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SAÚDE

Vigilância Sanitária flagra descarte ilegal de lixo hospitalar no Tabuleiro

Material incluía seringas, agulhas, ampolas e até medicamentos vencidos Descarte irregular de lixo hospitalar no Tabuleiro. Cortesia A Vigilância Sanitária de Maceió (Visa) apreendeu, nesta terça-feira (27), uma grande quantidade de resíduos hospitalares descartados de forma irregular no bairro Tabuleiro do Martins, na parte alta da capital. O material incluía seringas, agulhas, ampolas e até medicamentos vencidos — itens que oferecem alto risco sanitário à população e ao meio ambiente. A operação contou com apoio da Delegacia de Crimes Ambientais e revelou o descumprimento de normas rigorosas que regulam o descarte de resíduos de saúde no Brasil. “Esse tipo de material deve ser coletado por empresas especializadas, contratadas por hospitais, clínicas e laboratórios, justamente para evitar a contaminação do solo e da água”, alertou Airton Santos, chefe especial da Vigilância Sanitária. Descarte irregular de lixo hospitalar no Tabuleiro. Cortesia A empresa responsável pelo descarte irregular será responsabilizada por crime ambiental e infração sanitária, conforme determina a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A norma estabelece as boas práticas para o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde e é de cumprimento obrigatório por todos os estabelecimentos da área. Todo o material recolhido será encaminhado para descarte adequado. Em casos de reincidência, a multa sanitária pode chegar a R$ 38 mil. *Com assessoria

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Glaucoma: SUS amplia exames; acesso desigual preocupa especialistas

Número de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.251.284 em 2024 Agência Brasil © Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil De 2019 a 2024, quase 10 milhões de exames específicos para o diagnóstico de glaucoma foram realizados via Sistema Único de Saúde (SUS). O número de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.251.284 em 2024, representando um crescimento de 63%. Apesar do aumento, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta que a expansão não ocorreu de forma homogênea. Dados apresentados pela entidade mostram que o Sudeste lidera, com um aumento de 116% na realização de exames, enquanto o Nordeste registra o menor crescimento: 24%. “Essa diferença no ritmo de crescimento entre as regiões reforça a necessidade de estratégias para garantir que todos os brasileiros, independentemente do lugar onde moram, tenham igualdade de acesso à detecção precoce do glaucoma”, avaliou o CBO em nota. O levantamento, realizado a partir da base de dados oficial do SUS, mostra que, em volume total de exames acumulados entre 2019 e 2024, três estados se destacam com os maiores números absolutos. São Paulo lidera com um total de 2.689.770 exames realizados. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com um volume considerável de 1.822.862 exames; e Pernambuco, com 1.155.862 exames de glaucoma realizados. Já os estados com os menores volumes totais no mesmo período incluem Amapá, com apenas 45 exames registrados de 2019 a 2024; Acre, com um total de 4.072; e Rondônia, com 12.595 exames registrados no banco de dados do SUS no mesmo período. “Mesmo considerando fatores como menor população, infraestrutura de saúde menos extensa ou particularidades regionais no acesso aos serviços, o apanhado também evidencia as diferenças na distribuição e no acesso aos serviços de diagnóstico de glaucoma dentro do território nacional”, destacou o CBO. Analisando as variações percentuais entre 2019 e 2024 e considerando evidências de subnotificação em estados do Norte, o melhor desempenho, segundo a entidade, foi observado no Rio de Janeiro, onde houve crescimento de 160%. São Paulo também se destacou, com um salto de 124%, seguido pelo Distrito Federal, com alta de 119% na comparação entre o início e o fim da série histórica. Em um confronto de produtividade por regiões, o Nordeste mostra o pior desempenho, com quatro dos seus nove estados apresentando regressão entre 2019 e 2024. Com exceção de Pernambuco (alta de 70%), a variação na produção ambulatorial nos demais estados no mesmo período foi inferior a 9%. O Sudeste, por sua vez, mais que dobrou a produção de exames específicos para glaucoma nos últimos anos, com crescimentos expressivos em todos os seus estados. “A dificuldade de acesso a consultas com especialistas, especialmente em regiões mais remotas ou com menor infraestrutura de saúde, também contribui para o diagnóstico tardio. Essa demora não apenas prejudica a qualidade de vida do paciente, mas também pode gerar custos mais elevados para o sistema de saúde a longo prazo”, avaliou o CBO. Apesar dos entraves, a entidade reforça que o paciente com suspeita ou diagnóstico de glaucoma possui direitos dentro do SUS, incluindo acesso a medicamentos utilizados no tratamento da doença, bem como a procedimentos cirúrgicos quando necessários. “A instituição da Política de Combate à Cegueira causada pelo glaucoma, que garante tratamento gratuito da doença, e a criação do Programa de Atenção ao Paciente Portador de Glaucoma são esforços voltados ao cuidado e o acompanhamento desses pacientes.” “No entanto, a efetividade desses direitos está intrinsecamente ligada à facilidade com que o paciente consegue acessar os serviços de diagnóstico em tempo hábil, aumentando a necessidade de medidas que ampliem e descentralizem a oferta de cuidados oftalmológicos”, concluiu o CBO. Campanha Ao longo de todo o mês de maio, o CBO e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) promovem uma nova edição da campanha de conscientização e mobilização sobre a doença. A proposta é fortalecer políticas públicas e engajar pacientes no tratamento. No próximo sábado (24), está prevista uma maratona online de informações, a partir das 9h, transmitida pelo site oficial da campanha. Durante a transmissão, especialistas esclarecerão as dúvidas mais comuns dos pacientes, além de combater informações falsas que circulam sobre a doença. Os profissionais ainda abordarão temas para o entendimento e o enfrentamento do glaucoma – entre os tópicos em destaque estão o uso da inteligência artificial na reabilitação visual, os perigos da automedicação e os direitos do paciente com glaucoma no SUS. Já na próxima quarta-feira (28), a campanha 24 Horas pelo Glaucoma levará o debate à Comissão de Saúde, no Congresso Nacional. A ação contará com um estande de atendimento acessível ao público que circular pelo local entre os dias 27 e 28 de maio, com a oportunidade de rastreamento da doença por meio de exames de retinografia. Entenda O glaucoma é uma doença que afeta os olhos e pode causar perda de visão de forma gradual – muitas vezes sem ser notado. Isso acontece quando a pressão dentro do olho aumenta e começa a danificar o nervo óptico, responsável por levar as imagens que vemos até o cérebro. O mais preocupante, de acordo com o CBO, é que o glaucoma geralmente não apresenta sinais no início. Por esse motivo, muitas pessoas só percebem o problema quando a visão já está comprometida. “Infelizmente, o que foi perdido não pode ser recuperado”, alertou a entidade. Com exames oftalmológicos regulares, o glaucoma pode ser identificado ainda cedo e tratado adequadamente. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para controlar a doença e preservar a visão. Edição: Valéria Aguiar

