracionado das refeições (pequenas, frequentes e densas em nutrientes ao longo do dia); consumir alimentos ricos em proteína logo no início da refeição, momento em que a sensação de saciedade precoce ainda é menos pronunciada; evitar alimentos muito gordurosos, que costumam provocar náuseas; aumentar o consumo de fibras e líquidos para combater diretamente os efeitos colaterais gastrointestinais. Já os sinais de alerta a serem monitorados por quem utiliza esse tipo de medicação, no intuito de evitar a desnutrição incluem: diminuição da força física ou da mobilidade no dia a dia, que pode indicar desenvolvimento de sarcopenia (especialmente perigosa em idosos); alterações de exames de laboratório, como redução do nível de vitamina D, potássio, magnésio, ferro e vitamina B12; restrição alimentar excessiva com perda completa do prazer diante da comida, que pode indicar que a dose do remédio está excessiva para aquele paciente. “Por isso, é importante o trabalho de uma equipe multidisciplinar, com orientação do endocrinologista, do nutricionista e do educador físico no tratamento”, concluiu. Para a mentora de mulheres Amanda Vila Nova, os efeitos do tratamento com canetas emagrecedoras foram positivos, já que o processo foi acompanhado por especialistas. O resultado, segundo ela, foi emagrecimento eficaz e qualidade de vida. “Não tive queda de cabelo nem unha enfraquecida pelo fato de ser acompanhada e fazer a reposição de vitaminas de forma correta”. *Colaborou Jailma Barbosa, da TV Brasil

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Vape entre adolescentes: o alerta que precisa ser repetido antes que o hábito vire dependência

Com aparência moderna, sabores atrativos e a falsa impressão de ser menos prejudicial, o cigarro eletrônico amplia dependência em nicotina O alerta não é novo, mas ainda precisa continuar sendo repetido: vape faz mal e não é inofensivo. O assunto precisa permanecer na pauta de famílias, escolas, profissionais de saúde e sociedade porque o cigarro eletrônico continua despertando a curiosidade de adolescentes e pode transformar uma experiência aparentemente recreativa em dependência de nicotina. Dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram a dimensão do problema: 1 em cada 5 adolescentes brasileiros já experimentou algum tipo de dispositivo eletrônico para fumar. A agência alerta que essa experimentação pode levar à dependência de nicotina e ao uso de outros produtos de tabaco. Para a pneumologista pediátrica Rita Silva, o principal desafio é fazer com que pais e adolescentes compreendam que o vape não deve ser encarado como uma simples brincadeira ou uma alternativa “mais leve” ao cigarro. “É preciso bater na mesma tecla sempre. Quanto mais informação de qualidade chegar às famílias, maiores são as chances de prevenção. O adolescente muitas vezes não enxerga o vape como cigarro e, por isso, pode não perceber que está se expondo à nicotina e a outras substâncias que podem causar danos ao organismo”, afirmou. “O uso contínuo de cigarros eletrônicos provoca graves e irreversíveis danos ao tecido pulmonar, simulando o envelhecimento precoce das vias aéreas. São substâncias químicas ocultas que geram inflamações crônicas severas, frequentemente confundidas com infecções graves ou quadros de pneumonia química aguda. Substituir o cigarro tradicional pelo vape é trocar uma ilusão de segurança por uma bomba-relógio respiratória que compromete drasticamente a oxigenação do organismo”, acrescentou. Gratta Comunicação

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Espaços Teu promovem roda de conversa para pais de crianças em terapia

