Cidadania Alagoas

SAÚDE

Maceió promove Dia de Conscientização sobre doenças neuroimunológicas raras

Secom/Maceió AL Neste domingo, 6 de julho, a cidade de Maceió será palco de uma ação inédita de mobilização social e conscientização: o I Uniraros Day. O evento, promovido pelo Instituto Uniraros em parceria com a Secretaria da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos (Semuc), acontecerá das 10h às 14h, em um dos pontos mais movimentados da capital alagoana — a Rua Aberta da Ponta Verde, na Avenida Sílvio Carlos Viana, nas proximidades do Palato. Com acesso gratuito, a programação foi pensada para acolher, informar e mobilizar toda a comunidade. O foco da ação são as doenças raras neuroimunológicas, como a Esclerose Múltipla, Neuromielite Óptica e a doença Anti-MOG, que afetam milhares de brasileiros, muitas vezes levando à perda de autonomia física, impactos emocionais e exclusão social. Por serem raras e pouco conhecidas, essas doenças ainda enfrentam muitos desafios, como o diagnóstico tardio e o preconceito. O Uniraros Day nasce como um espaço de visibilidade para essas realidades invisibilizadas. O evento busca quebrar o silêncio e o estigma em torno das doenças raras, oferecendo informações acessíveis à população, fortalecendo redes de apoio e incentivando a empatia. A programação contará com palestras educativas, abordando temas como a importância do diagnóstico precoce, os impactos do uso contínuo de medicamentos (polifarmácia) e o cuidado com a saúde mental dos pacientes e familiares. Além do conteúdo informativo, o Uniraros Day também traz um conjunto de ações voltadas ao bem-estar e à inclusão, como ginástica laboral adaptada, sessões de massoterapia, um circuito de saúde com orientações e atendimentos, cadastramento para acesso a serviços públicos, sorteio de brindes, entrevistas com especialistas e apresentações culturais. Entre as atrações estão o grupo de dança Circuito Cigano, do Studio Mandala, e o músico Márcio Cardoso, com o show especial “Raros é Vida”. Fundado em 2024 por Priscylla Nolasco, Maria Lúcia Albuquerque e um grupo de pacientes alagoanos, o Instituto Uniraros surgiu da necessidade urgente de criar espaços de escuta, acolhimento e articulação política em prol das pessoas afetadas por doenças neuroimunológicas. O instituto atua para combater o preconceito, ampliar o acesso à informação e fomentar políticas públicas específicas. A realização do Uniraros Day representa mais do que um evento: é um ato de resistência, coragem e solidariedade. Ele propõe à sociedade um novo olhar sobre a inclusão e a saúde pública, convidando todos a se tornarem aliados na luta pelos direitos das pessoas com doenças raras. O evento também está alinhado com as políticas de saúde da Prefeitura de Maceió e integra um conjunto de ações de promoção da cidadania, marcando um momento histórico para a visibilidade dessas condições de saúde na capital alagoana. Mais do que números, os mais de 80 mil brasileiros afetados por doenças neuroimunológicas são histórias de superação que merecem ser conhecidas, compreendidas e respeitadas. E é justamente isso que o Uniraros Day se propõe a fazer: dar voz aos invisíveis e transformar informação em empatia e ação coletiva. Redação ANH/AL

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Receita retida: entenda como fica a venda de canetas emagrecedoras