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Tchau, cansaço: 5 estratégias comprovadas pela ciência para aumentar a energia

A fadiga cerebral é um problema comum na rotina de muita gente, especialmente no ambiente de trabalho, onde a necessidade de concentração intensa por longos períodos pode ser desgastante. Embora muitas pessoas recorram ao café como uma solução rápida, existem outras abordagens científicas que podem ser mais eficazes para restaurar sua energia mental. Aqui estão cinco maneiras comprovadas de combater a fadiga cerebral e recuperar o foco: 1. Mexa-se para descansar a mente Quando o cérebro começa a se sentir sobrecarregado, a solução muitas vezes não é continuar pensando mais, mas sim mover o corpo. O exercício físico é uma maneira poderosa de reverter a fadiga mental. A atividade física aumenta o fluxo sanguíneo, levando oxigênio ao cérebro, essencial após longos períodos de inatividade. Simples ações, como uma caminhada de 10 minutos ou até alongamentos rápidos ao lado da mesa, podem fornecer a energia necessária para continuar o trabalho com mais clareza e foco. 2. Entre em ‘modo gratidão’ A prática de gratidão pode ser uma ferramenta surpreendentemente eficaz para recarregar sua energia mental. Pesquisas mostram que expressar gratidão pode melhorar a química do cérebro, promovendo sentimentos positivos que combatem o estresse. Tente listar três coisas pelas quais você é grato no momento, como um bom relacionamento com colegas de trabalho ou até o clima ensolarado. Mesmo pequenas expressões de gratidão podem transformar seu estado mental e trazer uma sensação de renovação. 3. Encontre o ‘botão da alegria’ Quando a energia mental estiver baixa, buscar uma fonte de alegria instantânea pode ser tudo o que você precisa para dar um impulso ao seu cérebro. Isso pode ser algo simples como assistir a vídeos engraçados, jogar um pouco de música ou até mesmo se permitir uma pausa para atividades que proporcionem prazer. Esse tipo de emoção positiva não só melhora o estado de espírito, mas também pode aprimorar suas habilidades cognitivas e combater a fadiga cerebral, quebrando a perspectiva estreita causada pelo estresse. 4. Conecte-se com o que realmente importa Quando você se vê preso em tarefas repetitivas e monótonas, como planilhas ou leitura de textos longos, tente encontrar o significado pessoal por trás delas. Pergunte-se: “Como essa tarefa se conecta com meus objetivos de vida e trabalho?” Quando você encontra um propósito maior nas atividades cotidianas, a motivação é ativada de maneira que nenhum café poderia imitar. Ao entender a relevância do que está fazendo, você recupera energia mental e consegue prosseguir com mais motivação. 5. Estabeleça limites para reduzir a fadiga mental A cultura de estar “sempre disponível” é um desafio comum no mundo corporativo, mas ela é uma das maiores culpadas pela exaustão mental. Estabelecer limites autênticos, como definir uma hora para desligar o computador e se desconectar do trabalho, pode ser essencial para preservar sua energia mental. A prática de criar “rituais de desligamento”, como um passeio ao ar livre ou uma noite sem verificar e-mails, ajuda a restaurar a criatividade e a clareza mental. Esse tempo de descanso é vital para que o cérebro resolva problemas subconscientemente, permitindo que você acorde no dia seguinte com energia renovada. Fonte: Exame