Ação reuniu famílias para um momento de escuta, acolhimento e troca de experiências sobre a paternidade atípica Enquanto os filhos participavam das terapias, os pais encontraram um espaço para cuidar de si. Em celebração ao Dia dos Pais, os Espaços Teu da Unimed Maceió promoveram rodas de conversa simultâneas nas três unidades, reunindo clientes da cooperativa para um momento de acolhimento, reflexão e partilha sobre os desafios e as alegrias da paternidade. Conduzidos por psicólogas, os encontros abordaram temas que tocaram profundamente os participantes: as conquistas que mais enchem um pai de orgulho, as memórias que desejam construir com os filhos, os aprendizados que chegaram com a paternidade e as formas de demonstrar amor e acolhimento diariamente. Entre um relato e outro, ficou evidente que, para muitos deles, as maiores vitórias estão nas pequenas conquistas dos filhos e na certeza de estarem presentes em cada etapa dessa caminhada. “Aqui nos Espaços TEU da Unimed Maceió, nós acompanhamos de perto o impacto transformador do desenvolvimento das crianças para a figura paterna, o que reflete na qualidade de vida da família. Vemos pais que vibram a cada pequeno passo, a cada barreira de comunicação vencida e a cada nova habilidade adquirida, celebrando-as como as maiores vitórias do mundo”, afirmou a gerente de serviços diagnósticos, Claudinne Fernandes. A roda de conversa também abriu espaço para discutir a paternidade atípica e os desafios enfrentados por quem acompanha de perto o desenvolvimento dos filhos em uma sociedade que, muitas vezes, ainda associa o cuidado exclusivamente às mães. Além dos pais, algumas mães solo participaram do encontro, enriquecendo as trocas de experiências e mostrando que o acolhimento acontece em diferentes configurações familiares. Entre os participantes estava Joilsom Saraiva, pai de Boris Saraiva Moura, de 5 anos. Para ele, momentos como esse fortalecem não apenas os vínculos entre pais e filhos, mas também entre as famílias. “Foi um momento de muito acolhimento. Pudemos conversar sobre como é ser um pai atípico, compartilhar experiências e perceber que outras famílias vivem desafios parecidos. Isso nos fortalece. Gosto muito do acolhimento que encontramos nos Espaços Teu. Só tenho a agradecer por esse momento tão especial.” Ao promover espaços de escuta e apoio, os Espaços Teu fortalecem redes de acolhimento e mostram que cuidar também é criar oportunidades para que pais, mães e responsáveis compartilhem suas histórias, encontrem apoio mútuo e celebrem, juntos, cada pequena conquista que transforma a vida de seus filhos. Galeria de fotos   

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Marina JHC destaca papel do Hospital da Cidade na ampliação do acesso à saúde

Em publicação nas redes sociais, Marina reforçou a importância de um atendimento humanizado, ágil e de qualidade para quem mais precisa Marina JHC compartilhou, nesta quinta-feira (17), uma publicação destacando o trabalho desenvolvido no Hospital da Cidade e a importância de ampliar o acesso da população a serviços de saúde com qualidade, eficiência e acolhimento. Na publicação, Marina ressaltou que cada atendimento realizado representa uma oportunidade de transformar vidas, reforçando que o compromisso com a saúde passa por oferecer estrutura adequada, atendimento humanizado e agilidade para quem precisa de assistência. “Levar saúde de qualidade é entender que cada atendimento realizado com agilidade, eficiência e cuidado pode transformar uma vida”, escreveu. Marina também destacou que o Hospital da Cidade simboliza um modelo de cuidado centrado nas pessoas, aproximando os serviços de saúde da população e garantindo mais dignidade no atendimento. Ao visitar a unidade e acompanhar de perto a rotina de atendimentos, Marina reafirmou sua defesa por uma saúde pública cada vez mais acessível, humanizada e eficiente. Para ela, iniciativas como a desenvolvida no Hospital da Cidade mostram que investir em estrutura, acolhimento e qualidade no atendimento é um caminho capaz de transformar a vida das pessoas. Assessoria

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Ministério da Saúde atualiza regras para serviços de sangue e hemoterapia no Brasil