Categoria inclui medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Farmácias e drogarias de todo o país passaram a reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A categoria inclui medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy. A decisão por um controle mais rigoroso na prescrição e na dispensação desse tipo de medicamento foi tomada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entrou em vigor 60 dias depois. Com a mudança, a prescrição dos medicamentos passou a ser feita em duas vias e a venda só pode ocorrer com a retenção da receita nas farmácias e drogarias, assim como acontece com antibióticos. A validade das receitas médicas de canetas emagrecedoras, segundo a Anvisa, é de até 90 dias a partir da data de emissão, período durante o qual o pedido pode ser utilizado pelo paciente. Farmácias e drogarias, por sua vez, devem incluir, no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados, a escrituração da movimentação de compra e venda dos medicamentos. Off label Ainda de acordo com a Anvisa, a mudança não altera o direito do profissional médico de prescrever canetas emagrecedoras para finalidades diferentes das descritas na bula – prática conhecida como uso off label. “É uma decisão tomada com responsabilidade pelo médico e sempre com o devido esclarecimento ao paciente, garantindo que ele esteja bem-informado sobre o procedimento”, informou a agência. Uso indiscriminado A retenção do receituário de canetas emagrecedoras já era defendida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pela Sociedade Brasileira de Diabetes e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Em nota aberta, as entidades citam que o uso indiscriminado desse tipo desse tipo de medicamento gera preocupações quanto à saúde da população e ao acesso de pacientes que realmente necessitam desse tipo de tratamento. “A venda de agonistas de GLP-1 sem receita médica, apesar de irregular, é frequente. A legislação vigente exige receita médica para a dispensação destes medicamentos, porém não a retenção da mesma pelas farmácias. Essa lacuna facilita o acesso indiscriminado e a automedicação, expondo indivíduos a riscos desnecessários”, destacou o documento. Versões manipuladas Em fevereiro, as entidades divulgaram outra nota na qual alertam sobre “graves riscos” associados ao uso de medicamentos injetáveis de origem alternativa ou manipulados para tratar obesidade e diabetes. “Medicamentos biológicos, como a semaglutida e a tirzepatida, exigem processos rigorosos de fabricação para assegurar que o organismo utilize e metabolize a substância de forma eficaz e segura. Essas moléculas são administradas por injeções subcutâneas, o que demanda padrões rigorosos de esterilidade e estabilidade térmica.” O uso de versões alternativas ou manipuladas, segundo a nota, figura como “prática crescente, preocupante e perigosa” e carece de bases científicas e regulatórias que garantam eficácia, segurança, pureza e estabilidade do produto, “expondo os usuários a sérios riscos à saúde, pois não passam pelos testes de bioequivalência necessários, tornando impossível prever seus efeitos no corpo humano”. Dentre as recomendações que constam na nota está: – que profissionais de saúde não prescrevam semaglutida ou tirzepatida alternativas ou manipuladas. “Apenas utilizem medicamentos aprovados por agências reguladoras, com fabricação industrial certificada e vendidos em farmácias”; – que pacientes rejeitem tratamentos que incluam versões alternativas ou manipuladas dessas moléculas – incluindo vendas diretas em sites, aplicativos ou em consultórios – e busquem alternativas aprovadas pela Anvisa; – que órgãos reguladores e fiscalizadores, em especial a Anvisa e os conselhos de medicina, intensifiquem ações de fiscalização sobre todas as empresas e pessoas envolvidas na prática. Fonte: portaldealagoas

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Esgotamento mental no meio do ano é o maior vilão da sua energia