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Dia D de vacinação contra gripe acontece neste sábado em Delmiro Gouveia

Ação acontecerá das 8h às 16h30 nas Unidades Básicas de Saúde; público prioritário inclui crianças, idosos, gestantes e trabalhadores de diversas áreas.   A Prefeitura de Delmiro Gouveia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado, 17, o Dia D de vacinação contra a Influenza. A mobilização ocorrerá das 8h às 16h30 nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. As UBS que estarão funcionando para a vacinação incluem as unidades dos bairros Eldorado, Campo Grande, Bom Sossego, Palmeirão, Centro, Bairro Novo, Área Verde, Novo Horizonte, Conjunto Habitacional, Sônia Monteiro, Pedra Velha, Desvio, Jardim Cordeiro e Barragem. A campanha tem como foco os grupos prioritários, definidos pelo Ministério da Saúde, visando a proteção dos públicos mais vulneráveis à gripe. Entre os grupos contemplados estão: * Crianças de 6 meses a menores de 6 anos * Gestantes e puérperas * Idosos a partir de 60 anos * Povos indígenas ou quilombolas * Trabalhadores da saúde * Pessoas em situação de rua * Professores do ensino básico e superior * Profissionais das Forças Armadas e de Segurança * Pessoas com deficiência permanente * Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo * Trabalhadores portuários * Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis * Trabalhadores dos Correios A iniciativa busca ampliar a cobertura vacinal e evitar complicações decorrentes da gripe, especialmente neste período de mudanças climáticas. Os integrantes dos grupos prioritários devem comparecer às unidades com documento de identificação e cartão de vacinação. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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Mesmo com 900 mil autistas em salas comuns, escolas não têm protocolo seguro para lidar com episódios de agressividade