Saúde atualiza procedimentos hemoterápicos – Foto: Reprodução  Nota técnica orienta as Vigilâncias Sanitárias e os Serviços de Hemoterapia durante o processo de adequação regulatória Por Agência Gov O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS 11.685/2026, que altera a Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017, para redefinir o conjunto de regulamentos técnicos relacionados ao sangue e aos procedimentos hemoterápicos no âmbito do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN).Conforme estabelecido no art. 4º, a nova Portaria entrará em vigor 90 dias após a data de sua publicação oficial, em 30 de setembro de 2026.Marco regulatório do sangue no Brasil  A regulação do sangue no Brasil é estruturada a partir da atuação complementar do Ministério da Saúde e da Anvisa, em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). O Ministério da Saúde, como coordenador da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, estabelece as diretrizes e os procedimentos técnicos para a hemoterapia. À Anvisa e ao SNVS compete a definição e a verificação dos requisitos sanitários aplicáveis às Boas Práticas do Ciclo do Sangue, na perspectiva da segurança e qualidade do sangue e dos hemocomponentes disponibilizados aos pacientes, bem como proteção ao doador. As atividades do Ciclo do Sangue são regidas, principalmente, pelos seguintes instrumentos: Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017, Anexo IV – Do sangue, componentes e derivados, que estabelece o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos; Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 34/2014 ,que dispõe sobre as Boas Práticas no Ciclo do Sangue. Essas normas têm caráter complementar e devem ser consideradas de forma articulada para a definição do marco regulatório aplicável às atividades de produção, processamento, armazenamento, distribuição e uso de hemocomponentes no Brasil. Orientações para o período de transição Considerando a publicação da nova Portaria Ministerial, a vigência da RDC 34/2014 e a necessidade de harmonização entre os requisitos técnicos e sanitários, a Anvisa emitiu a Nota Técnica 42/2026/SEI/GSTCO/GGBIO/DIRE2/ANVISA . O documento é destinado às equipes das Vigilâncias Sanitárias locais e aos gestores dos Serviços de Hemoterapia. A Nota Técnica orienta a condução das atividades e do processo de fiscalização sanitária durante o período de transição regulatória relacionado à entrada em vigor da nova Portaria, prevista para 30 de setembro de 2026, e à atualização da RDC 34/2014 pela Anvisa. A iniciativa busca promover maior clareza e uniformidade na aplicação dos requisitos regulatórios, apoiando os Serviços de Hemoterapia e as equipes de vigilância sanitária na adoção das providências necessárias ao processo de adequação. Atualização da RDC 34/2014 A Anvisa também está conduzindo a atualização da RDC 34/2014. O processo encontra-se na fase final de Avaliação de Impacto Regulatório (AIR). Durante o processo de revisão, os pontos relacionados à atualização da Portaria de Consolidação GM/MS 5/2017 foram discutidos e alinhados entre Ministério da Saúde e Anvisa, com o objetivo de harmonizar os requisitos de Boas Práticas no Ciclo do Sangue às novas diretrizes técnicas estabelecidas pela Política Nacional de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde. A atualização coordenada dos instrumentos normativos busca consolidar um marco regulatório mais coeso, atualizado e alinhado às necessidades do setor, promovendo maior transparência e previsibilidade no processo de fiscalização sanitária, fortalecendo a proteção de doadores e receptores e contribuindo para a qualidade e a segurança dos produtos e serviços hemoterápicos. A atualização e convergência entre os critérios técnicos e sanitários deverá impactar positivamente na aplicação das Boas Práticas no Ciclo do Sangue, promovendo maior previsibilidade para os Serviços de Hemoterapia e maior uniformidade na atuação das autoridades sanitárias.

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Vacina Pneumo 20 amplia proteção contra pneumonia e meningite em crianças no SUS

Pneumologista pediátrica Rita Silva – Foto: Cortesia Pneumologista destaca que a imunização pode prevenir doenças graves, internações e sequelas A nova vacina Pneumo 20 já está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais pontos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando a proteção de crianças de até 5 anos e de outros grupos especiais contra doenças pneumocócicas. O imunizante protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, responsável por doenças graves como pneumonia, meningite, infecção generalizada e otite média. A incorporação da vacina ao calendário representa um importante avanço na prevenção de doenças que continuam entre as principais causas de hospitalização e mortalidade infantil em todo o mundo. Para a pneumologista pediátrica Rita Silva, a chegada da Pneumo 20 fortalece ainda mais a proteção oferecida às crianças nos primeiros anos de vida, período em que o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. “A vacinação é uma das medidas mais eficazes para prevenir doenças respiratórias graves. Com a Pneumo 20, conseguimos ampliar a proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria pneumocócica, reduzindo o risco de pneumonia, meningite e outras infecções que podem levar à internação, deixar sequelas e, em situações mais graves, causar óbito”, explica a especialista. Além da proteção contra a pneumonia, a vacina também reduz o risco de otite média, uma infecção frequente na infância que, quando recorrente ou não tratada adequadamente, pode comprometer a audição e evoluir para complicações mais graves. Segundo a médica, muitas famílias ainda associam a pneumonia apenas a uma infecção pulmonar simples, mas a doença pode evoluir rapidamente, principalmente em bebês, crianças pequenas e pacientes com doenças crônicas. “A pneumonia pode apresentar evolução rápida nas crianças, especialmente nos menores de cinco anos. Por isso, investir na prevenção por meio da vacinação é sempre o melhor caminho. É muito mais seguro prevenir do que um tratamento, que podeser longo e delicado”, ressalta. Rita Silva. Durante o período de transição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o esquema vacinal será composto por uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. Após o término dos estoques da Pneumo 10, o calendário passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Gratta Comunicação

