Cidadania Alagoas

Mega-Sena pode pagar R$ 51 milhões neste sábado

Arquivo O concurso 2.602 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 51 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre por volta das 20h deste sábado (17), em São Paulo. No concurso da última quarta-feira (14), ninguém acertou as seis dezenas. A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 (após reajuste no dia 30 de abril) e pode ser realizada também pela internet, até as 19h A Mega soma dois sorteios esta semana: quarta (14) e sábado (17). Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Com informações do g1 Por: redação ANH/AL

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Em Maceió obra de contenção do mar chega a novos pontos e terá mais de 2 km de extensão

Ascom: Seminfra Após mais de 20 anos, quem transita pelo calçadão da orla de Maceió já sente a diferença nos pontos que sofriam com a erosão, causada pelo avanço do mar. Isso porque as obras de contenção marítima avançam cada vez mais, chegando, simultaneamente, a diversos pontos do trecho litorâneo da capital. Ao todo, 2,4 quilômetros receberão blocos de concreto pré-moldados e anéis hexagonais, que funcionam como dissipadores de energia da maré e também protegerão a ciclovia, passeio e as vias. Esta é uma tecnologia holandesa, com vida útil de 200 anos. A obra acontece, atualmente, em quatro trechos: em dois pontos na orla da Jatiúca, Jacarecica e praia do Sobral. Posteriormente, serão iniciados, também, os serviços de contenção marítima no trecho de 1,2 km da orla do Pontal da Barra. Os serviços estão avançados no calçadão da praia da Jatiúca e quem caminha no local já percebe a diferença. José Messias é morador de Maceió há mais de 70 anos. Ele conta ter ficado impressionado com os atributos da obra. “A gente consegue ver que aqui tem um trabalho diferenciado, com boa estrutura e muito bem feito. Agora não vamos mais ver as calçadas quebradas por conta do avanço do mar todos os anos, agora sim vai conter”, contou. A qualidade impressiona também quem está em Maceió apenas a passeio. Eliane Araújo e Filito Araújo Neto são moradores de Santa Catarina e olhavam curiosos para os blocos de contenção marítima, quando afirmaram que a obra leva mais segurança a quem transita pelo calçamento. “Uma obra como essa é super importante! Olhando aqui a gente vê que é uma tecnologia diferente, de boa qualidade e super prática. Com certeza traz mais segurança para quem anda aqui pela calçada da orla de Maceió”, disseram Lívio Lima, secretário municipal de Infraestrutura, também destaca a importância da obra para a população. “É uma obra fundamental para garantir a segurança e o bem-estar de todos os moradores e visitantes, além de preservar essa área turística, e com a garantia de um futuro seguro e sustentável, com um tecnologia que pode durar até 200 anos”, concluiu. Com informações da Secom Maceió Por: redação ANH/AL

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MULHER VOLTA À VIDA, APÓS HORAS DENTRO DE UM CAIXÃO

Equador: Bela Montoya “revive” após ser declarada morta por médicos. Imagem: Familiares. O caso inusitado aconteceu no Equador, no início desta semana. Uma mulher, identificada como Bela Montoya, de 76 anos, aparece respirando com dificuldade, após passar por um confinamento prolongado dentro de um caixão. A idosa acordou dentro da urna, após 5 horas de velório, pois no país, ainda é comum velar um corpo por 24 horas, antes do enterro.  Mas, o caso de Bela Montoya chama a atenção, pois ela não foi mais uma que “voltou à vida” apenas por alguns minutos e depois foi declarada morta novamente. Ela deu entrada em um hospital público e permanece internada até o presente momento. O filho da quase morta, Gilber Montoya, disse que disse que sua mãe começou a bater com a mão esquerda: “Ninguém imaginava que isso pudesse ocorrer. Ninguém sabia. Logo uma pessoa percebeu que ela estava sufocando e que ela precisava de ar, oxigênio”. Bela Montoya foi declarada morta na última sexta-feira, 09 de junho, e a causa morte, foi um acidente vascular cerebral (AVC), que provocou uma parada cardiorrespiratória. O filho da idosa não escondeu o desespero no momento de socorrê-la no momento que viu a mão viva dentro do caixão.“Liguei para uma ambulância e falei para o médico quando ele chegou: Doutor me ajuda! Disseram que ela estava morta”. O médico garantiu o contrário, afirmando com convicção, que sua mãe estava viva. Por: Gabriel Maia, ANH/Redação.