Em apenas dois anos, entre 2022 e 2024, o número de alunos com autismo matriculados em escolas comuns mais do que dobrou no Brasil: saltou de 405 mil para 884,4 mil, mostram os dados do Censo Escolar, divulgados em abril pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O avanço da inclusão, previsto em lei, obviamente tem de ser celebrado: a convivência de estudantes com e sem deficiência traz benefícios sociais e cognitivos a todos da turma. Mas é preciso lembrar que não basta garantir a presença de uma criança autista na sala de aula comum — é dever das redes de ensino e das escolas fazer adaptações no currículo, no espaço físico e nas avaliações, além de dar suporte aos professores e formá-los adequadamente. Notícias como estas a seguir, publicadas no g1 neste ano, evidenciam um dos muitos obstáculos para que a educação seja, de fato, inclusiva: instituições de ensino, em geral, não sabem lidar com episódios de agressividade que alguns indivíduos com TEA podem apresentar. Veja: Quando a rede de ensino e o colégio não proporcionam a formação adequada aos funcionários, os dois cenários possíveis tornam-se arriscados: se ninguém intervir, o aluno com TEA pode bater a cabeça na parede, por exemplo, e se ferir gravemente; caso alguém use força física para segurar o estudante, pode machucá-lo e desestabilizá-lo ainda mais.   ➡️Todos ficam inseguros: os pais do aluno autista temem que ele se machuque, os familiares dos coleguinhas podem desenvolver uma resistência à presença de pessoas com deficiência na sala de aula, e os professores trabalham sob (mais uma) condição de estresse. Por isso, especialistas defendem a urgência em preparar toda a comunidade escolar para agir da maneira correta e no momento certo, de forma a evitar o início de possíveis crises. “Os alunos que estão hoje na escola estariam institucionalizados nos anos 1980. Felizmente, conseguimos sair do modelo segregado”, afirma Meca Andrade, psicóloga que é referência internacional em intervenção comportamental. “Se formos incluir uma pessoa que tem dificuldades comportamentais que trazem risco para ela mesma e para as outras, sem médicos por perto, precisaremos de habilidades de manejo. Essa é uma nova realidade, que vai chegar também ao mercado de trabalho.”   Alcinda Castor, professora da rede pública de São Paulo, é mãe de um homem autista de 28 anos. “Quando ele era menor, precisava de até 3 adultos para contê-lo na escola. Ninguém recebeu preparo para lidar com isso”, diz. “Ele ficou afastado por 6 meses, porque ninguém mais conseguia segurá-lo.” Como docente, ela afirma também que nunca recebeu a devida capacitação para lidar com crises de estudantes. “Os cuidadores trocam fraldas, as estagiárias preparam as atividades, mas é raro algum profissional ter especialização para saber agir nessas horas. Até hoje, quando meu filho fica assim, eu mesma me tranco no banheiro e espero passar.”   Nesta reportagem, veja: qual é a conduta mais indicada diante das crises; que atitudes podem evitar o agravamento desses episódios; como a união entre família e escola pode ser fundamental na prevenção dos picos de agressividade; que tipo de formação precisa ser oferecida aos professores e demais funcionários.   Atenção: o espectro de sintomas do autismo é amplo e não permite generalizações. Há comportamentos mais comuns, como dificuldades de interação social, problemas na comunicação e alteração nos interesses (como resistência a mudanças de rotinas ou maneiras diferentes de brincar). O “guarda-chuva” do transtorno é amplo: pode abarcar uma criança com nível de suporte 1, por exemplo, que é independente e oralizada, mas que sofre em ambientes ruidosos, e outra de nível 3, que não desenvolveu a fala e que não deixou de usar fraldas. Os episódios de agressividade nem sempre são manifestados: estudos científicos, sem chegar a um consenso, citam prevalências que vão de 8% a 68% na infância. A causa dessas crises também varia — pode ser desencadeada por um distúrbio sensorial, por exemplo, ou pela impossibilidade de comunicar um sentimento. E não é nada relacionado a “caráter”: é preciso combater o estigma de que autistas são agressivos. O fato de entrarem em crise, seja com qual frequência for, não significa que sejam insensíveis ou incapazes de amar. O que diz o MEC? Ao g1, o Ministério da Educação afirma que os cursos de formação oferecidos aos professores focam nas questões pedagógicas, sem priorizar linhas terapêuticas específicas. Diz também que “não cabe nem é desejável uma orientação geral para todos os estudantes com determinada condição diagnóstica” e que o indicado é fazer estudos de caso individuais. O foco, segundo a pasta, deve ser eliminar as barreiras escolares que possam contribuir para as situações de crise.   Qual é a postura correta?   O vídeo abaixo, gravado em 26 de março, em uma escola particular de Campinas (SP), mostra uma professora sentada em cima de um aluno autista para imobilizá-lo. Duas semanas depois, em 11 de abril, a família da criança registrou um boletim de ocorrência contra a docente. Segundo o colégio, não houve agressão, e a contenção exercida estava “em conformidade com procedimento padrão”. Na mesma semana, o Fantástico mostrou outro caso, desta vez, no Rio de Janeiro: um aluno autista de 11 anos, após chutar um equipamento no tatame da escola, levou uma rasteira do professor de capoeira. A mãe denunciou o caso como agressão, enquanto a defesa do docente alegou que “a intervenção consistiu em uma técnica de imobilização, com o único objetivo de impedir novas agressões” e que foi isso o que “garantiu que a criança não sofresse qualquer tipo de lesão”. E é aí que entra um problema jurídico comum nessas situações: no Brasil, não existe nenhuma regulamentação sobre técnicas de contenção em escolas. “É um grande desafio: equilibrar a garantia de que ninguém atente contra a segurança de si próprio e dos demais e, ao mesmo tempo, preservar o direito da criança de não ter seu espaço invadido nem de ser submetida a um tratamento degradante ou desumano. É muito difícil”, explica a defensora pública Renata Tibyriça.   ➡️Meca Andrade, especialista em manejo não segregado, afirma que não existe manobra de contenção adequada quando não há uma normatização no

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Prefeitura de Maceió oferece tratamento contínuo a pacientes em domicílio