Burnout – Créditos: depositphotos.com / HayDmitriy Entenda os sinais e como proteger sua saúde mental no meio do ano.   Com a chegada do meio do ano, muitas pessoas começam a sentir o peso acumulado das demandas profissionais e pessoais. O chamado burnout de meio de ano é um fenômeno que pode afetar trabalhadores de diferentes áreas, manifestando-se de maneira sutil e, muitas vezes, silenciosa. Reconhecer os primeiros sinais é fundamental para evitar consequências mais graves à saúde mental e ao desempenho no trabalho. O esgotamento não surge de uma hora para outra. Geralmente, ele se desenvolve ao longo dos meses, impulsionado por pressões constantes, prazos apertados e a sensação de não conseguir dar conta de todas as responsabilidades. Por isso, identificar os sintomas ainda no início pode ser o diferencial para buscar apoio e retomar o equilíbrio. O que caracteriza o burnout de meio de ano? O burnout, especialmente nesta época do ano, costuma ser marcado por um cansaço intenso, falta de motivação e queda na produtividade. Esses sintomas podem ser confundidos com simples desânimo ou fadiga passageira, mas, quando persistem, indicam que algo mais sério está acontecendo. O meio do ano é um período crítico porque muitas metas e projetos acumulam-se, aumentando a pressão sobre os profissionais. Além do esgotamento físico, o burnout de meio de ano pode trazer impactos emocionais, como irritabilidade, dificuldade de concentração e sensação de fracasso. Em alguns casos, a pessoa pode começar a se afastar de colegas e familiares, preferindo o isolamento. Esses sinais, embora discretos, merecem atenção redobrada para evitar agravamentos. Quais são os sinais silenciosos da síndrome? Os sintomas do burnout nem sempre são evidentes. Entre os sinais silenciosos mais comuns estão pequenas mudanças de comportamento, como atrasos frequentes, esquecimentos e procrastinação. O trabalhador pode passar a evitar reuniões, sentir-se constantemente sobrecarregado e perder o interesse por atividades que antes eram prazerosas. Outros indícios incluem alterações no sono, como insônia ou sono excessivo, além de dores de cabeça recorrentes e problemas gastrointestinais. Esses sintomas físicos, muitas vezes, são ignorados ou atribuídos a outras causas, mas podem estar diretamente ligados ao esgotamento mental. Por isso, é importante observar o próprio corpo e buscar ajuda quando necessário. Síndrome de Burnout – Créditos: depositphotos.com / grinvalds Como diferenciar a síndrome do cansaço comum? Enquanto o cansaço comum tende a desaparecer após um período de descanso, o burnout persiste mesmo após finais de semana ou férias curtas. A sensação de exaustão é contínua e não melhora com pequenas pausas. Outro ponto importante é a presença de sentimentos de desesperança e distanciamento emocional, que não costumam estar presentes em quadros de fadiga passageira. Além disso, o burnout de meio de ano pode afetar diretamente a autoestima e a percepção de competência profissional. A pessoa começa a duvidar de suas habilidades e pode sentir-se incapaz de realizar tarefas simples. Quando esses sintomas se tornam frequentes, é fundamental procurar orientação especializada para evitar complicações maiores. Quais atitudes ajudam a prevenir o burnout de meio de ano? Adotar medidas preventivas pode fazer toda a diferença para manter o equilíbrio durante o ano. Entre as principais recomendações estão a organização da rotina, definição de prioridades e estabelecimento de limites claros entre trabalho e vida pessoal. Reservar momentos para lazer e descanso também é essencial para recarregar as energias. Outra estratégia importante é o diálogo aberto com líderes e colegas de equipe sobre as dificuldades enfrentadas. Buscar apoio psicológico, quando necessário, pode auxiliar no desenvolvimento de ferramentas para lidar com o estresse. A atenção aos sinais silenciosos do burnout de meio de ano é um passo importante para preservar a saúde mental e garantir uma trajetória profissional mais saudável. Fonte: O antagonista

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Casos graves de gripe e vírus respiratórios disparam e Fiocruz liga alerta para Alagoas