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Inscrições para o Enem 2023 terminam nesta sexta-feira

Marcello Camargo/Agência Brasil As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terminam nesta sexta-feira (16). Interessados em participar do certame, a ser aplicado nos dias 5 e 12 de novembro, podem fazer o cadastro na Página do Participante. A taxa de inscrição é R$ 85 e deve ser paga até 21 de junho.  O edital com o cronograma e com as regras para o Enem 2023 foi publicado no início do mês. Além de apresentar as datas e os horários do exame, o texto detalha os documentos necessários e as obrigações do participante, incluindo situações em que o candidato pode ser eliminado.    Critérios A publicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) traz também critérios para correção das provas e procedimentos para pessoas que precisam de cuidados especiais durante o concurso.   Os gabaritos das provas objetivas serão publicados no dia 24 de novembro no portal do Inep. Já os resultados individuais serão divulgados no dia 16 de janeiro de 2024 no mesmo site.  Com informações da Agência Brasil

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Petrobras reduz preço da gasolina em 4,66% para distribuidoras 

Rio de Janeiro – Edifício sede da Petrobras no Centro do Rio. (Fernando Frazão/Agência Brasil) A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (15) a redução de R$ 0,13 no litro da gasolina vendida a distribuidoras de combustíveis. Com a queda do preço, de 4,66%, o litro passará a custar R$ 2,66 a partir desta sexta-feira (16).  Como a gasolina vendida nas bombas tem adição de 27% de etanol anidro, a parcela do preço da Petrobras no preço do combustível vendido nos postos de gasolina será de R$ 1,94 por litro.  Segundo a Petrobras, caso os demais agentes da cadeia do combustível (distribuidoras e postos) mantenham os valores de suas parcelas, o preço médio ao consumidor final poderá atingir R$ 5,33 por litro, com base na última pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).  “Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”, diz a empresa em nota.  De acordo com o comunicado, “a redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional”.  Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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MEC inicia consulta pública virtual sobre reforma do ensino médio

Tomaz Silva/Agência Brasil O Ministério da Educação (MEC) iniciou nesta quinta-feira (15) a consulta pública on line sobre a reestruturação do ensino médio. O objetivo é ouvir as contribuições do maior número possível de professores, estudantes e gestores das escolas para a melhoria desta etapa do ensino. A consulta vai até o dia 6 de julho. Como participar A consulta será feita pelo Pesquizap, um chatbot de WhatsApp que irá coletar e mensurar os resultados da pesquisa.  Os participantes poderão responder às questões da consulta por meio do celular (bit.ly/consultapublicaonlinemec), computador (bit.ly/consultapublicaonlinemec-web), um código QR ou um link disponibilizado pelas escolas. Basta entrar em contato no número (11) 97715-4092 para responder pelo celular.  “Por intermédio dessa iniciativa, o MEC espera obter insights valiosos que contribuam para a construção de uma política educacional mais adequada às necessidades e expectativas da comunidade escolar”, diz nota do ministério. A divulgação da consulta terá o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por meio dos 27 secretários estaduais de educação, a partir da entrega de materiais de apoio para incentivar a participação ativa da engajamento das escolas. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Vigilância Sanitária interdita motel no Centro de Maceió

A Vigilância Sanitária de Maceió (Visa) interditou, nessa quarta-feira (14), no Centro, um motel que apresentava insalubridade generalizada, péssimas condições de higiene, presença de baratas, uso de saneantes clandestinos e equipamentos danificados. Na ocasião, também foram detectadas outras irregularidades sanitárias, com destaque para a presença de colchões, travesseiros e roupas de cama sem condições de uso; presença de mofo e infiltrações nas paredes e teto; e lavanderia improvisada, em desacordo com a legislação vigente. “Ao chegarmos no local, nos deparamos com um ambiente insalubre e totalmente fora dos padrões sanitários. Nosso dever é assegurar a saúde da população, e um local nesse estado pode causar riscos à saúde de quem frequenta o estabelecimento. Por isso tivemos que interditá-lo, pois não havia condições de permanecer funcionando”, afirma o coordenador da Vigilância Sanitária, Airton Santos. Com a interdição, o proprietário foi autuado e responderá a processo administrativo, que poderá culminar na penalidade de multa no valor de R$ 180 a R$ 19 mil. O estabelecimento tem até 90 dias para se adequar às normas sanitárias e voltar ao seu funcionamento normal.  Denúncia – Os canais de denúncia da Vigilância Sanitária são pelo WhatsApp (82) 8752-2000, por meio de mensagem de texto, foto e/ou vídeo. As denúncias também podem ser realizadas pelo 3312-5495, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Todas as denúncias são anônimas, garantindo o sigilo do denunciante. Para registrar alguma irregularidade sanitária, é imprescindível informar o motivo da reclamação; nome, endereço completo e ponto de referência do estabelecimento denunciado. Com informações da Ascom SMS Por: redação ANH/AL