Sem folga: equipe de saúde atende acamados todos os dias. Foto: Cortesia   Atendimento domiciliar garante cuidados especializados a pacientes acamados em Maceió Pacientes do SUS que tiveram alta hospitalar, mas ainda precisam de acompanhamento médico e cuidados específicos em casa, podem contar com o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), ofertado pela Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. O programa segue as diretrizes do “Melhor em Casa”, do Ministério da Saúde, e visa oferecer suporte a pessoas com condições como AVC, feridas de difícil cicatrização e outras doenças crônicas agravadas, promovendo reabilitação e evitando internações prolongadas. As equipes do SAD realizam visitas diárias, inclusive aos domingos, com o objetivo de garantir continuidade ao tratamento iniciado no hospital e melhorar a qualidade de vida dos pacientes em casa. A iniciativa assegura uma transição segura do hospital para o ambiente domiciliar, especialmente para pessoas acamadas. De acordo com a coordenadora geral do SAD, Júlia de Carvalho, o atendimento é temporário e mantido até que o paciente apresente melhora clínica. Durante esse período, os cuidadores também recebem treinamento especializado da equipe de saúde. “O cuidador passa a integrar a nossa equipe. Com orientação e capacitação, garantimos um cuidado seguro, confortável e eficaz dentro do lar, evitando complicações e reduzindo a permanência em hospitais e UPAs”, explica Júlia. Atualmente, dez equipes do SAD atuam em todas as regiões de Maceió. Nove delas são compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, que fazem o primeiro contato e acompanham semanalmente os casos. Já a equipe de apoio multidisciplinar (EMAP) reúne profissionais como assistente social, psicólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, odontólogo e fonoaudiólogo, oferecendo suporte a pacientes com dificuldades motoras severas, feridas complexas, ou que usam aparelhos respiratórios e medicamentos injetáveis. Além do atendimento direto, o SAD mantém articulação com hospitais e UPAs da capital. Os profissionais identificam, dentro das unidades, pacientes com alta prevista e agendam visitas para avaliar as condições e iniciar o acompanhamento em casa. Quando necessário, também recebem encaminhamentos da Atenção Primária à Saúde. O serviço é aberto à população, desde que o paciente atenda aos critérios exigidos. A solicitação pode ser feita presencialmente na sede do SAD, localizada na Rua Barão de Alagoas, 311, Centro, ou pelos telefones (82) 3315-5464 e (82) 99612-6579. Para o cadastro, é necessário apresentar documentos pessoais, cartão SUS, comprovante de residência e ter um cuidador responsável. Caso o paciente não se enquadre nos critérios, será redirecionado para outra unidade de atendimento, garantindo o cuidado adequado por meio da Rede de Atenção à Saúde. Redação: ANH/AL

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Região Norte do Brasil registra casos de mpox