Fiocruz: Influenza lidera internações no país – Tony Winston / Agência Brasília Por Agência Fiocruz   O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz destaca que 18 das 27 unidades da Federação apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento. As hospitalizações por SRAG nas crianças pequenas, associados ao vírus sincicial respiratório (VSR) seguem aumentando em diversos estados das regiões Centro-Sul, Nordeste e Norte. A capital Maceió e o estado de Alagoas continuam com incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.   No entanto, a análise aponta que já é possível observar um sinal de interrupção do crescimento ou início de queda dessas internações em estados do Centro-Oeste e do Sudeste e em alguns do Norte e Nordeste.   Na outra ponta, a influenza A se mantém como principal causa de internações de jovens, adultos e idosos, com maior incidência e mortalidade entre a população idosa. A atualização mostra também que em alguns estados do Centro-Oeste e Sudeste, além do Tocantins, os casos de SRAG começaram a cair. No entanto, o número de hospitalizações ainda permanece alto. A análise é referente à Semana epidemiológica 24, de 8 a 14 de junho.   Diante deste contexto, a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, reforça a importância da vacinação.   “É muito importante que pessoas dos grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades, que ainda não tomaram a vacina, procurem um posto de saúde para se vacinar o quanto antes, já que esse grupo tem maior risco de agravamento e hospitalização”, alerta.   No agregado nacional, o estudo verificou indícios de aumento de SRAG na tendência de longo prazo e de estabilidade ou oscilação no curto prazo. Esse quadro está relacionado à manutenção do crescimento dos casos de SRAG por influenza A e VSR em muitos estados do país, porém com sinal de desaceleração ou queda em algumas localidades.   Estados   Um total de 18 das 27 UFs apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo até a semana 24: Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Sergipe.   Os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Tocantins e o Distrito Federal também apresentam incidência de SRAG em nível de risco ou alto risco, mas já com tendência de queda nas últimas semanas, refletindo um início da diminuição das hospitalizações associadas à influenza A e VSR.   Capitais   Na presente atualização, observa-se que 14 das 27 capitais apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco (últimas duas semanas) com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a semana 24: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA) e Teresina (PI).   Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 39,2% de influenza A, 0,8% de influenza B, 45% de vírus sincicial respiratório, 17,7% de rinovírus e 1,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos e no mesmo recorte temporal foi de 74,6% de influenza A, 0,8% de influenza B, 13% de vírus sincicial respiratório, 9,7% de rinovírus e 4,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19).   Ano epidemiológico   No ano epidemiológico 2025 já foram notificados 103.108 casos de SRAG, sendo 52.853 (51,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 35.048 (34%) negativos e ao menos 8.272 (8%) aguardando resultado laboratorial. Dados de positividade para semanas recentes estão sujeitos a grandes alterações em atualizações seguintes por conta do fluxo de notificação de casos e inserção do resultado laboratorial associado.   Entre os casos positivos do ano corrente, observou-se 25,7% de influenza A, 1,1% de influenza B, 45,3% de vírus sincicial respiratório, 22,1% de rinovírus e 9,1% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 39,2% de influenza A, 0,8% de influenza B, 45% de vírus sincicial respiratório, 17,7% de rinovírus, e 1,6% de Sars-CoV-2.   A incidência e mortalidade semanal média nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm o cenário típico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. A incidência de SRAG apresenta maior impacto nas crianças pequenas, enquanto na análise de mortalidade, as crianças pequenas e os idosos apresentam os maiores valores.

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Cardiologista indica 4 alimentos que ajudam a perder peso

Para o médico James DiNicolantonio, emagrecer não é questão de força de vontade ou contar calorias, e sim de escolher alimentos que saciam e equilibram o metabolismo Em um cenário onde dietas restritivas e contagem obsessiva de calorias ainda predominam, o cardiologista e pesquisador James DiNicolantonio propõe uma abordagem diferente para o emagrecimento. Conhecido por sua atuação nas redes sociais e pelo livro The Obesity Fix, ele defende que o segredo para perder peso está em alimentos que proporcionam saciedade e equilíbrio hormonal, e não em passar fome. “Emagrecimento sustentável não tem nada a ver com passar fome ou contar calorias”, afirma. Segundo ele, o caminho mais eficiente é consumir alimentos que mantenham o corpo nutrido e satisfeito, o que naturalmente reduz o apetite e a compulsão alimentar. O especialista sugere quatro alimentos-chave para alcançar esse objetivo: 1) Carne Fonte rica de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais como ferro e zinco, a carne está entre os alimentos com maior poder de saciedade. As versões magras ajudam a estabilizar o açúcar no sangue e preservar a massa muscular durante a perda de gordura. 2) Ovos Considerados um dos alimentos mais nutritivos, os ovos contêm proteínas, gorduras saudáveis, colina e antioxidantes como luteína. “Comer ovos no café da manhã reduz a ingestão calórica ao longo do dia”, explica o médico. Além disso, são acessíveis e versáteis para qualquer refeição. 3) Laticínios integrais Produtos como leite, queijo e iogurte integrais oferecem proteínas, gorduras boas, cálcio e probióticos — combinação que contribui para manter os músculos e melhorar a saúde intestinal, fatores importantes para o emagrecimento duradouro. Já as versões light e ultraprocessadas, segundo ele, “aumentam a fome e provocam picos de açúcar no sangue”. 4) Abacate Rico em gorduras monoinsaturadas, fibras e potássio, o abacate ajuda a retardar a digestão, prolongar a sensação de saciedade e garantir energia constante entre as refeições. O consumo diário também favorece a absorção de nutrientes, especialmente vitaminas lipossolúveis. Para lidar com a vontade de comer doces, Dr. DiNicolantonio sugere alternativas como frutas, picles, suco de picles ou até mesmo sal. “A maioria dos desejos por açúcar é, na verdade, sinal de desequilíbrio de minerais ou eletrólitos”, afirma. O sal, inclusive, é apontado como essencial para o equilíbrio hormonal e energético, sobretudo em dietas com pouco carboidrato. O especialista argumenta que o ganho de peso não se resume a “comer demais e se exercitar de menos”, mas sim a desequilíbrios metabólicos causados por alimentos ultraprocessados, picos de insulina e distúrbios nos sinais de fome. Seu livro mostra como reverter esse ciclo por meio da ingestão de alimentos naturais e nutritivos. “Se você fornecer ao corpo os nutrientes de que ele realmente precisa, naturalmente vai comer menos e sem sentir fome”, defende. Para ele, o organismo tende a buscar seu peso ideal, desde que tenha o suporte certo. Nas redes sociais, milhares de seguidores relatam resultados positivos com essa abordagem, como emagrecimento consistente, mais energia e o fim da frustração com dietas. A proposta de DiNicolantonio se distancia das regras rígidas e aposta em escutar o corpo, corrigir deficiências nutricionais e evitar alimentos que desregulam o apetite. “Não se trata de mais uma fórmula milagrosa, mas de devolver ao corpo o equilíbrio que ele precisa para funcionar bem”, conclui. Fonte: www.itatiaia.com.br