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SUS passa a oferecer tratamento do tabagismo e dependência da nicotina

Divulgação O Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) no Sistema Único de Saúde (SUS), que passa a oferecer tratamento para o tabagismo e dependência da nicotina. A medida foi publicada nesta terça-feira (13) no Diário Oficial e tem como objetivo reduzir a prevalência de usuários no país. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) aponta que o Brasil, em 2019, ainda mantinha 12,8% da população usuária de derivados do tabaco, além de 9,2% de fumantes passivos. De acordo com Organização Mundia de Saúde (OMS), a cada dia, no país, 443 pessoas morrem por causa do tabagismo. Segundo a publicação, o novo PNCT tem a missão de “articular a rede de tratamento do tabagismo no SUS, o Programa Saber Saúde, as campanhas e outras ações educativas e a promoção de ambientes livres da fumaça do tabaco”. Caberá às secretarias Estaduais e Municipais de Saúde implementar o programa em suas áreas de atuação e a coordenação nacional será do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Além da gestão, o novo PNCT deverá atuar em três outros eixos: o cuidado integral, que inclui prevenção e promoção da saúde; educação; e vigilância. Tratamento, prevenção da iniciação ao tabagismo e proteção da exposição à fumaça, para evitar o consumo passivo, são ações ligadas ao cuidado integral. No eixo educação o novo programa prevê qualificação de profissionais de saúde, gestores do PNCT, profissionais de vigilância sanitária, além do fomento de ações educativas voltadas à população. Já o eixo vigilância em saúde é voltado para ações de monitoramento de consumo do tabaco e seus derivados, assim como de outros produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, e até de produtos ilegais. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Inscrições para o Enem 2023 terminam na próxima sexta-feira

Marcelo Camargo/Agência Brasil As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terminam na próxima sexta-feira (16). Interessados em participar do certame, que será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro, podem fazer o cadastro na Página do Participante. O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e deve ser pago até 21 de junho. O edital com o cronograma e as regras para o Enem 2023 foi publicado no início do mês. Além de apresentar as datas e os horários do exame, o texto detalha os documentos necessários e as obrigações do participante, incluindo situações em que o candidato pode ser eliminado. A publicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) traz também critérios para correção das provas e procedimentos para pessoas que precisam de cuidados especiais durante o concurso. Os gabaritos das provas objetivas serão publicados no dia 24 de novembro no portal do Inep. Já os resultados individuais serão divulgados no dia 16 de janeiro de 2024 no mesmo site. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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ANS fixa teto de 9,63% para reajuste de planos de saúde individuais