© Reuters/Dado Ruvic/proibida a reprodução Foram 33 casos confirmados no Amazonas e 19 no Pará Entre 1º de janeiro e 30 de abril, o estado do Amazonas registrou 63 notificações de mpox, sendo 33 casos confirmados e 29 descartados. A Secretaria de Saúde do Amazonas informou que, até o momento, não há registro de óbito causado pelo vírus. Em nota, o órgão reforçou que pessoas que apresentarem sintomas suspeitos, incluindo febre, lesões na pele ou cansaço extremo, devem procurar atendimento médico em uma unidade básica de saúde (UBS), além de seguir orientações de isolamento. As orientações indicadas pela pasta para reduzir o risco de infecção são: Evitar contato direto com lesões de pele, erupções cutâneas, crostas ou fluidos corporais de pessoas infectadas; Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool em gel, especialmente após tocar superfícies compartilhadas ou estar em locais públicos; Praticar sexo seguro, utilizando preservativo, e estar atento a sinais suspeitos em si mesmo ou no(a) parceiro(a); Manter a etiqueta respiratória, cobrindo a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, para evitar a disseminação de partículas virais; Usar máscaras de proteção respiratória em ambientes com alta probabilidade de transmissão, como locais fechados e mal ventilados; Manter a higiene pessoal de forma rigorosa, garantindo a limpeza adequada do corpo e objetos de uso pessoal. No Pará, de 1º de janeiro à 23 de abril, foram confirmados 19 casos de mpox, sendo 14 apenas na capital, Belém. As demais infecções foram confirmadas nos municípios de Ananindeua e Marituba, além de um caso importado de outro estado. Também em comunicado, a Secretaria de Saúde do Pará nega surto no estado e destaca alinhamento e comprometimento para fortalecer medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. “É fundamental que os profissionais dos municípios estejam atentos com os fluxos de notificação e diagnóstico que já estão bem estabelecidos pela secretaria, que segue as diretrizes do Ministério da Saúde para que a doença não se propague.” Nova cepa Em março, o Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso de infecção pela cepa 1b da mpox no Brasil. A paciente, uma mulher de 29 anos que mora na região metropolitana de São Paulo, teve contato com um familiar que esteve na República Democrática do Congo, país que enfrenta surto da doença. Em nota, o ministério informou que o caso no Brasil foi confirmado laboratorialmente, por meio da realização de sequenciamento para caracterizar o agente infeccioso. O exame permitiu a obtenção do genoma completo que, segundo a pasta, é muito próximo aos de casos detectados em outros países. “Até o presente momento, não foram identificados casos secundários. A equipe de vigilância municipal mantém o rastreamento de possíveis contatos”, destacou o comunicado. Ainda de acordo com o ministério, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada sobre o caso e a pasta, junto às secretarias estadual e municipal de Saúde, solicitou o reforço da rede de vigilância epidemiológica e o acompanhamento da busca ativa de pessoas que tiveram contato com a paciente. Doença Causada pelo vírus Monkeypox, a doença pode se espalhar entre pessoas e, ocasionalmente, do ambiente para pessoas, por meio de objetos e superfícies que foram tocados por um paciente infectado. Em regiões onde o vírus está presente entre animais selvagens, a mpox também pode ser transmitida para humanos que tenham contato com os animais infectados. A infecção pode causar uma série de sinais e sintomas. Embora algumas pessoas apresentem sintomas menos graves, outras podem desenvolver quadros mais sérios e necessitar de atendimento em unidades de saúde. O sintoma mais comum é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode começar com ou ser seguido de febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal. Fonte: Agência Brasil

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Cuidado cardiovascular deve fazer parte do acompanhamento do diabetes