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Por que a dipirona é proibida nos Estados Unidos e em vários países da Europa?

Dipirona é popular no Brasil e proibida em vários países do mundo Foto: Freepik A dipirona, conhecida também pelo nome comercial Novalgina, é um analgésico e antitérmico amplamente utilizado em muitos países, incluindo o Brasil para alívio da dor de cabeça e febre. No entanto, ela é proibida nos Estados Unidos e em vários países da Europa, além de outros países como Japão e Austrália. Essa proibição gera muitas dúvidas, especialmente em regiões onde o medicamento é de venda livre e considerado seguro e eficaz. O medicamento é tanto popular no Brasil que, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mais de 215 milhões de doses deste medicamento foram comercializadas no país apenas em 2022. Por que a dipirona é proibida em vários países? A principal razão para essa restrição reside na preocupação com um efeito adverso raro, mas potencialmente fatal: a agranulocitose. Essa condição séria provoca queda acentuada e súbita no número de granulócitos, um tipo de glóbulo branco essencial para o sistema imunológico. Essa diminuição severa deixa o corpo vulnerável a infecções graves, que podem ser fatais. Embora a incidência de agranulocitose induzida por dipirona seja considerada rara (estimativas variam de 1 em 1.000 a 1 em 10.000 ou até 1 em 1.000.000 de usuários, dependendo do estudo e da população), a gravidade do quadro fez com que as agências reguladoras de saúde em alguns países adotassem uma postura mais cautelosa. Para esses órgãos, o risco, por menor que seja, não justifica a comercialização irrestrita da dipirona, considerando especialmente a existência de alternativas analgésicas e antitérmicas com perfis de segurança vendidos em farmácias. Além da Novalgina, outros remédios populares que têm dipirona em sua composição são o Dorflex e a Neosaldina. Fonte: Terra  

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Hemoal Maceió reabre sala de doação de sangue no Trapiche