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Superlotação na Maternidade Santa Mônica reacende debate sobre falta de leitos em Alagoas

Assessoria A situação de superlotação na Maternidade Santa Mônica voltou a ser alvo de críticas nesta semana. O vereador David do Emprego (União Brasil) esteve na unidade e denunciou as condições enfrentadas por pacientes e profissionais de saúde, apontando falta de leitos e dificuldades na regulação hospitalar em todo o estado. Além de denúncias graves sobre as condições internas. Imagens recebidas ao longo da semana mostram o que seriam vermes em uma refeição servida na unidade, além da presença de escorpiões nas dependências da maternidade. A gravidade dos relatos chama atenção por se tratar de uma unidade de referência no atendimento obstétrico e neonatal no estado. Somadas à superlotação, as denúncias reforçam um cenário crítico na saúde pública. Segundo o parlamentar, a unidade amanheceu mais um dia operando acima da capacidade. Ele relatou a presença de pacientes com suspeita de doenças infecciosas sem a devida estrutura para isolamento, o que agrava o cenário. “Estive na maternidade Santa Mônica, que vive superlotada. Amanhecemos mais um dia nesta situação. Até quando aguentaremos? Temos pacientes hoje com suspeita de tuberculose e covid sem local para isolamento”, afirmou. O vereador destacou que o problema não se restringe à maternidade e reflete uma deficiência estrutural em toda a rede hospitalar estadual. De acordo com ele, a escassez de leitos impacta diretamente o fluxo de atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), gerando atrasos na transferência de pacientes. “Sabe a demora na regulação? Na transferência de pacientes das UPAs ocorre justamente pela falta de leito nos hospitais. Se essa realidade não mudar, infelizmente vai continuar”, declarou. David do Emprego também criticou a gestão da saúde pública em Alagoas, afirmando que há carência de insumos básicos. “Além da falta de leitos, faltam insumos para cirurgias, faltam medicamentos, e tudo isso não é por falta de dinheiro, vocês sabem”, disse o vereador. O parlamentar ainda chamou atenção para o impacto direto da situação sobre o funcionamento das UPAs. Segundo ele, quando pacientes não conseguem ser transferidos para hospitais de referência, as unidades municipais ficam sobrecarregadas, comprometendo o atendimento. “Quando um paciente de uma UPA municipal não é transferido, a unidade fica superlotada e o caos se instaura. Nesse caso, ainda envolvem mães e seus bebês”, ressaltou. No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), a organização dos atendimentos de maior complexidade é de responsabilidade principal dos governos estaduais, que gerenciam a oferta de leitos, hospitais de referência e a regulação de vagas. Já os municípios atuam sobretudo na atenção básica e média complexidade, como nas UPAs, sendo responsáveis pelo primeiro atendimento e encaminhamento dos pacientes. A União, por sua vez, define diretrizes, políticas nacionais e participa do financiamento do sistema. Matéria aberta para possível nota da Secretaria de Saúde.

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

Estudo do Butantan mostra proteção de 80% contra casos graves Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.  O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país. Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%. A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose. “Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante. Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças. Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos. “Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, explicou a diretora médica do Butantan. Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem. “O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina”, explicou. O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo. O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo. “Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização”, complementa. Segurança Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. – Walterson Rosa/MS O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.” Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação. “Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, destaca o diretor da SBIM. A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença. Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/03/2026 – 12:27 Rio de Janeiro

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