© Marcelo Camargo/Agência Brasil Alerta é de especialista que organizou material sobre o tema O cuidado no acompanhamento de pacientes com diabetes não pode se resumir ao controle da glicose. Membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), Bruno Bandeira destaca que as complicações da doença podem estar fortemente ligadas a problemas cardiovasculares, criando quadros desafiadores para a qualidade de vida dos pacientes. “O que mais preocupa não é só a glicose alta. O diabetes anda de mãos dadas com pressão elevada e com colesterol alto, o que aumenta o risco de infarto, de acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal. Diabetes é uma das principais causas de hemodiálise. Muita gente só descobre a doença quando já existe a complicação grave. A doença gera sofrimento, incapacita e sobrecarrega o sistema de saúde. Por isso, a prevenção é tão urgente”, afirma Bandeira. O cardiologista é um dos editores do manual “Diabetes e Doença Cardiovascular”, que será lançado no 42º Congresso de Cardiologia, que ocorre entre os dias 8 e 9 de maio, no Expo Mag, no centro do Rio de Janeiro. O manual trata, em oito capítulos, de uma visão ampla sobre diagnóstico, estratificação de risco, individualização terapêutica, impacto das comorbidades e estratégias práticas de acompanhamento dos pacientes. O material será disponibilizado no site da Socerj após o lançamento. “O novo manual surge como uma ferramenta fundamental para o médico que está na linha de frente e para o médico da atenção primária, que é aquele que é o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde”, explica o editor, que descreve de que forma essa ajuda se dá: “oferecendo orientações claras sobre como realizar a avaliação clínica, rastrear complicações cardiovasculares — que são algumas das mais graves consequências do diabetes — e escolher o tratamento mais adequado, seja ele farmacológico ou cirúrgico”. Novos medicamentos Na visão do cardiologista da Socerj, o advento de novas drogas para o tratamento do diabetes, com impacto comprovado na redução do risco cardiovascular, trouxe perspectivas transformadoras para a abordagem terapêutica integrada. Segundo Bandeira, esses novos medicamentos mudam a lógica do tratamento. O foco deixa de ser apenas o controle da glicose e passa a ser o paciente como um todo, ao tratar o diabetes tentando evitar um possível problema cardíaco. “As novas drogas para o tratamento do diabetes são uma revolução silenciosa na medicina. Estamos falando de potentes medicamentos chamados de inibidores da SGLT2 (cotransportador de glicose sódica 2), os agonistas do GLP1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) muito importantes hoje na prática médica. Esses remédios ajudam controlar a glicose e, ao mesmo tempo, protegem o coração e os rins. Ou seja, os mecanismos de ação são múltiplos. Hoje, até se fala de redução do risco de Alzheimer”, diz Bandeira. O médico especialista também cita medicamentos com as substâncias empagliflozina e dapagliflozina que são orais. “A dapagliflozina, hoje, está sendo liberada gratuitamente para pacientes diabéticos acima de 65 anos no SUS. Também temos a semaglutida, que é um medicamento subcutâneo, uma das canetas para emagrecimento, mas que na verdade serve para o controle do diabetes. Em pacientes obesos, reduz também o peso”.    Anvisa aprova a Awiqli, primeira insulina semanal para tratar diabetes 1 e 2. Foto: Awiqli/Divulgação – Awiqli/Divulgação Desafio de saúde pública O subcoordenador do Departamento de Diabetes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Saulo Cavalcanti, também acredita que o diabetes é um dos maiores desafios da saúde, não só no Brasil, como no mundo. “Embora a doença seja conhecida desde 1.500 antes de Cristo, ainda hoje uma pessoa morre a cada sete segundos no mundo por complicações causadas pelo diabetes, segundo a Federação Internacional de Diabetes”, disse Cavalcanti. O endocrinologista acrescenta que a falta de esclarecimento sobre a doença, o custo elevado do tratamento e a baixa aderência dos pacientes dificultam a superação desse desafio. A prevalência de diabetes no país é de 10,2% da população, representando cerca de 20 milhões de pessoas, de acordo com a pesquisa Vigitel Brasil 2023 ─ Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. Esse número representa aumento em comparação a 2021, quando a taxa era de 9,1%. O levantamento mais recente também revela que o diagnóstico da doença é mais comum entre as mulheres (11,1%) do que entre os homens (9,1%) De acordo com o subcoordenador do Departamento de Diabetes da SBEM, o diabetes tipo 1 responde por 8% dos casos, e o tipo 2, por 90%. “Por estarem assintomáticos, apenas cerca de 45% deles [pacientes do tipo 2] sabem que são diabéticos, e não fazem tratamento. O diabetes causa lesões em vários órgãos como coração, rins, cérebro e olhos. A maioria dos diabéticos chega para o médico em fases avançadas da doença com prognóstico pior. Diabetes não tem cura, tem controle”. Fonte: Agência Brasil