Hemoal Maceió mantém atendimento no Trapiche, ao lado do HGE. Foto: Carla Cleto     Doação salva vidas todos os dias A retomada dos atendimentos na Unidade Trapiche do Hemoal é uma notícia importante não apenas para os doadores frequentes, mas também para os pacientes que dependem diariamente das transfusões de sangue para sobreviver. Os estoques de sangue precisam ser mantidos em níveis seguros para atender demandas de cirurgias, tratamentos oncológicos, acidentes graves, complicações obstétricas e outras emergências médicas. De acordo com a direção do Hemocentro, em períodos como feriados prolongados, férias escolares e durante o inverno, os estoques costumam sofrer uma queda expressiva, pois o número de doadores voluntários diminui. Por isso, a mobilização da população é fundamental para garantir que nenhum paciente fique sem atendimento por falta de sangue. Conscientização e solidariedade O supervisor Marcelo Casado destaca que cada doação pode beneficiar até quatro pessoas, dependendo do tipo de componente sanguíneo coletado. “O gesto de doar é simples, rápido e pode representar a diferença entre a vida e a morte para alguém que está em estado crítico. Nosso papel é acolher bem o doador, proporcionar um ambiente seguro e transparente, e reforçar o quanto essa atitude é valiosa”, pontua. Além da coleta, o Hemoal também realiza campanhas de conscientização em escolas, universidades, empresas e eventos públicos, incentivando novos voluntários e desmistificando mitos relacionados à doação de sangue. Doador pode agendar atendimento Para tornar o processo ainda mais ágil, os interessados podem fazer o agendamento prévio para a doação por telefone ou por meio dos canais oficiais do Hemoal. Essa medida ajuda a evitar filas e garante maior comodidade para quem deseja contribuir com esse gesto solidário. O Hemoal também reforça que todos os materiais utilizados na coleta são descartáveis e que o procedimento é totalmente seguro. Após a doação, o voluntário recebe um lanche e orientação sobre os cuidados pós-coleta. Participe dessa corrente de vida O Hemocentro convida a população de Maceió e do interior a incorporar o hábito de doar sangue regularmente. “Não espere um conhecido ou parente precisar para agir. Doe por amor ao próximo, por empatia. Cada gota conta. A vida agradece”, finaliza Marcelo. Redação: ANH/AL

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Semarh alerta para previsão de chuvas fortes e ventos em várias regiões de Alagoas

Ascom Semarh A Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh) está monitorando uma mudança no tempo que pode trazer chuvas mais fortes e ventos em várias regiões do estado entre este sábado (14) e a próxima segunda-feira (16). Segundo os últimos dados analisados pela equipe técnica da Semarh, o tempo vai ficar mais instável principalmente nas regiões do Litoral, incluindo Maceió e arredores, na Zona da Mata, Baixo São Francisco e parte do Agreste. Nessas áreas, há possibilidade de pancadas de chuva que podem acumular grandes volumes de água em pouco tempo, além de rajadas de vento em pontos isolados. Esse cenário acontece por causa de áreas de instabilidade atmosférica que estão se formando próximo ao litoral alagoano. A previsão indica que nas próximas 48 horas, essas instabilidades podem provocar chuvas de moderada intensidade. A população deve ficar atenta, pois há risco de transtornos como alagamentos em locais com pouca drenagem, queda de árvores, placas mal fixadas e até destelhamentos em alguns casos, por causa dos ventos mais fortes. Apesar disso, até o momento não há risco de transbordamento dos principais rios e lagoas do estado. A Semarh reforça que está acompanhando de perto a situação e que, se houver qualquer mudança que indique agravamento do tempo ou aumento das chuvas, novos alertas serão emitidos. Quem quiser acompanhar a previsão do tempo atualizada e o nível dos rios pode acessar o site da Semarh pelos links: Previsão do tempo: www.semarh.al.gov.br/tempo-e-clima/previsao

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Piauí é destaque nacional na vacinação contra a influenza com 47% de cobertura