Marcelo Camargo/Agência Brasil A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixou nesta segunda-feira (12) o limite de 9,63% para o reajuste de planos de saúde individuais e familiares. A decisão vale para o período de maio de 2023 até abril de 2024. As operadoras não podem aplicar aumentos nas mensalidades acima do percentual estabelecido. O limite de 9,63% recebeu o aval do Ministério da Fazenda e foi aprovado por unanimidade em reunião de diretoria colegiada da ANS realizada na manhã desta segunda-feira. A decisão não se aplica aos planos coletivos, sejam empresariais ou por adesão. Ela incide apenas nas mensalidades dos contratos individuais e familiares firmados a partir de janeiro de 1999. São quase 8 milhões de beneficiários, o que corresponde a cerca de 16% do mercado de saúde suplementar. A atualização dos valores só pode ser realizada a partir da data de aniversário de cada contrato. Caso o mês de aniversário do contrato seja maio, é possível a cobrança retroativa do reajuste. De acordo com a ANS, a atual fórmula para cálculo do reajuste anual vem sendo aplicada desde 2019, e é influenciado principalmente pela variação das despesas assistenciais do ano anterior. Em 2022, essa variação foi de 12,69% na comparação com 2021. Também é levado em conta o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do país. Com base nessa mesma fórmula, no ano passado foi autorizado um reajuste de até 15,5%. Foi o maior percentual já aprovado pela ANS, criada para regular o setor em 2000. O aumento histórico ocorreu um ano após a aprovação inédita de um reajuste negativo. Em 2021, as operadoras foram obrigadas a reduzir as mensalidades em pelo menos 8,19%, porque ficou constatada uma queda generalizada na demanda por serviços de saúde em meio ao isolamento social decorrente da pandemia da covid-19. Reajuste Durante a reunião que aprovou o limite de 9,63%, o diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, destacou que cada plano pode ter um reajuste específico, desde que seja igual ou inferior ao percentual máximo estabelecido. Em abril, quando a agência divulgou os dados econômicos financeiros do setor, ele já havia dito à Agência Brasil que os resultados apontavam diferenças no desempenho conforme o tamanho da operadora. As de grande porte tiveram os maiores resultados negativos. “Os percentuais de reajustes dependerão da situação de cada operadora”, disse na ocasião. Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa as maiores operadoras de planos de saúde do país, avaliou que a inflação da saúde, a insegurança e instabilidade regulatória, a crescente judicialização e o aumento expressivo da ocorrência de fraudes estão entre os principais fatores que impactam as variações dos preços dos planos de saúde. “O reajuste anual é fundamental para recompor os custos e, consequentemente, manter o equilíbrio financeiro do setor, que fechou o ano de 2022 com R$ 10,7 bilhões de prejuízo operacional”, disse a entidade. De acordo com a Fenasaúde, a atual fórmula gera índices descolados do avanço real dos custos ao não levar em conta parâmetros como a sinistralidade das carteiras, a diferença entre modalidades de negócios, a regionalização de produtos e a velocidade da atualização da lista de procedimentos e medicamentos de coberturas obrigatórias. A entidade também lamentou a aprovação da Lei 14.454/2022, em meio o debate sobre o caráter do rol da ANS que fixa a cobertura obrigatória. A legislação ofereceu uma resposta para a indefinição que vigorava até então e que fazia com que muitos casos fossem parar na Justiça, gerando sentenças contraditórias. Embora a Fenasaúde defendesse o viés taxativo, de forma que não fossem admitidas exceções à lista, prevaleceu um entendimento diverso. A lei estabeleceu dois critérios principais para a cobertura de procedimentos ou tratamentos de saúde não incluídos no rol: ter sua eficácia comprovada em bases científicas e ter aval da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) ou de órgão de avaliação de tecnologias em saúde que tenha renome internacional. Para a Fenasaúde, a mudança impacta na sustentabilidade do setor. A entidade alega que foram criadas “condicionantes frágeis e muito subjetivas para obrigar planos a cobrir itens fora da lista”. Inflação O percentual fixado pela ANS é bem superior ao do IPCA, que acumulou 4,18% entre maio de 2022 e abril de 2023. A organização não governamental Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou nota onde considera que o reajuste autorizado “extrapola o limite do razoável”. De acordo com a entidade, dados oficiais apontam que não houve prejuízo em 2022, pois o resultado negativo operacional foi compensado pela rentabilidade das aplicações financeiras das empresas, impulsionada pelas altas taxas de juros. “O índice de 9,63% é quase 67% maior do que o valor da inflação acumulada em 2022 e mais uma vez empurra para o consumidor problemas de gestão das operadoras do setor”, disse o Idec. Em 2022, o IPCA fechou em 5,79%. O Idec acrescenta que os rendimentos dos consumidores não crescem no mesmo ritmo e lamenta que mais de 82% do mercado de saúde suplementar sejam compostos por planos coletivos, que não são regulados pela ANS e podem praticar aumentos sem qualquer limitação. Em sete dos últimos dez anos, os planos coletivos aplicaram em média um reajuste superior ao máximo permitido para os planos individuais e familiares. Em nota, a agência defende que a comparação com o IPCA não é adequada. “Os índices de inflação medem a variação de preços de produtos e serviços. Já os índices de reajuste de planos de saúde são ‘índices de custos’, pois medem a variação combinada não somente de preços, mas também de quantidades consumidas. Dessa forma, o percentual calculado pela ANS considera aspectos como as mudanças nos preços dos produtos e serviços em saúde, bem como as mudanças na frequência de utilização dos serviços de saúde”. Apesar da posição da ANS, a nota divulgada pela Fenasaúde traz uma comparação dos índices. Segundo a entidade, considerando os últimos três anos, a média dos reajustes autorizados pela ANS é de 5,64%, abaixo da média do IPCA de 6,79%. O período escolhido pela Fenasaúde, no

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