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Nefrologia: cuidando bem dos rins

A doença renal pode ser aguda, com a súbita insuficiência renal, ou crônica e evoluir lentamente, sem apresentar sintomas até um estágio avançado. Por isso é fundamental realizar os exames de urina e dosagem de creatinina a partir dos 40 anos, ou de acordo com a orientação médica. Neste artigo, você vai saber quais são as principais doenças dos rins e o que fazer para evita-las. Quem cuida dos rins A nefrologia é a especialidade médica que cuida do sistema urinário, principalmente em relação à função renal. Os rins estão localizados na parte posterior do abdome, um à direita e outro à esquerda. Sua principal função é filtrar o sangue. Este procedimento tem vários propósitos, todos fundamentais para a saúde. Ao filtrar o sangue, os rins controlam a quantidade de água e de sal no corpo, eliminam toxinas, ajudam a controlar a hipertensão arterial e produzir hormônios que impedem a anemia e a descalcificação óssea, além de eliminar medicamentos e outras substâncias tóxicas para o organismo. Os rins podem ser vítimas de várias doenças e todas comprometem a função renal, que é a capacidade do rim filtrar o sangue, em níveis diferenciados. Na fase crônica ou terminal, o paciente terá que ser tratado com diálise (nome genérico que se dá a qualquer procedimento de remoção das substâncias tóxicas que ficam retidas quando os rins deixam de funcionar adequadamente), hemodiálise (processo no qual uma máquina limpa e filtra o sangue) ou até mesmo precisar de um transplante renal. Sal: inimigo dos rins Os principais fatores de risco para a doença renal são a hipertensão arterial e o diabetes (pessoal ou na família).  Essas duas doenças crônicas podem levar à doença renal, se não forem bem controladas. A obesidade, o cigarro e certos medicamentostambém podem afetar os rins. O histórico familiar de doença renal também é fator de risco para a doença dos rins. É preciso prestar atenção ainda a um inimigo quase invisível, que ameaça o bom funcionamento dos rins: o sal. A Sociedade Brasileira de Nefrologia recomenda um consumo ideal de 2 gramas de sal por dia, mas no Brasil o consumo médio é de 12 gramas. O sal em excesso no organismo provoca maior retenção de líquidos, obrigando os rins a trabalharem com uma pressão mais elevada. Essa sobrecarga, ao longo do tempo, pode levar à doença renal crônica. Por isso, reduzir o sal no preparo dos alimentos e o no consumo de produtos industrializados é fundamental para a saúde renal. Como cuidar dos rins O Ministério da Saúde recomenda que idosos, pessoas com doença cardiovascular e histórico de doença renal na família façam acompanhamento de possível lesão renal com exame de urina e dosagem de creatinina. A Sociedade Brasileira de Nefrologia recomenda que adultos, a partir de 40 anos, também façam estes exames. Além disso, uma alimentação saudável, não fumar, praticar exercícios físicos com regularidade e o controle da hipertensão arterial e do diabetes fazem total diferença para a saúde dos rins. Fique atento aos sinais A Sociedade Brasileira de Nefrologia alerta que os principais sinais de doença renal são: Pressão Alta Inchaço ao redor dos olhos e nas pernas Fraqueza constante Náusea e vômito frequentes Dificuldade de urinar Queimação ou dor ao urinar Urinar muitas vezes, principalmente à noite Urina com aspecto sanguinolento Urina com muita espuma Dor lombar, que não piora com movimentos História de cálculos (pedra) nos rins As doenças mais comuns Pedra ou cálculo renal: a pouca ingestão de água e o consumo elevado de sal e proteínas pode levar à formação de cálculo renal. O principal sintoma é a urina escura, que pode ficar com a cor marrom e dor. Infecção Renal ou Pielonefrite: geralmente causada por uma bactéria que se aloja na bexiga (cistite) e evolui para o rim, provocando febre e dor. O tratamento deve ser com antibióticose por vezes requer internação hospitalar. Em casos muito graves, pode levar ao acúmulo de pus no órgão, exigindo drenagem. Insuficiência Renal: o descontrole de doenças como a hipertensão arterial e o diabetes sobrecarrega os rins e pode levar à deterioração progressiva do órgão, com a perda de função renal. Cisto: é uma “bolha” que se forma no rim, com conteúdo líquido e mais comum a partir dos 40 anos. É facilmente diagnosticado por exames de rotina e, em geral, não causa qualquer problema, sintoma ou exige tratamento. Mas deve ser acompanhado, porque a alta frequência de cistos renais está associada ao desenvolvimento de tumor e câncer renal, que são lesões sólidas e muitas vezes malignas. O tratamento de câncer renal é quase sempre cirúrgico. Se você tem algum desses sintomas, agende uma consulta com a equipe de Nefrologia do Hospital Presidente. Basta mandar um e-mail para agendamento@hospitalpresidente.com.br ou telefone para 2261-6611 – Ramal 1085, com Camila. Fonte: https://www.hospitalpresidente.com.br/nefrologia-cuidando-bem-dos-rins/1

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Brasil soma mais de 500 mil casos de dengue; queda de quase 70%

© 41330/Pixabay Maioria dos casos prováveis foram entre mulheres De janeiro a março deste ano, o Brasil registrou 502.317 casos prováveis de dengue. Durante o período, foram confirmadas 235 mortes pela doença, enquanto 491 óbitos permanecem em investigação. O coeficiente de incidência no país, neste momento, é de 236,3 casos de dengue para cada 100 mil habitantes.  Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. De acordo com a plataforma, 55% dos casos prováveis de dengue registrados este ano foram entre mulheres e 45%, entre homens. As faixas etárias que mais concentram casos são de 20 a 29 anos, de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos. São Paulo lidera o ranking de estados, com 291.423 casos prováveis. Em seguida estão Minas Gerais (57.348), Paraná (31.786) e Goiás (27.081). Em relação ao coeficiente de incidência, o Acre aparece em primeiro lugar, com 760,9 casos para cada 100 mil habitantes, seguido por São Paulo (633,9), Mato Grosso (470,2) e Goiás (368,4). Análise Em nota, o Ministério da Saúde informou que, nos dois primeiros meses de 2025, o Brasil registrou uma redução de 69,25% nos casos prováveis de dengue em comparação com o mesmo período de 2024. O levantamento corresponde às semanas epidemiológicas 1 a 9, compreendendo o intervalo de 29 de dezembro de 2024 a 1º de março de 2025. “A queda demonstra a efetividade das medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, e reforça a necessidade de esforços contínuos para manter a tendência de redução”, avaliou a pasta. Dados do ministério indicam que, nos primeiros meses de 2024, o Brasil havia registrado 1,6 milhão de casos prováveis, 1.356 óbitos e 85 em análise. * Matéria alterada às 15h29 para acrescentar nota do Ministério da Saúde Fonte: Agência Brasil

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