Vacinação contra influenza: Piauí lidera o Brasil com 47% de imunizados. Foto: Divulgação     Piauí lidera cobertura vacinal contra a influenza no Brasil e reforça campanha entre grupos prioritários O estado do Piauí alcançou a maior cobertura vacinal contra a influenza em todo o país, com 47% da população imunizada até o momento. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), foram aplicadas 592.888 doses da vacina, sendo 384.741 destinadas exclusivamente aos grupos prioritários, como idosos, gestantes e crianças. Mesmo com esse desempenho positivo, as autoridades de saúde alertam que ainda há um longo caminho até atingir a meta de 90% de cobertura estabelecida pelo Ministério da Saúde. A coordenadora de Imunização da Sesapi, Bárbara Pinheiro, ressalta que o trabalho segue intensificado junto aos municípios para ampliar o alcance da campanha. “Estamos em contato constante com as equipes municipais, reforçando ações de busca ativa e ampliando horários de atendimento em unidades de saúde. A vacina está disponível em todo o estado, e é fundamental que a população compareça para se imunizar, especialmente os integrantes dos grupos mais vulneráveis”, afirmou Bárbara. O balanço parcial revela que 49,13% dos idosos já foram vacinados, o que representa quase metade da meta. No grupo das crianças, a cobertura está em 46,59%. Já entre as gestantes, a adesão preocupa: apenas 28,63% delas receberam a dose da vacina até o momento. A coordenadora reforça que a vacinação é a maneira mais eficaz de prevenir formas graves da gripe, internações e até mortes. “É importante lembrar que a influenza pode levar a complicações sérias, principalmente em idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A vacina é segura, gratuita e salva vidas”, destacou. Além das salas de vacinação fixas nas unidades básicas de saúde, o Governo do Estado tem apoiado ações itinerantes e mutirões para alcançar áreas mais distantes e garantir o acesso de toda a população. A campanha de vacinação contra a influenza segue em andamento, com doses disponíveis para o público geral e prioridade para os grupos de risco. A Sesapi reforça que a população não deve esperar a chegada do inverno ou o aumento dos casos para buscar a imunização. Redação: ANH/PI

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Fogueiras de São João acendem alerta para saúde de crianças com asma e alergias

Pneumologista infantil Rita Silva – Foto: Assessoria Fumaça das festas juninas pode agravar problemas respiratórios e exige atenção redobrada de pais e responsáveis Com a chegada das festas juninas, ruas e bairros do Nordeste se enchem de cor, música e tradição. No entanto, um perigo também marca presença nas celebrações: a fumaça das fogueiras. Embora seja símbolo típico da época, ela pode representar sérios riscos à saúde de crianças e idosos com problemas respiratórios, como asma e rinite alérgica. A pneumologista infantil Rita Silva chama atenção para o aumento recorrente de atendimentos relacionados a crises respiratórias durante o mês de junho. Segundo a médica, o contato com a fumaça pode desencadear reações alérgicas, agravar quadros de asma e até provocar sintomas como tosse persistente, falta de ar, chiado no peito e irritação nos olhos. “A fumaça das fogueiras contém partículas finas que, ao serem inaladas, penetram profundamente nos pulmões. Crianças com histórico de asma ou alergia são especialmente vulneráveis e podem apresentar crises severas. O risco é real e precisa ser levado a sério”, alertou a especialista.   Além dos efeitos respiratórios, a exposição à fumaça também pode causar conjuntivite alérgica e até agravar problemas de pele em crianças sensíveis. Rita Silva recomenda que os pais evitem expor seus filhos à fumaça, especialmente em festas onde o uso de fogueiras e fogos é mais intenso. Saúde e tradição podem caminhar juntas Mesmo diante dos riscos, a pneumologista reforça que é possível aproveitar as festas com segurança. “Celebrar as tradições é importante, mas a saúde deve vir em primeiro lugar. Com alguns cuidados simples, é possível proteger as crianças e ainda assim manter viva a alegria das festas juninas”, afirma. Entre as orientações estão manter uma distância segura das fogueiras, evitar permanecer em ambientes enfumaçados, utilizar medicamentos preventivos prescritos e ficar atento aos primeiros sinais de agravamento do quadro respiratório. Fique atento aos sinais A especialista destaca que qualquer sintoma diferente, por mais leve que pareça, deve ser levado a sério. Consultas regulares com o pediatra ou pneumologista, uso correto de medicações e um plano de ação para crises são medidas fundamentais para prevenir emergências. “As festas juninas podem e devem ser vividas com alegria, mas com responsabilidade. É preciso garantir que a diversão não comprometa a saúde. Com cautela, todos — inclusive os pequenos com asma ou alergias — podem curtir essa época do ano de forma segura”, conclui Rita Silva. Gratta Comunicação

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